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Sua construção é resultado do empenho generoso e da dedicação de muitas pessoas que acreditam na importância de fomentar e compartilhar conhecimento. Fotógrafos, pesquisadores, professores, profissionais do setor e técnicos uniram experiência, tempo e compromisso em torno de um objetivo comum: tornar este espaço uma fonte relevante de informação para todos que atuam ou se interessam pela pecuária bovina. A cada um que participou dessa construção, registramos nosso sincero agradecimento, com reconhecimento pela valiosa contribuição oferecida.

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Melhoramento Genético

Interpretação de Dados

Conteúdos essenciais para compreender e analisar os dados de avaliação genética e reprodução bovina.

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Melhoramento Genético

Características, Índices e Sumários

Guia completo sobre características avaliadas, índices de seleção e sumários de touros com critérios de interpretação.

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Melhoramento Genético

Avaliações Fenotípicas e Genômicas

Entenda as metodologias de avaliação fenotípica e genômica aplicadas ao melhoramento genético bovino.

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Conteúdos Recentes do Setor

Preços do boi gordo finalizam a semana em nova alta: acompanhe as cotações

Preços do boi gordo finalizam a semana em nova alta: acompanhe as cotações

O mercado físico do boi gordo encerra a semana ainda apresentando moderado movimento de alta. O analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias chama a atenção para a discrepância dos preços no mercado físico em comparação ao futuro, em especial quando se trata do vencimento setembro, muito acima das negociações registradas no balcão de São Paulo. “No contexto geral o ambiente de negócios ainda sugere por alguma alta, em especial quando se trata de negociações envolvendo frigoríficos de menor porte, que encontram maior dificuldade na composição das suas escalas de abate”, pontua. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo :   siga o Canal Rural no Google News! Segundo Iglesias, os frigoríficos de maior porte ainda contam com a incidência de animais de parceria e utilizam confinamento próprio para atender suas necessidades. Preços médios da arroba do boi São Paulo: R$ 346,75 Goiás: R$ 335,89 Minas Gerais: R$ 335,29 Mato Grosso do Sul: R$ 344,20 Mato Grosso: R$ 329,59 Cotações no atacado O mercado atacadista inicia o mês de setembro com preços mistos, com vendas mais fracas do que o previsto inicialmente. “É válido mencionar que a carne bovina perde em competitividade na comparação com as proteínas concorrentes, em especial ante a carne de frango e os ovos”, ressalta o analista. Iglesias ressalta que a expectativa é de um mês complexo em termos de venda, uma vez que há poucos pontos de consumo. Quarto traseiro: R$ 26,50 por quilo, alta de R$ 0,50 Quarto dianteiro: R$ 19,00, por quilo, queda de R$ 1,00 Ponta de agulha: R$ 18,50, por quilo, baixa de R$ 0,30 Exportações de carne bovina As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 1,206 bilhão em agosto (21 dias úteis), com média diária de US$ 57,463 milhões, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) . A quantidade total exportada pelo país chegou a 195,715 mil toneladas, com média diária de 9,319 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 6.165,70. Em relação a agosto de 2025, houve baixa de 19,7% no valor médio diário da exportação, queda de 27,1% na quantidade média diária exportada e avanço de 10,1% no preço médio. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,49%, sendo negociado a R$ 5,1286 para venda e a R$ 5,1266 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1011 e a máxima de R$ 5,1421. Na semana, a desvalorização ficou em 1,3%. O post Preços do boi gordo finalizam a semana em nova alta: acompanhe as cotações apareceu primeiro em Canal Rural .

04 de set. de 2026Canal Rural
Antimicrobianos são substituíveis? Brasil pode ficar 2 anos sem exportar carne bovina à UE

Antimicrobianos são substituíveis? Brasil pode ficar 2 anos sem exportar carne bovina à UE

