ASBIA
  • Home
  • Conteúdos
  • Eventos
Seja um associado

Cadastre-se para receber a Newsletter ASBIA

ASBIA Logo

Praça Vicentino Rodrigues da Cunha, 110
Quadra 11, Lote 4 – Parque Fernando Costa
Bairro São Benedito – Uberaba/MG – CEP 38022-330
asbia@asbia.org.br | (34) 3333-1403 ou (34) 99168-0382

Links rápidos

  • Associados
  • Index ASBIA
  • Eventos
  • Quem somos
  • Seja um associado
  • Legislação
  • Melhoramento genético

Conteúdos

  • Ações governamentais
  • Artigos
  • Boletins
  • Conteúdos técnicos
  • Na mídia

© 2026 ASBIA. Todos os Direitos Reservados – Política de privacidade – Design e Desenvolvimento: Nova Singular

Banner ASBIABanner ASBIA
Banner ASBIABanner ASBIA
Banner ASBIABanner ASBIA

Crédito: Carlos Lopes

Faça parte da ASBIA

Tenha acesso ao raio-x do setor e ao panorama nacional da pecuária, com a força de uma entidade que representa e impulsiona o mercado.

Quero ser um associado

Bezerro - MS

R$ 3.397,99

Bezerro - SP

R$ 3.234,56

Boi Gordo

R$ 347,70

Dólar

R$ 5,13

+0.02%

Leite

R$ 2,88

Bezerro - MS

R$ 3.397,99

Bezerro - SP

R$ 3.234,56

Boi Gordo

R$ 347,70

Dólar

R$ 5,13

+0.02%

Leite

R$ 2,88

Bezerro - MS

R$ 3.397,99

Bezerro - SP

R$ 3.234,56

Boi Gordo

R$ 347,70

Dólar

R$ 5,13

+0.02%

Leite

R$ 2,88

Bezerro - MS

R$ 3.397,99

Bezerro - SP

R$ 3.234,56

Boi Gordo

R$ 347,70

Dólar

R$ 5,13

+0.02%

Leite

R$ 2,88

Bem-vindos ao Portal da ASBIA!

Este Portal foi desenvolvido pela Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) para atender aos diversos segmentos do setor pecuário bovino, reunindo, de forma inédita, informações em um só ambiente, com o propósito de facilitar o acesso dos usuários e contribuir para uma consulta mais simples, prática e confiável.

Sua construção é resultado do empenho generoso e da dedicação de muitas pessoas que acreditam na importância de fomentar e compartilhar conhecimento. Fotógrafos, pesquisadores, professores, profissionais do setor e técnicos uniram experiência, tempo e compromisso em torno de um objetivo comum: tornar este espaço uma fonte relevante de informação para todos que atuam ou se interessam pela pecuária bovina. A cada um que participou dessa construção, registramos nosso sincero agradecimento, com reconhecimento pela valiosa contribuição oferecida.

Aqui você vai encontrar

Legislação

Legislação

Acervo de legislações, regulamentações, normas e diretrizes do setor, apresentado de forma simples e fácil de consultar.

Acessar conteúdo
Melhoramento Genético

Fundamentos

Conceitos básicos e anotações essenciais para o entendimento da reprodução e genética bovina de forma clara.

Acessar conteúdo
Melhoramento Genético

Interpretação de Dados

Conteúdos essenciais para compreender e analisar os dados de avaliação genética e reprodução bovina.

Acessar conteúdo
Melhoramento Genético

Características, Índices e Sumários

Guia completo sobre características avaliadas, índices de seleção e sumários de touros com critérios de interpretação.

Acessar conteúdo
Melhoramento Genético

Avaliações Fenotípicas e Genômicas

Entenda as metodologias de avaliação fenotípica e genômica aplicadas ao melhoramento genético bovino.

Acessar conteúdo

O Portal da ASBIA nasce com o propósito de crescer continuamente. Por isso, sua participação também é essencial para que este espaço siga em constante aperfeiçoamento, sempre com mais qualidade e relevância para seus usuários.

Explore, utilize, compartilhe e participe.

Este Portal foi feito para você!

