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Sua construção é resultado do empenho generoso e da dedicação de muitas pessoas que acreditam na importância de fomentar e compartilhar conhecimento. Fotógrafos, pesquisadores, professores, profissionais do setor e técnicos uniram experiência, tempo e compromisso em torno de um objetivo comum: tornar este espaço uma fonte relevante de informação para todos que atuam ou se interessam pela pecuária bovina. A cada um que participou dessa construção, registramos nosso sincero agradecimento, com reconhecimento pela valiosa contribuição oferecida.

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10DEZEMBRO2026
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Conteúdos essenciais para compreender e analisar os dados de avaliação genética e reprodução bovina.

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Melhoramento Genético

Características, Índices e Sumários

Guia completo sobre características avaliadas, índices de seleção e sumários de touros com critérios de interpretação.

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Melhoramento Genético

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Entenda as metodologias de avaliação fenotípica e genômica aplicadas ao melhoramento genético bovino.

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Conteúdos Recentes do Setor

Arroba do boi gordo: escalas não avançam e preços seguem em alta

Arroba do boi gordo: escalas não avançam e preços seguem em alta

O mercado físico do boi gordo manteve preços firmes nesta quarta-feira (21), embora o movimento de alta apresente intensidades distintas entre as regiões produtoras. O analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias destacou que, em São Paulo, a valorização perde tração após os avanços recentes, com maior acomodação das referências e resistência dos frigoríficos aos patamares mais elevados. “Na Região Norte, por outro lado, a alta continua mais intensa, diante da oferta restrita e da necessidade das indústrias de recompor suas programações.” Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo :   siga o Canal Rural no Google News! De acordo com ele, mesmo com o ritmo mais comedido em algumas praças, as escalas de abate não evoluem de maneira satisfatória e permanecem concentradas entre cinco e seis dias úteis na maior parte do país. “A dificuldade para alongar as programações indica que o mercado continua vulnerável a novos episódios de alta, inclusive em São Paulo, especialmente se os pecuaristas mantiverem uma postura cautelosa nas negociações”, diz. Preços médios da arroba do boi São Paulo: R$ 384,40 — ontem: R$ 384,13 Goiás: R$ 370,11 — ontem: R$ 369,46 Minas Gerais: R$ 378,53 — ontem: R$ 375,29 Mato Grosso do Sul: R$ 379,43 — ontem: R$ 372,95 Mato Grosso: R$ 358,92 — ontem: R$ 357,09 Mercado atacadista O mercado atacadista de carne bovina opera com preços inalterados nesta quarta-feira. Segundo Iglesias, o ambiente oferece menos espaço para novos reajustes no curto prazo, diante do menor apelo ao consumo característico da segunda quinzena e da redução dos efeitos associados à entrada dos salários na economia. “Além disso, a carne bovina continua enfrentando forte concorrência das proteínas substitutas, especialmente da carne de frango, que apresenta ampla vantagem de preço e tende a ocupar maior espaço nas decisões de compra dos consumidores”, pontua o analista. Quarto dianteiro: R$ 22,30 por quilo Quarto traseiro: R$ 29,50 por quilo Ponta de agulha: R$ 20,75 por quilo Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,17%, negociado a R$ 5,0265 para venda e a R$ 5,0245 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0115 e a máxima de R$ 5,0425. O post Arroba do boi gordo: escalas não avançam e preços seguem em alta apareceu primeiro em Canal Rural .

