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Bem-vindos ao Portal da ASBIA!

Este Portal foi desenvolvido pela Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) para atender aos diversos segmentos do setor pecuário bovino, reunindo, de forma inédita, informações em um só ambiente, com o propósito de facilitar o acesso dos usuários e contribuir para uma consulta mais simples, prática e confiável.

Sua construção é resultado do empenho generoso e da dedicação de muitas pessoas que acreditam na importância de fomentar e compartilhar conhecimento. Fotógrafos, pesquisadores, professores, profissionais do setor e técnicos uniram experiência, tempo e compromisso em torno de um objetivo comum: tornar este espaço uma fonte relevante de informação para todos que atuam ou se interessam pela pecuária bovina. A cada um que participou dessa construção, registramos nosso sincero agradecimento, com reconhecimento pela valiosa contribuição oferecida.

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Legislação

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Acervo de legislações, regulamentações, normas e diretrizes do setor, apresentado de forma simples e fácil de consultar.

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IMAR - International Meeting of Animal Reproduction

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Viçosa (MG)
12NOVEMBRO2026
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10DEZEMBRO2026
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TOP Brangus 2026

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Porto Alegre (RS)
Melhoramento Genético

Interpretação de Dados

Conteúdos essenciais para compreender e analisar os dados de avaliação genética e reprodução bovina.

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Melhoramento Genético

Características, Índices e Sumários

Guia completo sobre características avaliadas, índices de seleção e sumários de touros com critérios de interpretação.

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Melhoramento Genético

Avaliações Fenotípicas e Genômicas

Entenda as metodologias de avaliação fenotípica e genômica aplicadas ao melhoramento genético bovino.