Portal da ASBIA é de todos nós — e foi feito para apoiar o presente e ajudar a construir o futuro do setor.

Associe-se à ASBIA

Conecte-se com os principais players do mercado da pecuária bovina. Faça parte da ASBIA e fortaleça seu negócio em uma rede de excelência e inovação.

Por que ser um associado

Próximos eventos

Todos os eventos
13SETEMBRO2026
Feiras e Exposições

62ª EXPO Rio Preto

Não informado
São José do Rio Preto (SP)
16SETEMBRO2026
Palestras e Eventos Técnicos

6° Fórum Pecuária Brasil

Não informado
São Paulo (SP)
18SETEMBRO2026
Encontros e Conferências

CONACARNE - Congresso Nacional da Carne (ExpoCarne de Qualidade)

Não informado
Online
19SETEMBRO2026
Feiras e Exposições

Expô Araçatuba 2026

Não informado
Araçatuba (SP)
6OUTUBRO2026
Palestras e Eventos Técnicos

Fórum Brasil Sul de Bovinocultura de Corte e SBSBL 2026

08:00 às 18:00
Chapecó (SC)
21OUTUBRO2026
Feiras e Exposições

Conecta Leite 2026

Não informado
Pinhalzinho (SC)
26OUTUBRO2026
Encontros e Conferências

IMAR - International Meeting of Animal Reproduction

08:00 às 23:59
Viçosa (MG)
12NOVEMBRO2026
Feiras e Exposições

ExpoFrísia

Não informado
Carambeí (PR)

Associados

Uma rede diversa de associados comprometidos com o fortalecimento da genética bovina, das tecnologias reprodutivas e da pecuária

Ver associados
Rebanho de gadoRebanho de gado

Nossa história

A ASBIA nasceu para organizar, fortalecer e dar voz ao setor de Inseminação Artificial no Brasil. Ao longo dos anos, construiu credibilidade reunindo conhecimento, dados e representatividade institucional que ajudam a guiar decisões e a impulsionar a evolução da pecuária.