21 de out. de 2026Canal Rural
Arroba do boi registra alta em 4 estados e chega a R$ 385, aponta Cepea

Arroba do boi registra alta em 4 estados e chega a R$ 385, aponta Cepea

O preço da arroba do boi gordo registrou altas de até R$ 10 em regiões do Tocantins, Mato Grosso, Paraná e Minas Gerais nesta terça-feira (20). Segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a oferta restrita de animais para abate continua sustentando as cotações, mesmo diante da demanda enfraquecida por carne bovina em algumas regiões. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo : siga o Canal Rural no Google News! De acordo com o Cepea, o mercado pecuário apresentou melhora na liquidez, com maior volume de negócios fechados ao longo do dia. As negociações ocorreram com preços firmes, registrando estabilidade em algumas praças e reajustes positivos em outras, mantendo a tendência observada desde o início de outubro. Boi gordo sobe até R$ 10 no Tocantins e em Mato Grosso No Tocantins, mesmo com o número reduzido de frigoríficos em operação, os compradores ativos fecharam negócios com aumentos entre R$ 5 e R$ 10 por arroba para bois e vacas. Os maiores reajustes foram registrados nas negociações a prazo. Os preços do boi gordo variaram entre R$ 355 e R$ 360 por arroba, enquanto as escalas de abate ficaram entre três e 13 dias. Em Cuiabá (MT), as cotações também avançaram, com valorização de R$ 5 por arroba para machos e fêmeas. Segundo o Cepea, a oferta limitada de animais e a decisão de parte dos pecuaristas de reter o gado nas propriedades restringiram as negociações. Na região, os preços do boi gordo oscilaram entre R$ 350 e R$ 355 por arroba, com escalas de abate entre quatro e sete dias. Paraná registra arroba de até R$ 385 No noroeste do Paraná, a procura por animais destinados ao abate permaneceu aquecida por parte dos frigoríficos. O aumento da demanda resultou em reajustes de R$ 10 por arroba para o boi gordo, com negócios realizados entre R$ 380 e R$ 385. No norte de Minas Gerais, os preços também subiram cerca de R$ 10 por arroba, tanto para machos quanto para fêmeas. Mesmo com o ritmo lento das vendas de carne bovina, a disponibilidade restrita de animais para abate continuou sustentando as cotações. Na região mineira, o boi gordo foi negociado em torno de R$ 365 por arroba. Preço do bezerro também sobe em outubro No mercado de reposição, a oferta limitada de animais segue como um dos principais fatores de sustentação dos preços. Segundo o Cepea, o Indicador do Bezerro Cepea/Esalq, referente a Mato Grosso do Sul, registrou média à vista de R$ 3.501,39 por cabeça nesta terça-feira (20). Com o resultado, o indicador acumula valorização de 1,6% em outubro. O movimento reforça o cenário de preços firmes na pecuária, tanto para os animais destinados ao abate quanto para aqueles comercializados no mercado de reposição. O post Arroba do boi registra alta em 4 estados e chega a R$ 385, aponta Cepea apareceu primeiro em Canal Rural .

Boi gordo tem altas pontuais; confira as cotações pelo país

O mercado físico do boi gordo apresenta movimentos mais moderados de alta nesta terça-feira (20), mas a oferta restrita de animais continua sustentando as cotações nas principais regiões produtoras. Apesar da menor intensidade dos reajustes, as escalas de abate não apresentam evolução e permanecem concentradas entre cinco e seis dias úteis na maioria das praças pesquisadas. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado , Fernando Henrique Iglesias, o cenário mantém os frigoríficos ativos nas compras e ainda permite avanços pontuais nos preços, principalmente nas regiões com menor disponibilidade de boiadas. Em São Paulo, a referência média para a arroba do boi gordo ficou em R$ 384,13, na modalidade a prazo. Já em Goiás, a cotação média foi de R$ 369,46. Em Minas Gerais, o preço médio chegou a R$ 375,29, enquanto no Mato Grosso do Sul a arroba foi indicada a R$ 372,95. Já no Mato Grosso, a referência ficou em R$ 357,09. Receba no seu celular atualizações em tempo real, enquetes interativas e tudo o que impacta o dia a dia no campo: entre agora no Whatsapp do Canal Rural! Carne bovina tem reajustes pontuais no atacado No mercado atacadista de carne bovina, os preços registraram altas pontuais nesta terça-feira. Em São Paulo, o quarto dianteiro avançou R$ 0,30 por quilo, passando a ser negociado a R$ 22,30. O quarto traseiro permaneceu cotado a R$ 29,50 por quilo, enquanto a ponta de agulha subiu R$ 0,25, alcançando R$ 20,75 por quilo. Apesar dos reajustes, a expectativa é de maior acomodação da demanda durante a segunda quinzena do mês. O período costuma apresentar menor apelo ao consumo, além de redução dos efeitos associados à entrada dos salários na economia. De acordo com Iglesias, a carne bovina também enfrenta forte concorrência das carnes de frango e suína, fator que limita movimentos mais expressivos de valorização no atacado. Dólar encerra em queda No mercado cambial, o dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,57%, cotado a R$ 5,0177 para venda e R$ 5,0147 para compra. Durante o pregão, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0046 e a máxima de R$ 5,0441. O post Boi gordo tem altas pontuais; confira as cotações pelo país apareceu primeiro em Canal Rural .