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Conteúdos Recentes do Setor

Rastreabilidade bovina: tecnologia conecta dados da fazenda ao consumidor

Rastreabilidade bovina: tecnologia conecta dados da fazenda ao consumidor

Um brinco eletrônico pode funcionar como o ‘CPF’ de um bovino. Ele ajuda a identificar o animal, mas não conta sozinho toda a história da carne que chega ao consumidor. Para comprovar a origem do produto, as informações precisam acompanhar o percurso dentro da cadeia, da propriedade rural ao frigorífico e, depois, às etapas de processamento e comercialização. É nesse caminho que a rastreabilidade enfrenta um de seus principais desafios: reunir dados de diferentes etapas e manter a ligação entre a carne e sua origem. A tecnologia já permite conectar essas informações, mas o alcance do controle depende de como o sistema é aplicado e de quem participa dele. A Ecotrace Solutions, empresa de tecnologia voltada à rastreabilidade de cadeias produtivas, trabalha com esse modelo há sete anos. Segundo Flávio Redi, CEO e cofundador da companhia, a plataforma integra dados dos animais e das propriedades rurais a informações dos sistemas dos frigoríficos. A partir daí, acompanha o produto durante o processamento, a identificação das caixas, a distribuição e a venda. O sistema utiliza integrações entre plataformas para reunir os registros e blockchain para preservar a integridade das informações. Na prática, a proposta é permitir que os dados de cada etapa sejam associados ao produto, sem depender de um único sistema para registrar toda a operação. De acordo com o Redi, a tecnologia está presente em quase 80 plantas industriais, unidades e centros de distribuição. O serviço também pode incluir verificações socioambientais das propriedades fornecedoras, conforme protocolos definidos para cada operação. “Quando vêm os dados da propriedade, a gente faz uma verificação socioambiental baseada em alguns protocolos. Checa se a propriedade tem área de desmatamento, se há trabalho escravo e outras questões, e gera um laudo”, explica. Rastrear por lote não é o mesmo que identificar cada produtor A capacidade de reunir informações, porém, não significa que toda carne seja rastreada individualmente até o produtor que criou cada animal. Em operações de commodities, o controle costuma ser feito por lote. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo : siga o Canal Rural no Google News! Nesse modelo, é possível identificar o conjunto de produtores que forneceu animais em determinado período, mas não necessariamente associar cada produto vendido a um fornecedor específico. O rastreamento individual exige projetos próprios e mudanças na organização dos registros e dos processos. “Quando a gente fala de commodity, só consigo fazer a rastreabilidade por lote. Sei a relação de produtores daquele dia. Em alguns projetos especiais, conseguimos fazer produtor a produtor. É uma linha diferente, mais lenta”, afirma o executivo. A diferença importa porque as exigências de compradores internacionais podem variar conforme o mercado, o produto e o protocolo adotado. Ter informações sobre um grupo de fornecedores não equivale, necessariamente, a comprovar a origem de cada animal ou demonstrar que todas as etapas atendem a determinado requisito. A identificação individual também depende de registros confiáveis na fazenda e da continuidade dessas informações quando os animais passam por outras propriedades ou chegam à indústria. Uma ferramenta pode organizar os dados disponíveis, mas não substitui as informações que precisam ser coletadas e mantidas ao longo da cadeia. Quem paga pela rastreabilidade? Outro obstáculo está no incentivo econômico. De acordo com Redi, o produtor não paga diretamente pelo serviço da Ecotrace. Em determinadas operações, o custo fica com o importador, que remunera a empresa com base no volume de carne rastreada. Mas isso não significa que o pecuarista recebe necessariamente mais pelo animal por manter registros e cumprir exigências adicionais. Para o executivo, a falta de remuneração é um dos principais entraves à adesão. “Porque o maior gargalo é não ter remuneração. Por que eu vou fazer se não ganho nada por isso?”, questiona. Redi também avalia que o governo tem papel importante na comprovação das exigências sanitárias e de produção cobradas por mercados externos. “Os países que estão importando do Brasil querem uma chancela do governo. Então, tem que partir do governo”, afirma. Inteligência artificial amplia o controle na indústria Além de conectar dados, a Ecotrace utiliza câmeras com inteligência artificial para analisar características das carcaças em frigoríficos. Segundo a empresa, a tecnologia identifica visualmente situações como contusões, falhas operacionais e diferenças na cor da gordura. A ferramenta funciona como apoio à inspeção: o algoritmo analisa as imagens e classifica ocorrências que também podem ser observadas por trabalhadores. A companhia informa que esse sistema está instalado em 16 plantas na América do Sul, no Brasil, no Paraguai e na Argentina. Redi estima que a implantação das câmeras custe de R$ 250 mil a R$ 300 mil por planta, além das despesas recorrentes com suporte, manutenção e atualização. O exemplo mostra que ampliar o controle exige investimento, tanto para instalar a tecnologia quanto para mantê-la funcionando. Exigências internacionais pressionam a cadeia A discussão sobre rastreabilidade ocorre em meio ao aumento das exigências dos mercados compradores. Em 3 de setembro, a União Europeia suspendeu a importação de carne bovina brasileira por considerar insuficientes as garantias apresentadas pelo Brasil sobre o cumprimento das regras europeias para o uso de antimicrobianos na produção animal. A medida também atingiu outros produtos, como mel e pescados. As exigências sanitárias relacionadas aos antimicrobianos são diferentes das regras ambientais para combater o desmatamento. Essa segunda frente inclui o Regulamento da União Europeia para Produtos Livres de Desmatamento ( EUDR, na sigla em inglês ), que faz parte da agenda ambiental do bloco, associada ao Pacto Ecológico Europeu, conhecido como Green Deal . O EUDR abrange produtos ligados a commodities como gado, soja, café, cacau, madeira, borracha e óleo de palma. Os operadores abrangidos pela norma precisam comprovar que os produtos não estão associados ao desmatamento e que foram produzidos de acordo com a legislação aplicável. As regras também preveem a rastreabilidade até a área de produção. A aplicação está prevista para 30 de dezembro de 2026 para operadores de médio e grande porte e para micro e pequenas empresas já abrangidas pela antiga legislação europeia sobre madeira. Para as demais micro e pequenas empresas, o prazo é 30 de junho de 2027 . O post Rastreabilidade bovina: tecnologia conecta dados da fazenda ao consumidor apareceu primeiro em Canal Rural .