Conheça nossa história

Conteúdos Recentes do Setor

Após caso na Expointer, veja como prevenir a tristeza parasitária bovina

Após caso na Expointer, veja como prevenir a tristeza parasitária bovina

Um dos touros que morreram durante a 49ª Expointer, em Esteio (RS), teve a morte atribuída à tristeza parasitária bovina (TPB), segundo o veterinário responsável pelo atendimento dos animais no evento. A doença é um conjunto de enfermidades causadas principalmente por protozoários e bactérias que vivem no sangue dos bovinos. Entre os principais agentes estão Babesia bovis e Babesia bigemina , responsáveis pela babesiose, e Anaplasma marginale , causador da anaplasmose. Segundo Daniel Rodrigues, gerente técnico da unidade de negócio de Ruminantes da MSD Saúde Animal, a transmissão ocorre sobretudo por carrapatos. Em algumas situações, também pode ocorrer por insetos ou materiais contaminados. Como a tristeza parasitária evolui Os primeiros sinais podem ser discretos. O animal pode ficar mais parado, isolado do lote, com a cabeça baixa e as orelhas caídas. Também podem ocorrer redução do apetite e da ruminação, pelos arrepiados, febre e aumento das frequências respiratória e cardíaca. “Os sinais iniciais podem ser bastante discretos”, explica Rodrigues. Em vacas leiteiras, outro sinal pode ser a queda na produção de leite . Com a evolução da doença e a destruição das hemácias, podem aparecer mucosas pálidas, fraqueza, desidratação, icterícia e dificuldade para se movimentar. Na babesiose, principalmente nos casos provocados por B. bigemina , o animal também pode apresentar urina escura ou avermelhada, em decorrência da hemoglobinúria. A doença pode evoluir para anemia intensa, alterações neurológicas e morte. Qual é a relação com o carrapato? O carrapato atua como vetor da doença. Ao se alimentar de um animal infectado, pode adquirir o agente e transmiti-lo para outro bovino durante uma nova alimentação. Por isso, o controle do carrapato faz parte da prevenção da tristeza parasitária. Rodrigues ressalta, porém, que o manejo não deve se limitar à aplicação de carrapaticidas quando os parasitas aparecem. O controle deve ser planejado de acordo com as condições de cada propriedade, com monitoramento do rebanho e uso dos produtos conforme orientação técnica. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo : siga o Canal Rural no Google News! Estresse pode fazer a doença aparecer? Um bovino pode estar infectado sem apresentar sinais clínicos. Dependendo do agente, pode ocorrer um período de incubação ou uma infecção subclínica. Nesses casos, situações como transporte, mudança de ambiente e manejo intenso podem alterar a resposta imunológica e fisiológica do animal e coincidir com o aparecimento dos sinais. “Isso não significa necessariamente que o estresse causou a infecção; ele pode ter favorecido a manifestação de uma infecção que já estava presente”, explica Rodrigues. Essa relação ajuda a entender por que animais que chegam a eventos, como feiras e exposições, sem sinais aparentes, podem desenvolver manifestações clínicas posteriormente. Como controlar o carrapato? O controle deve ser estratégico e considerar as condições de cada propriedade. Entre as medidas indicadas pelo especialista estão: monitorar o rebanho de forma regular; acompanhar a quantidade de carrapatos nos animais; registrar a ocorrência de casos de tristeza parasitária; escolher o carrapaticida adequado para a propriedade; respeitar dose, intervalo, modo de aplicação e período de carência; evitar misturas e subdosagens por conta própria; alternar princípios ativos conforme orientação técnica; realizar corretamente o tratamento de todo o lote quando indicado; avaliar animais que chegam de outras propriedades ou de feiras antes da entrada no rebanho. “Para prevenir a tristeza parasitária bovina (principalmente babesiose e anaplasmose), o controle do carrapato deve ser estratégico, e não simplesmente baseado em aplicar carrapaticida sempre que aparecem carrapatos”, orienta. Aplicações incompletas ou feitas de forma incorreta podem deixar animais parasitados e contribuir para a seleção de carrapatos resistentes aos produtos utilizados. É preciso eliminar todo o carrapato? Não necessariamente. Em regiões onde a tristeza parasitária é endêmica, o manejo também deve considerar a estabilidade enzoótica da propriedade. “O objetivo não é necessariamente eliminar completamente o carrapato, pois a exposição controlada pode contribuir para a manutenção da imunidade dos animais”, explica Rodrigues. O manejo deve considerar as características epidemiológicas do rebanho e buscar reduzir os riscos de casos clínicos. O que fazer em caso de suspeita? Ao identificar um bovino com sinais compatíveis com tristeza parasitária, o produtor deve procurar atendimento veterinário. A avaliação é necessária porque mais de um agente pode estar presente no mesmo animal e porque outras doenças podem apresentar sinais semelhantes. “Ao identificar um bovino com suspeita de tristeza parasitária bovina (TPB), o produtor deve agir rapidamente”, alerta Rodrigues. O atendimento rápido é importante porque a doença pode evoluir para anemia intensa, alterações neurológicas e morte. O diagnóstico ajuda a definir a conduta de tratamento e as medidas de controle necessárias para os demais animais do rebanho. O produtor também deve informar ao veterinário sobre situações recentes de transporte, mudança de lote, participação em feiras ou outros manejos que possam ter antecedido o aparecimento dos sinais. O post Após caso na Expointer, veja como prevenir a tristeza parasitária bovina apareceu primeiro em Canal Rural .

07 de set. de 2026Canal Rural
Arroba do boi será impulsionada pelos EUA em setembro, mas terá UE como freio