21 de out. de 2026Canal Rural
Rastreabilidade bovina: tecnologia conecta dados da fazenda ao consumidor

Rastreabilidade bovina: tecnologia conecta dados da fazenda ao consumidor

Um brinco eletrônico pode funcionar como o ‘CPF’ de um bovino. Ele ajuda a identificar o animal, mas não conta sozinho toda a história da carne que chega ao consumidor. Para comprovar a origem do produto, as informações precisam acompanhar o percurso dentro da cadeia, da propriedade rural ao frigorífico e, depois, às etapas de processamento e comercialização. É nesse caminho que a rastreabilidade enfrenta um de seus principais desafios: reunir dados de diferentes etapas e manter a ligação entre a carne e sua origem. A tecnologia já permite conectar essas informações, mas o alcance do controle depende de como o sistema é aplicado e de quem participa dele. A Ecotrace Solutions, empresa de tecnologia voltada à rastreabilidade de cadeias produtivas, trabalha com esse modelo há sete anos. Segundo Flávio Redi, CEO e cofundador da companhia, a plataforma integra dados dos animais e das propriedades rurais a informações dos sistemas dos frigoríficos. A partir daí, acompanha o produto durante o processamento, a identificação das caixas, a distribuição e a venda. O sistema utiliza integrações entre plataformas para reunir os registros e blockchain para preservar a integridade das informações. Na prática, a proposta é permitir que os dados de cada etapa sejam associados ao produto, sem depender de um único sistema para registrar toda a operação. De acordo com o Redi, a tecnologia está presente em quase 80 plantas industriais, unidades e centros de distribuição. O serviço também pode incluir verificações socioambientais das propriedades fornecedoras, conforme protocolos definidos para cada operação. “Quando vêm os dados da propriedade, a gente faz uma verificação socioambiental baseada em alguns protocolos. Checa se a propriedade tem área de desmatamento, se há trabalho escravo e outras questões, e gera um laudo”, explica. Rastrear por lote não é o mesmo que identificar cada produtor A capacidade de reunir informações, porém, não significa que toda carne seja rastreada individualmente até o produtor que criou cada animal. Em operações de commodities, o controle costuma ser feito por lote. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo : siga o Canal Rural no Google News! Nesse modelo, é possível identificar o conjunto de produtores que forneceu animais em determinado período, mas não necessariamente associar cada produto vendido a um fornecedor específico. O rastreamento individual exige projetos próprios e mudanças na organização dos registros e dos processos. “Quando a gente fala de commodity, só consigo fazer a rastreabilidade por lote. Sei a relação de produtores daquele dia. Em alguns projetos especiais, conseguimos fazer produtor a produtor. É uma linha diferente, mais lenta”, afirma o executivo. A diferença importa porque as exigências de compradores internacionais podem variar conforme o mercado, o produto e o protocolo adotado. Ter informações sobre um grupo de fornecedores não equivale, necessariamente, a comprovar a origem de cada animal ou demonstrar que todas as etapas atendem a determinado requisito. A identificação individual também depende de registros confiáveis na fazenda e da continuidade dessas informações quando os animais passam por outras propriedades ou chegam à indústria. Uma ferramenta pode organizar os dados disponíveis, mas não substitui as informações que precisam ser coletadas e mantidas ao longo da cadeia. Quem paga pela rastreabilidade? Outro obstáculo está no