21 de out. de 2026Canal Rural
Boi gordo tem altas pontuais; confira as cotações pelo país

Boi gordo tem altas pontuais; confira as cotações pelo país

O mercado físico do boi gordo apresenta movimentos mais moderados de alta nesta terça-feira (20), mas a oferta restrita de animais continua sustentando as cotações nas principais regiões produtoras. Apesar da menor intensidade dos reajustes, as escalas de abate não apresentam evolução e permanecem concentradas entre cinco e seis dias úteis na maioria das praças pesquisadas. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado , Fernando Henrique Iglesias, o cenário mantém os frigoríficos ativos nas compras e ainda permite avanços pontuais nos preços, principalmente nas regiões com menor disponibilidade de boiadas. Em São Paulo, a referência média para a arroba do boi gordo ficou em R$ 384,13, na modalidade a prazo. Já em Goiás, a cotação média foi de R$ 369,46. Em Minas Gerais, o preço médio chegou a R$ 375,29, enquanto no Mato Grosso do Sul a arroba foi indicada a R$ 372,95. Já no Mato Grosso, a referência ficou em R$ 357,09. Receba no seu celular atualizações em tempo real, enquetes interativas e tudo o que impacta o dia a dia no campo: entre agora no Whatsapp do Canal Rural! Carne bovina tem reajustes pontuais no atacado No mercado atacadista de carne bovina, os preços registraram altas pontuais nesta terça-feira. Em São Paulo, o quarto dianteiro avançou R$ 0,30 por quilo, passando a ser negociado a R$ 22,30. O quarto traseiro permaneceu cotado a R$ 29,50 por quilo, enquanto a ponta de agulha subiu R$ 0,25, alcançando R$ 20,75 por quilo. Apesar dos reajustes, a expectativa é de maior acomodação da demanda durante a segunda quinzena do mês. O período costuma apresentar menor apelo ao consumo, além de redução dos efeitos associados à entrada dos salários na economia. De acordo com Iglesias, a carne bovina também enfrenta forte concorrência das carnes de frango e suína, fator que limita movimentos mais expressivos de valorização no atacado. Dólar encerra em queda No mercado cambial, o dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,57%, cotado a R$ 5,0177 para venda e R$ 5,0147 para compra. Durante o pregão, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0046 e a máxima de R$ 5,0441. O post Boi gordo tem altas pontuais; confira as cotações pelo país apareceu primeiro em Canal Rural .

Após sequência de recordes, mercado do boi gordo perde força no início da semana

Após uma sequência de recordes nos preços da arroba, o mercado do boi gordo começou a semana em ritmo mais lento de negociações. Segundo análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, a segunda-feira (19) foi marcada por cautela dos compradores e estabilidade nas cotações em algumas regiões do país. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo : siga o Canal Rural no Google News! De acordo com o Cepea, parte dos frigoríficos adotou uma postura de espera, acompanhando o desempenho das vendas de carne bovina durante o fim de semana antes de definir novas compras. Apesar da desaceleração nos negócios, os preços da arroba continuam firmes, sustentados principalmente pela oferta restrita de animais prontos para abate. Em algumas praças pecuárias, inclusive, foram registrados reajustes positivos de até R$ 5 por arroba. Preço do boi gordo chega a R$ 365 em Minas Gerais Em Minas Gerais, o mercado apresentou estabilidade em parte das regiões produtoras. No Triângulo Mineiro, os preços permaneceram nos mesmos patamares da última sexta-feira (16), enquanto os compradores aguardavam novos sinais do mercado para definir possíveis ajustes. Já no norte do estado, a menor disponibilidade de animais terminados contribuiu para sustentar as cotações. Nas duas regiões, os negócios ocorreram entre R$ 355 e R$ 365 por arroba. A principal diferença esteve nas escalas de abate, que ficaram mais alongadas no Triângulo Mineiro, variando de oito a 15 dias. Segundo colaboradores do Cepea, esse cenário está relacionado à atuação de grandes frigoríficos, que também recorrem a negociações no mercado a termo para garantir o abastecimento. Goiás e Mato Grosso ainda registram altas na arroba Em Rio Verde (GO), a oferta restrita de animais no mercado físico continuou influenciando as negociações. Entretanto, o abate de animais próprios permitiu que alguns frigoríficos alongassem suas escalas. Outros compradores, diante da necessidade de adquirir novos lotes, elevaram as ofertas em até R$ 5 por arroba. Na região, o boi gordo foi negociado entre R$ 350 e R$ 355 por arroba, com escalas de abate variando de sete a dez dias. Em Rondonópolis (MT), parte dos negócios ocorreu nos mesmos patamares da semana anterior, próximos de R$ 350 por arroba. Também foram registrados reajustes de R$ 5 por arroba para machos e fêmeas, acompanhados de boa liquidez ao longo do dia. As escalas de abate ficaram entre dez e 15 dias. Exportações de carne bovina caem quase 33% em outubro Além da movimentação mais lenta no mercado físico, os dados parciais das exportações brasileiras de carne bovina apontam redução no ritmo dos embarques em relação ao ano passado. Segundo informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), divulgadas na segunda-feira (19), o Brasil exportou 107 mil toneladas de carne bovina in natura em outubro, com média diária de 9,803 mil toneladas. O volume médio diário ficou quase 33% abaixo do registrado em outubro de 2025. Entretanto, na comparação com setembro deste ano, houve crescimento de 5,48%. Apesar da redução no volume embarcado em relação ao ano passado, os preços internacionais continuam valorizados. O valor médio pago por tonelada de carne bovina exportada apresentou alta de 12,4% na comparação anual. Diante desse cenário, o mercado do boi gordo inicia a semana com negociações mais cautelosas, mas sem sinais de recuo generalizado nos preços. A oferta limitada de animais e a necessidade de recomposição das escalas de abate seguem como fatores de sustentação das cotações. O post Após sequência de recordes, mercado do boi gordo perde força no início da semana apareceu primeiro em Canal Rural .