Arroba do boi será impulsionada pelos EUA em setembro, mas terá UE como freio

O mercado físico do boi gordo foi pautado por um movimento mais acomodado nos negócios em agosto. Segundo o analista de Safras & Mercado Fernando Iglesias, o mês iniciou com preços aquecidos na compra de gado, mas foram cedendo ao longo das semanas em meio à incidência de animais de parceria e a utilização de confinamentos próprios pela indústria frigorífica, em especial as de maior porte. “Isso permitiu uma boa composição das escalas de abate. Ainda assim, a média de preços nas praças em agosto ficou acima da verificada no fechamento de julho”, contextualiza. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo :  siga o Canal Rural no Google News! Para o mês de setembro, Iglesias sinaliza que o mercado tende a trabalhar com uma maior possibilidade de alta no preço da arroba. “Esse movimento pode ser pautado por um avanço nas vendas de cortes do dianteiro bovino do Brasil aos Estados Unidos com a flexibilização de tarifas válidas pelos próximos três meses para um volume de 300 mil toneladas.” Ainda assim, o analista reforça que não há espaço para movimentos explosivos de avanços nas cotações, uma vez que passou a valer nesta última quinta-feira (3) a interrupção dos embarques brasileiros de carne bovina para a União Europeia, devido às mudanças nas normas sanitárias com relação ao uso de antimicrobianos. O mercado vislumbra uma possibilidade de preços melhores para arroba do boi mais para o final do ano, quando os frigoríficos começarem a fechar negócios voltados a atender novamente a China, visando o preenchimento da cota de exportação destinada ao Brasil em 2027″, destaca. Variação da arroba entre julho e agosto Os valores do boi gordo, na modalidade a prazo, estavam assim no dia 31 de agosto ante o final de julho: São Paulo (Capital): R$ 345, queda de 1,43% frente aos R$ 350,00 praticados em 31 de julho Goiás (Goiânia): R$ 335, alta de 3,08% ante os R$ 325 registrados no final do mês retrasado Minas Gerais (Uberaba): R$ 335, avanço de 3,08% em comparação aos R$ 325 praticados no final do mês de julho Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 345, ganho de 3% frente aos R$ 335 registrados no encerramento de julho Mato Grosso (Cuiabá): R$ 330, alta de 1,54% ante os R$ 325 registrados no encerramento do mês retrasado Rondônia (Vilhena): R$ 333, valorização de 2,46% perante os R$ 325 praticados no fechamento de julho Preços no atacado O mercado atacadista registrou preços de estáveis a mais baixos durante o mês de agosto. Iglesias ressalta que o setor enfrentou uma forte concorrência com outras proteínas animais ao longo do mês, como as carnes suína e de frango. O quarto do dianteiro do boi foi cotado a R$ 20 por quilo, sem mudanças frente ao valor praticado no final de julho. Já o quarto do traseiro bovino foi precificado a R$ 26 por quilo, baixa de 1,89% ante os R$ 26,50 registrados no final do mês retrasado. O analista de Safras & Mercado ressalta que para a primeira quinzena de setembro é esperada uma sinalização de melhora nos preços dos cortes do traseiro e do dianteiro bovinos, em meio à tradicional demanda mais aquecida no período, com a entrada de salários aquecendo a economia. O post Arroba do boi será impulsionada pelos EUA em setembro, mas terá UE como freio apareceu primeiro em Canal Rural .