incentivo econômico. De acordo com Redi, o produtor não paga diretamente pelo serviço da Ecotrace. Em determinadas operações, o custo fica com o importador, que remunera a empresa com base no volume de carne rastreada. Mas isso não significa que o pecuarista recebe necessariamente mais pelo animal por manter registros e cumprir exigências adicionais. Para o executivo, a falta de remuneração é um dos principais entraves à adesão. “Porque o maior gargalo é não ter remuneração. Por que eu vou fazer se não ganho nada por isso?”, questiona. Redi também avalia que o governo tem papel importante na comprovação das exigências sanitárias e de produção cobradas por mercados externos. “Os países que estão importando do Brasil querem uma chancela do governo. Então, tem que partir do governo”, afirma. Inteligência artificial amplia o controle na indústria Além de conectar dados, a Ecotrace utiliza câmeras com inteligência artificial para analisar características das carcaças em frigoríficos. Segundo a empresa, a tecnologia identifica visualmente situações como contusões, falhas operacionais e diferenças na cor da gordura. A ferramenta funciona como apoio à inspeção: o algoritmo analisa as imagens e classifica ocorrências que também podem ser observadas por trabalhadores. A companhia informa que esse sistema está instalado em 16 plantas na América do Sul, no Brasil, no Paraguai e na Argentina. Redi estima que a implantação das câmeras custe de R$ 250 mil a R$ 300 mil por planta, além das despesas recorrentes com suporte, manutenção e atualização. O exemplo mostra que ampliar o controle exige investimento, tanto para instalar a tecnologia quanto para mantê-la funcionando. Exigências internacionais pressionam a cadeia A discussão sobre rastreabilidade ocorre em meio ao aumento das exigências dos mercados compradores. Em 3 de setembro, a União Europeia suspendeu a importação de carne bovina brasileira por considerar insuficientes as garantias apresentadas pelo Brasil sobre o cumprimento das regras europeias para o uso de antimicrobianos na produção animal. A medida também atingiu outros produtos, como mel e pescados. As exigências sanitárias relacionadas aos antimicrobianos são diferentes das regras ambientais para combater o desmatamento. Essa segunda frente inclui o Regulamento da União Europeia para Produtos Livres de Desmatamento ( EUDR, na sigla em inglês ), que faz parte da agenda ambiental do bloco, associada ao Pacto Ecológico Europeu, conhecido como Green Deal . O EUDR abrange produtos ligados a commodities como gado, soja, café, cacau, madeira, borracha e óleo de palma. Os operadores abrangidos pela norma precisam comprovar que os produtos não estão associados ao desmatamento e que foram produzidos de acordo com a legislação aplicável. As regras também preveem a rastreabilidade até a área de produção. A aplicação está prevista para 30 de dezembro de 2026 para operadores de médio e grande porte e para micro e pequenas empresas já abrangidas pela antiga legislação europeia sobre madeira. Para as demais micro e pequenas empresas, o prazo é 30 de junho de 2027 . O post Rastreabilidade bovina: tecnologia conecta dados da fazenda ao consumidor apareceu primeiro em Canal Rural .

21 de out. de 2026Canal Rural
20 de out. de 2026
Canal Rural

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14 de abr. de 2026
UNESP
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20 de mai. de 2026
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Ministério da Agricultura e Pecuária
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17 de abr. de 2026Ministério da Agricultura e Pecuária