Começou a valer nesta quinta-feira (3) a suspensão do Brasil da lista de exportadores de produtos de origem animal para a União Europeia. Enquanto há sinalizações de que o bloqueio à carne de aves, aos ovos e ao mel está perto de ser resolvido , a proteína bovina encontra obstáculos mais difíceis de superar. O analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias considera “muito difícil” o Brasil conseguir reverter esse impedimento no curto prazo porque as autoridades europeias se mostraram, ao longo das negociações, bastante irredutíveis em relação à questão do uso de antimicrobianos na produção pecuária brasileira . “Como o ciclo da bovinocultura é mais longo em relação à cadeia avícola, teremos, no mínimo, dois anos de ausência da Europa nas compras de carne bovina brasileira”, considera. Além disso, em termos de padrão de produto comprado pelo mercado europeu (cortes nobres e desossados da parte traseira do animal), Iglesias ressalta que o Brasil dificilmente conseguirá substitui-lo por outros compradores. Segundo o analista, a única questão que pode servir de alento ao setor nacional é que a Europa importa relativamente pouca carne bovina brasileira, em torno de US$ 1 bilhão ao ano, enquanto a China, principal compradora, gera quase nove vezes mais receita cambial ao Brasil neste segmento . “A má notícia é que a Europa é um mercado que serve de vitrine, já que outros países costumam se inspirar nas ações europeias para balizar as suas próprias decisões”, enfatiza Iglesias. Antimicrobianos são substituíveis? Como pano de fundo da suspensão europeia à carne bovina do Brasil estão o uso de antimicrobianos. O problema apontado pelo bloco é que o sistema brasileiro não teria apresentado garantias suficientes de que, ao longo de toda a cadeia, são cumpridas as regras europeias sobre o uso dessas substâncias. No gado de corte, os antimicrobianos são medicamentos usados principalmente para tratar ou controlar doenças causadas por bactérias, como infecções respiratórias e digestivas. Diante da impossibilidade de uso no animal que gera a carne para a União Europeia, existem duas alternativas: adoção de outros produtos ou segmentação do rebanho. Ambas têm empecilhos. O pesquisador do Instituto de Zootecnia da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (IZ-Apta), Geraldo Balieiro, conta que a substituição dos antimicrobianos na produção animal não ocorre por um único produto capaz de reproduzir integralmente seus efeitos. “Existem alternativas, como probióticos, compostos fenólicos, ácidos orgânicos, taninos e outros aditivos naturais, mas sua eficiência depende de fatores como espécie e categoria do animal, dieta, sistema de produção e objetivo de uso”, pontua. Por isso, o especialista destaca que a principal recomendação para o pecuarista é trabalhar com um pacote de estratégias, que inclui melhoria do manejo sanitário e profilático, qualidade da água, balanceamento da alimentação, controle ambiental e escolha de animais geneticamente mais adaptados às condições de produção. “O objetivo é prevenir doenças e reduzir a necessidade de antibióticos, especialmente daqueles cujo uso pode contribuir para a resistência bacteriana”, ressalta. Entretanto, conforme o pesquisador, essas alternativas podem, em alguns casos, apresentar perda de eficiência em comparação aos antimicrobianos utilizados como promotores de crescimento, não havendo uma solução que funcione como uma substituição “100% equivalente”. Já a segmentação de rebanhos, ou seja, reservar planteis específicos para o mercado europeu, a exemplo do Boi China, tem sido uma alternativa considerada pelo setor pecuário brasileiro. No entanto, Iglesias, de Safras & Mercado, considera que o tempo necessário para reunir toda a documentação que ateste a produção de boiada dentro dos parâmetros europeus e submetê-la à aprovação do bloco demoraria ao menos dois anos. “Não há muita escapatória nesse sentido”, conclui. O post Antimicrobianos são substituíveis? Brasil pode ficar 2 anos sem exportar carne bovina à UE apareceu primeiro em Canal Rural .