Exportação de carne bovina despenca em agosto, mas preço médio dispara

As exportações brasileiras de carne bovina in natura perderam força em agosto. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), analisados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), mostram que o Brasil embarcou 195,715 mil toneladas no mês. O volume representa uma queda de 27,12% em relação a agosto de 2025, quando foram exportadas 268,562 mil toneladas. O recuo também foi mais intenso que o registrado em julho, quando os embarques somaram 257,983 mil toneladas. Na comparação mensal, portanto, o volume exportado caiu 24,1%. Apesar da redução dos embarques, o preço médio da carne bovina brasileira no mercado internacional continuou avançando. Em agosto, a tonelada foi negociada, em média, por US$ 6.165,74, alta de 10,1 % ante os US$ 5.600,47 registrados em agosto do ano passado. Na comparação com julho, o preço médio também subiu. Considerando a receita de US$ 1,56 bilhão e o volume de 257,983 mil toneladas informados pelo Cepea para o mês, o valor médio ficou próximo de US$ 6.046,91 por tonelada. Assim, houve valorização de aproximadamente 2% de julho para agosto. Menor volume, maior valor por tonelada O comportamento dos dados reforça um movimento observado pelo Cepea desde o início do segundo semestre: a redução dos embarques não vem sendo acompanhada na mesma intensidade pelos preços. Em julho, por exemplo, as exportações recuaram 16,83% em volume na comparação anual, mas a receita caiu apenas 6,02%, passando de US$ 1,66 bilhão em julho de 2025 para US$ 1,56 bilhão neste ano. Segundo o Cepea, a diferença entre as variações de volume e receita evidencia a valorização da carne bovina brasileira no mercado internacional. Em agosto, esse movimento se acentuou. A queda de 27,1% nos embarques ocorreu ao mesmo tempo em que o preço médio avançou 10,1% na comparação anual. Com o volume e o preço médio informados pela Secex, a receita de agosto pode ser estimada em aproximadamente US$ 1,21 bilhão, valor cerca de 22,6% inferior ao registrado em julho. A comparação mensal, contudo, deve ser interpretada considerando que agosto teve menos volume exportado, enquanto o preço médio apresentou alta. China pesa sobre ritmo dos embarques A desaceleração das exportações ocorre em um cenário de maior dificuldade de acesso ao mercado chinês. O Cepea já havia apontado, na análise dos dados de julho, que a redução dos embarques para a China estava relacionada à antecipação das vendas realizadas nos primeiros meses do ano e ao avanço do preenchimento da cota de importação estabelecida pelo país. No início de agosto, segundo informações do governo chinês citadas pelo Centro de Pesquisas, a utilização da cota já chegava a 90%. Dados divulgados sobre agosto indicam que a China continuou sendo um dos principais fatores por trás da redução dos embarques brasileiros. Segundo levantamento publicado nesta semana, as exportações para o país asiático recuaram 19,2% em volume na comparação anual, enquanto as vendas para outros mercados apresentaram desempenho mais positivo. O cenário marca uma mudança em relação ao primeiro semestre, quando as exportações de carne bovina ajudaram a sustentar os preços do boi gordo mesmo diante de um consumo doméstico mais moderado. O Cepea destacou que a combinação entre demanda externa aquecida, oferta relativamente ajustada de animais terminados e câmbio favorável sustentou o mercado ao longo dos primeiros sete meses de 2026. O post Exportação de carne bovina despenca em agosto, mas preço médio dispara apareceu primeiro em Canal Rural .

Em destaque

Anuário ASBIA de Genética Bovina 2026
Na mídia

Anuário ASBIA de Genética Bovina 2026

A Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) e a Texto Comunicação anunciam o lançamento do Anuário ASBIA 2026, relatório completo do mercado de inseminação artificial, com destaque para a publicação, na íntegra, do INDEX ASBIA 2025.

06 de set. de 2026Canal Rural
‘Língua eletrônica’ detecta resíduos de antibióticos no leite de vaca e cabra