20 de out. de 2026Canal Rural
El Niño provoca inundações em áreas de pecuária e força retirada de milhares de bois na Argentina

El Niño provoca inundações em áreas de pecuária e força retirada de milhares de bois na Argentina

O risco de inundações associado ao fenômeno climático El Niño está obrigando pecuaristas argentinos a retirar milhares de cabeças de gado das ilhas do rio Paraná, no norte da província de Santa Fé. Os animais estão sendo transportados para áreas mais altas diante da previsão de uma cheia que pode ultrapassar os níveis considerados seguros. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo : siga o Canal Rural no Google News! A situação preocupa os produtores, principalmente pela dificuldade de transportar os rebanhos para fora das áreas ameaçadas. A operação depende de embarcações e enfrenta limitações logísticas, além da falta de propriedades disponíveis para receber os animais. No departamento de General Obligado, estima-se que entre 120 mil e 200 mil cabeças de gado estejam em ilhas e regiões sujeitas a inundações. Já em San Javier, o número chega a aproximadamente 30 mil animais. Transporte de gado enfrenta dificuldades A retirada dos animais representa um desafio para os pecuaristas argentinos. Segundo informações locais, há apenas uma embarcação disponível para realizar o transporte de gado nas áreas afetadas. Além da limitação no transporte, a falta de campos habilitados para receber os rebanhos dificulta a transferência dos animais para locais seguros. Os produtores também acompanham as previsões de chuvas no Brasil, já que o volume de precipitação na bacia hidrográfica pode influenciar diretamente o nível do rio Paraná e agravar o risco de inundações. Diante desse cenário, a movimentação antecipada do gado é uma tentativa de evitar perdas de animais e prejuízos à atividade pecuária. El Niño também coloca Uruguai em alerta Enquanto os pecuaristas argentinos se mobilizam para proteger seus rebanhos, o Uruguai adotou medidas preventivas diante da possibilidade de um El Niño de forte intensidade. O Ministério da Pecuária, Agricultura e Pesca do país declarou alerta institucional com base nas projeções do Instituto Uruguaio de Meteorologia, que apontam a possibilidade de o fenômeno atingir intensidade forte ou muito forte. O Grupo Interinstitucional de Monitoramento Agroclimático permanece em sessão permanente para coordenar um plano de contingência e desenvolver mecanismos de apoio financeiro aos produtores e às organizações rurais. As medidas buscam reduzir os possíveis impactos do excesso de chuvas e das inundações sobre a produção agropecuária. Com o avanço do El Niño, Argentina e Uruguai intensificam o monitoramento das condições climáticas e adotam estratégias para proteger a produção rural dos efeitos do fenômeno. O post El Niño provoca inundações em áreas de pecuária e força retirada de milhares de bois na Argentina apareceu primeiro em Canal Rural .

20 de out. de 2026Canal Rural
20 de out. de 2026Canal Rural

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17 de abr. de 2026Ministério da Agricultura e Pecuária