Indonésia habilita mais 21 plantas brasileiras para exportação de carne bovina

A Indonésia habilitou 21 novos estabelecimentos brasileiros para exportação de carne bovina e elevou para 73 o número de unidades autorizadas a embarcar ao país asiático. As plantas pertencem a 26 empresas. A aprovação ocorreu após auditoria feita pela Direção-Geral de Pecuária e Saúde Animal do Ministério da Agricultura da Indonésia entre 27 de junho e 5 de julho de 2026. Todos os 21 estabelecimentos brasileiros auditados foram habilitados. As novas autorizações contemplam unidades da Frigomarca, Frigorífico Silva, Frigosul, Golden Imex, JBS, Masterboi, Naturafrig e Plena, empresas associadas à Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC). As plantas estão distribuídas por Acre, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rondônia, São Paulo e Tocantins. Segundo o setor, o avanço amplia a presença de frigoríficos brasileiros aptos a atender a demanda do mercado indonésio. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo : siga o Canal Rural no Google News! Desde 2025, o Brasil obteve 52 novas habilitações para a Indonésia, passando de 21 para 73 plantas autorizadas, crescimento de cerca de 247%. A rodada anterior havia ocorrido em setembro do ano passado, com a inclusão de 17 novas unidades. Também em 2025, a Indonésia ampliou o acesso para produtos brasileiros como carne com osso, miúdos, produtos cárneos e preparados de carne. No comércio bilateral, o Brasil exportou 43,2 mil toneladas de carne bovina para a Indonésia no ano passado. Com esse volume, o país asiático encerrou 2025 como o 13º maior destino do produto brasileiro. Com mais de 280 milhões de habitantes, a Indonésia aparece como um mercado relevante na estratégia de diversificação dos destinos da carne bovina do Brasil. As habilitações resultam de tratativas conduzidas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) com as autoridades indonésias, com apoio técnico do setor privado. Para o presidente da ABIEC, Roberto Perosa, a ampliação de mercados e de plantas habilitadas cria mais oportunidades para a cadeia da carne bovina brasileira. Com a nova aprovação, o Brasil amplia a base de frigoríficos autorizados a exportar carne bovina para a Indonésia e reforça a presença do produto brasileiro em um dos mercados em expansão na Ásia. Fonte: abiec.com.br O post Indonésia habilita mais 21 plantas brasileiras para exportação de carne bovina apareceu primeiro em Canal Rural .

04 de set. de 2026Canal Rural
Veto da UE às carnes brasileiras pode causar prejuízo bilionário a estados