‘Língua eletrônica’ detecta resíduos de antibióticos no leite de vaca e cabra

Uma espécie de “língua eletrônica” desenvolvida por pesquisadores do Brasil e dos Estados Unidos conseguiu identificar pequenas concentrações de antibióticos em amostras de leite de vaca e de cabra. A tecnologia pode abrir caminho para novas ferramentas de controle da qualidade do leite, embora ainda esteja em fase de testes em laboratório. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo :  siga o Canal Rural no Google News! O dispositivo foi capaz de detectar resíduos de três antibióticos: cloxacilina, tetraciclina e estreptomicina. Um dos diferenciais é que o sistema conseguiu identificar as substâncias mesmo quando mais de um antibiótico estava presente na mesma amostra. O estudo reuniu pesquisadores da Embrapa Instrumentação, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Universidade Federal da Bahia (UFBA) e Drexel University, dos Estados Unidos. Os resultados foram publicados na revista científica ACS Omega . “Por meio de um dispositivo de baixo custo, cujos sensores são formados por fibras de náilon revestidas com diferentes MXenes, conseguimos detectar pequenas quantidades de antibióticos em leite e fazer a diferenciação entre amostras de leite de vaca e leite de cabra”, explica Murilo Facure, professor da Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (EESC-USP) e primeiro autor do estudo. Como funciona a “língua eletrônica”? Apesar do nome, o equipamento não funciona exatamente como a língua humana. A comparação está na maneira como diferentes sinais são combinados para reconhecer o que existe em uma amostra. Em vez de utilizar um único sensor desenvolvido para procurar determinada substância, a língua eletrônica reúne diferentes sensores. Cada um reage de maneira distinta aos componentes presentes no leite. Quando essas respostas são analisadas em conjunto, formam uma espécie de “impressão digital” da amostra. Métodos estatísticos são então utilizados para reconhecer padrões e indicar diferenças entre os materiais analisados. No experimento com leite, os pesquisadores utilizaram três sensores diferentes. Quando entram em contato com a amostra, as moléculas presentes no líquido interagem com os materiais que revestem os sensores e provocam alterações em suas propriedades elétricas. O equipamento mede essas mudanças e gera uma grande quantidade de informações. Posteriormente, os dados são processados por programas especializados, que conseguem encontrar padrões relacionados à presença dos antibióticos. Fios de náilon ajudam a baratear dispositivo Um dos diferenciais do novo sistema está na simplicidade dos componentes utilizados para construir os sensores. Em trabalhos anteriores, os pesquisadores utilizavam eletrodos de ouro, cuja fabricação é mais sofisticada e cara. Desta vez, esses componentes foram substituídos por fibras de náilon revestidas por materiais conhecidos como MXenes. Na prática, o fio de náilon é mergulhado em uma solução contendo folhas extremamente finas desses materiais. As partículas aderem à superfície da fibra e, depois da secagem, formam uma camada capaz de funcionar como sensor. Nos testes com leite, foram utilizadas três composições diferentes de MXenes. Cada uma reage de maneira própria ao ambiente químico da amostra, permitindo obter diferentes sinais elétricos. O que são os MXenes? Os MXenes são uma família relativamente nova de nanomateriais bidimensionais. Eles podem ser comparados, em alguns aspectos, ao grafeno, mas possuem uma composição química mais diversificada. Esses materiais são formados por estruturas extremamente finas compostas por metais, como titânio, nióbio, vanádio ou molibdênio, combinados com carbono, nitrogênio ou ambos. Uma das características que despertam o interesse dos cientistas é a possibilidade de alterar sua composição e, consequentemente, suas propriedades. Além disso, os MXenes apresentam características como elevada condutividade elétrica e grande área de superfície. Isso permite desenvolver materiais diferentes para responder de maneiras distintas às substâncias com as quais entram em contato. É justamente essa diversidade que ajuda a língua eletrônica. Em vez de todos os sensores responderem da mesma maneira ao leite, cada composição oferece uma resposta diferente. A combinação desses sinais permite identificar padrões. Sistema consegue reconhecer antibióticos misturados Outro desafio enfrentado pelos pesquisadores foi realizar a análise em um alimento complexo como o leite. A amostra não contém apenas o composto que os cientistas querem detectar. Proteínas, gorduras, açúcares, sais e diversas outras substâncias também interagem com os sensores e podem interferir nos sinais. Nos testes, porém, a combinação entre os três tipos de MXenes, as medições elétricas e o tratamento estatístico dos dados permitiu reconhecer os antibióticos e ainda diferenciar as amostras de leite bovino e caprino. A identificação simultânea de mais de um antibiótico também foi considerada importante para demonstrar o funcionamento da tecnologia em condições mais complexas. Tecnologia ainda não está disponível para fazendas e laticínios Apesar dos resultados, os pesquisadores ressaltam que a língua eletrônica ainda não é um equipamento disponível comercialmente para utilização em propriedades rurais, indústrias de laticínios ou órgãos de fiscalização. O trabalho está em escala laboratorial e foi realizado sob condições controladas. Portanto, novas etapas de desenvolvimento e validação serão necessárias antes de uma eventual aplicação em condições reais. Ainda assim, o uso de fibras de náilon e a capacidade de detectar concentrações baixas de diferentes antibióticos indicam potencial para o desenvolvimento de ferramentas de análise mais simples e de baixo custo. Além da aplicação no leite, os pesquisadores estudam os MXenes para outras finalidades, como dispositivos de armazenamento de energia, sistemas para remoção de poluentes e nanogeradores. O post ‘Língua eletrônica’ detecta resíduos de antibióticos no leite de vaca e cabra apareceu primeiro em Canal Rural .

06 de set. de 2026Canal Rural
06 de set. de 2026Canal Rural
17 de abr. de 2026
Assessoria Agropecuária
Efeito da oferta de forragem durante terço médio e final da gestação de vacas nelore sobre o metabolismo, desempenho e qualidade da carne da progênie macho durante recria e terminação
Conteúdos técnicos

Efeito da oferta de forragem durante terço médio e final da gestação de vacas nelore sobre o metabolismo, desempenho e qualidade da carne da progênie macho durante recria e terminação

14 de abr. de 2026UNESP
Programa Pecuária e Genética
Ações governamentais

Programa Pecuária e Genética

Potencialize seu rebanho leiteiro com nossas consultorias especializadas em IATF, FIV e Avaliação de Carcaça de Animal Vivo

24 de jun. de 2024SEBRAE
Programa Pecuária e Genética
Ações governamentais

Programa Pecuária e Genética

Potencialize seu rebanho leiteiro com nossas consultorias especializadas em IATF, FIV e Avaliação de Carcaça de Animal Vivo

24 de jun. de 2024SEBRAE
Efeito da oferta de forragem durante terço médio e final da gestação de vacas nelore sobre o metabolismo, desempenho e qualidade da carne da progênie macho durante recria e terminação
Conteúdos técnicos

Efeito da oferta de forragem durante terço médio e final da gestação de vacas nelore sobre o metabolismo, desempenho e qualidade da carne da progênie macho durante recria e terminação

14 de abr. de 2026UNESP
Anuário ASBIA de Genética Bovina 2026
Na mídia

Anuário ASBIA de Genética Bovina 2026

A Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) e a Texto Comunicação anunciam o lançamento do Anuário ASBIA 2026, relatório completo do mercado de inseminação artificial, com destaque para a publicação, na íntegra, do INDEX ASBIA 2025.

17 de abr. de 2026Assessoria Agropecuária
Genômica está no centro do melhoramento genético de bovinos
Artigos

Genômica está no centro do melhoramento genético de bovinos

A avaliação genômica vem transformando o melhoramento genético nos rebanhos em todo o Brasil. Com a análise do DNA, podemos prever características genéticas fundamentais para a seleção dos animais jovens e melhoradores. Em mais de duas décadas de trabalho na área, acompanho de perto o crescimento da tecnologia no país, especialmente nas raças leiteiras. Neste artigo, conto um pouco das vantagens da técnica em quatro pontos principais: redução de tempo, economia nos custos, maior precisão e ganhos reais em produtividade.

20 de mai. de 2026Asbia
Genômica está no centro do melhoramento genético de bovinos
Artigos

Genômica está no centro do melhoramento genético de bovinos

A avaliação genômica vem transformando o melhoramento genético nos rebanhos em todo o Brasil. Com a análise do DNA, podemos prever características genéticas fundamentais para a seleção dos animais jovens e melhoradores. Em mais de duas décadas de trabalho na área, acompanho de perto o crescimento da tecnologia no país, especialmente nas raças leiteiras. Neste artigo, conto um pouco das vantagens da técnica em quatro pontos principais: redução de tempo, economia nos custos, maior precisão e ganhos reais em produtividade.

20 de mai. de 2026Asbia

Últimos conteúdos

Ver todos os conteúdosTodos os conteúdos
Mapa realiza, em maio, o Mês da Saúde Animal 2026
Ações governamentais

Mapa realiza, em maio, o Mês da Saúde Animal 2026

Com foco na brucelose bovina, campanha busca ampliar a cobertura vacinal e reforçar a prevenção da doença nos rebanhos brasileiros

20 de mai. de 2026Ministério da Agricultura e Pecuária
Conteúdos técnicos

Genomic Variants Associated With Oocyte and Embryo Production in Dairy Gir Cattle

Ações governamentais

Artigos

Boletins

Conteúdos técnicos

Na mídia

20 de mai. de 2026
Animal Genetics
Ações governamentais

Governo amplia acesso ao crédito para melhoramento genético da pecuária sustentável

17 de abr. de 2026Ministério da Agricultura e Pecuária
Conteúdos técnicos

Reproductive efficiency of Nelore (Bos indicus) cows submitted to conventional resynchronization or ReBreed21 programs

16 de abr. de 2026Theriogenology Animal Reproduction