Veto da UE às carnes brasileiras pode causar prejuízo bilionário a estados

A suspensão das importações de determinados produtos de origem animal do Brasil pela União Europeia pode provocar perdas bilionárias em dois dos principais estados produtores de proteína animal do país. Estimativas de entidades do Paraná e do Rio Grande do Sul apontam para um impacto que, somado, pode chegar a aproximadamente R$ 2,6 bilhões. No Paraná, o Sistema FAEP calcula que o impacto pode superar US$ 392,2 milhões, considerando o valor exportado em 2025 de carnes de frango e bovina para países do bloco europeu. Já no Rio Grande do Sul, a estimativa apresentada durante a Expointer aponta para perdas na casa dos R$ 600 milhões, principalmente na cadeia produtiva do frango. A suspensão entrou em vigor na quinta-feira (3) e abrange determinados produtos de origem animal brasileiros, entre eles carnes bovina e de frango, mel, equinos, tripas e produtos da aquicultura. Além dos efeitos imediatos sobre os embarques, representantes do setor demonstram preocupação com possíveis reflexos em outros mercados compradores e em diferentes elos das cadeias produtivas. Paraná pode perder mais de US$ 392 milhões O Paraná aparece entre os estados mais expostos à medida, principalmente por causa da importância da avicultura. Em 2025, o estado exportou US$ 382 milhões em carne de frango para a União Europeia, equivalentes a 118,7 mil toneladas. As vendas de carne bovina somaram outros US$ 10,2 milhões, com 1,4 mil toneladas embarcadas. Juntas, as duas cadeias movimentaram US$ 392,2 milhões no mercado europeu no ano passado. Os números de 2026 mostram que o comércio continuava relevante antes da suspensão. Somente no primeiro semestre, o Paraná vendeu aproximadamente US$ 224 milhões em carne de frango para a UE, totalizando 78,7 mil toneladas. A carne bovina movimentou outros US$ 4,6 milhões, com 643 toneladas. Atualmente, o bloco europeu representa aproximadamente 5% das exportações paranaenses de carnes. Por ser o Paraná líder nacional na produção e exportação de frango, a avicultura tende a concentrar os maiores impactos. A carne de frango produzida no estado é comercializada para mais de 150 países. O presidente do Sistema FAEP, Ágide Eduardo Meneguette, também chama atenção para uma consequência que pode ultrapassar as vendas diretas para a Europa. Segundo ele, as exigências europeias funcionam como referência para outros compradores internacionais. “Muitos países tomam como base o atendimento às exigências sanitárias da UE para tomar suas próprias decisões. Se o bloco europeu tem uma exigência e o Brasil atende, outros países também compram de nós sem necessidade adicional de vistorias ou inspeções”, afirma. Para Meneguette, manter o acesso à União Europeia também tem importância estratégica para a imagem dos produtos brasileiros no comércio internacional. “Precisamos manter nossos produtos no mercado europeu, pois é uma importante vitrine para o agro brasileiro e paranaense”, acrescenta. Rio Grande do Sul estima perdas de R$ 600 milhões No Rio Grande do Sul, os impactos também devem se concentrar principalmente na avicultura, embora a carne bovina esteja entre os produtos afetados. A estimativa apresentada durante a Expointer é de que as perdas decorrentes da suspensão possam chegar a aproximadamente R$ 600 milhões. No ano passado, a União Europeia respondeu por 10% das compras de carne de frango exportada pelo Rio Grande do Sul, com quase 27 mil toneladas. Na bovinocultura, o volume destinado ao mercado europeu é menor, de aproximadamente 2 mil toneladas, mas representa cerca de 8% do mercado. O assunto repercutiu durante a Expointer, em Esteio (RS), onde estão reunidos produtores e criadores responsáveis por parte importante da genética utilizada pela pecuária brasileira . Para a Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac), os efeitos podem chegar além dos frigoríficos e produtores que atualmente comercializam animais para abate. O vice-presidente técnico da entidade critica a condução do processo de adequação às exigências europeias e afirma que outros países sul-americanos conseguiram cumprir os protocolos. “O ministério dormiu no ponto, no mínimo isso, porque não foi por falta de aviso. Outros países, nossos vizinhos, Uruguai, Argentina e Paraguai, receberam o mesmo aviso no mesmo tempo e cumpriram as suas obrigações e os protocolos. O Brasil não fez isso”, afirmou. Setor teme efeito cascata em outros mercados Uma das principais preocupações é que a decisão europeia provoque reflexos comerciais além dos países integrantes do bloco. O representante da Febrac destaca que protocolos adotados pela União Europeia são utilizados como referência por outros compradores da proteína brasileira. Por isso, uma restrição prolongada poderia desencadear um “efeito cascata”. “Essas exigências de protocolo para importação que a Comunidade Europeia usa são seguidas por outros compradores da carne do Brasil também”, disse. O impacto também poderia avançar para outros segmentos da pecuária caso a suspensão se prolongue. A redução da demanda pela carne afeta o produto final, mas pode chegar, posteriormente, aos investimentos realizados para produção dos animais. Na avaliação da entidade, esse movimento pode atingir inclusive produtores especializados em genética. “Isso pode impactar toda uma cadeia. A gente está falando da carne, que é o produto final, mas para produzir um animal para carne leva tempo, genética, todo o investimento do produtor”, afirmou o vice-presidente técnico da Febrac. Entidades cobram solução do governo No Paraná, o Sistema FAEP afirma que já havia alertado o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) sobre os riscos da suspensão. Em 9 de junho, a entidade encaminhou ofício à pasta solicitando medidas para evitar a interrupção das compras europeias. A federação argumenta que o Brasil dispõe de um sistema sanitário robusto. O Paraná é reconhecido oficialmente pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) como área livre de febre aftosa sem vacinação desde 2021. O Brasil obteve o mesmo reconhecimento em 2025. Apesar dos prejuízos potenciais, o setor espera que pelo menos parte das restrições seja revertida em curto prazo. Técnicos europeus estão no Brasil desde 24 de agosto para realizar auditorias em propriedades e avaliar os sistemas de produção, processamento e fiscalização relacionados à carne de frango e ao mel. A expectativa da FAEP é de que as avaliações confirmem o cumprimento das regras relativas ao uso de antimicrobianos e abram caminho para a retomada das exportações de carne de frango. “São muitos fatores em jogo, mas a nossa expectativa central permanece voltada para a rápida superação das exigências sanitárias e a retomada das exportações para o mercado europeu”, afirma Meneguette. O post Veto da UE às carnes brasileiras pode causar prejuízo bilionário a estados apareceu primeiro em Canal Rural .

04 de set. de 2026Canal Rural
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