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Bem-vindos ao Portal da ASBIA!

Este Portal foi desenvolvido pela Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) para atender aos diversos segmentos do setor pecuário bovino, reunindo, de forma inédita, informações em um só ambiente, com o propósito de facilitar o acesso dos usuários e contribuir para uma consulta mais simples, prática e confiável.

Sua construção é resultado do empenho generoso e da dedicação de muitas pessoas que acreditam na importância de fomentar e compartilhar conhecimento. Fotógrafos, pesquisadores, professores, profissionais do setor e técnicos uniram experiência, tempo e compromisso em torno de um objetivo comum: tornar este espaço uma fonte relevante de informação para todos que atuam ou se interessam pela pecuária bovina. A cada um que participou dessa construção, registramos nosso sincero agradecimento, com reconhecimento pela valiosa contribuição oferecida.

Aqui você vai encontrar:

  • Informações estratégicas e dados compilados para apoiar decisões, estudos e acompanhamento do mercado.
  • Um espaço para canais de comunicação, jornalistas e profissionais que divulgam o setor terem acesso a pautas, referências e informações organizadas.
  • Um ambiente para divulgação de eventos, ajudando instituições, empresas e profissionais a ampliarem o alcance das suas iniciativas.
  • Acesso ao acervo institucional, que reúne publicações como o Anuário, as versões do Index Sêmen divulgadas ao mercado e materiais técnicos.
  • Um acervo de legislações, regulamentações, normas e diretrizes ligadas ao setor, apresentado de forma simples e fácil de consultar.
  • Conteúdos sobre melhoramento genético e tecnologias reprodutivas, pensados para atender desde quem está começando até quem já atua na área.

O Portal da ASBIA nasce com o propósito de crescer continuamente. Por isso, sua participação também é essencial para que este espaço siga em constante aperfeiçoamento, sempre com mais qualidade e relevância para seus usuários.

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Cursos e Treinamentos

Curso de Inseminação Artificial – FAZU – Faculdades Associadas de Uberaba - Julho

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Uberaba (MG)
28JULHO2026
Encontros e Conferências

FORMULEITE 2026

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Lavras (MG)
30JULHO2026
Feiras e Exposições

LXII Exposición Nacional de Ganado Cebú

06:00 às 20:00
São Paulo (SP)
15AGOSTO2026
Feiras e Exposições

18ª ExpoGenética

Não informado
Uberaba (MG)
28AGOSTO2026
Feiras e Exposições

Camaru 2026 (62ª edição)

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Uberlândia (MG)
29AGOSTO2026
Feiras e Exposições

Expointer 2026

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Esteio (RS)
1SETEMBRO2026
Palestras e Eventos Técnicos

Fórum Nacional do Leite 2026

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Brasília (DF)
7SETEMBRO2026
Encontros e Conferências

AIM Congress 2026

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Dubai (DU)
13SETEMBRO2026
Feiras e Exposições

62ª EXPO Rio Preto

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São José do Rio Preto (SP)
16SETEMBRO2026
Palestras e Eventos Técnicos

6° Fórum Pecuária Brasil

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São Paulo (SP)
18SETEMBRO2026
Encontros e Conferências

CONACARNE - Congresso Nacional da Carne (ExpoCarne de Qualidade)

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Online
19SETEMBRO2026
Feiras e Exposições

Expô Araçatuba 2026

Não informado
Araçatuba (SP)
6OUTUBRO2026
Palestras e Eventos Técnicos

Fórum Brasil Sul de Bovinocultura de Corte e SBSBL 2026

08:00 às 18:00
Chapecó (SC)
21OUTUBRO2026
Feiras e Exposições

Conecta Leite 2026

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Pinhalzinho (SC)
26OUTUBRO2026
Encontros e Conferências

IMAR - International Meeting of Animal Reproduction

08:00 às 23:59
Viçosa (MG)
12NOVEMBRO2026
Feiras e Exposições

ExpoFrísia

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Carambeí (PR)

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Conteúdos Recentes do Setor

Mercado do boi gordo está em queda, mas expectativa para o último trimestre é de alta

Mercado do boi gordo está em queda, mas expectativa para o último trimestre é de alta

O mercado físico do boi gordo registrou lentidão nos negócios ao longo da semana. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Iglesias, os pecuaristas relutam em entregar os animais nas atuais condições de preço, enquanto os frigoríficos que ainda operam com escalas encurtadas tentam sustentar a pressão baixista nas cotações. No entanto, o especialista esclarece que as condições para o produtor cadenciar o ritmo dos negócios são piores no momento, considerando o atual momento das pastagens, além da necessidade de girar os negócios nos confinamentos. Iglesias destaca que o virtual esgotamento da cota chinesa de 1,1 milhão de toneladas de carne bovina é um elemento importante a ser mencionado neste momento. “As indústrias ainda operam com maior capacidade ociosa para se adequar a uma realidade de menor exportação ao principal mercado do Brasil nos últimos anos.” O que esperar? Os preços da arroba do boi gordo devem ter uma alta consistente no último trimestre do ano. A volta da demanda chinesa focada na cota de exportação do Brasil em 2027, a forte procura esperada pelos Estados Unidos e o período auge de demanda no mercado interno tendem a dar sustentação ao mercado. O coordenador da equipe de inteligência de mercado da Scot Consultoria, Felipe Fabbri, acredita que a arroba deve superar a máxima do ano até aqui, de R$ 360 na praça-base São Paulo. “Há uma soma de fatores que nos levam a crer neste comportamento, como a menor participação de fêmeas em relação aos machos, o que puxa o preço do boi intraanualmente.” Além disso, o especialista ressalta que a partir de setembro, a tendência é a de que a movimentação para o período eleitoral no Brasil intensifique a circulação de renda no país, além da geração de empregos temporários típicos do fim do ano e a diminuição de encargos, somada às bonificações e festas de fim de ano. “Do lado exportador, o setor já programa os abates e produção de carne para enviar à China e para os Estados Unidos fora das tarifas adicionais que os dois países impõem após a cota de volume superada. Outro destaque é a estação de monta no Brasil, que estimula a retenção de matrizes e, com isso, os preços atuais da reposição devem puxar uma aceleração do quadro para o fim do ano”, destaca Fabbri. Média da arroba do boi Os valores do boi gordo, na modalidade a prazo, estavam assim no dia 9 de julho: São Paulo (Capital): R$ 330, baixa de 1,49% frente aos R$ 335 registrados no final da última semana; Goiás (Goiânia): R$ 315, recuo de 1,56% ante os R$ 320 do final da semana anterior; Minas Gerais (Uberaba): R$ 310, retração de 1,59% em comparação aos R$ 315 praticados no fechamento da semana anterior; Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 320, sem mudanças frente à semana passada; Mato Grosso (Cuiabá): R$ 320, decréscimo de 3,03% perante os R$ 330 registrados no fechamento da semana passada; Rondônia (Vilhena): R$ 315, declínio de 1,56% em relação aos R$ 320,00 registrados no encerramento da semana passada. Mercado atacadista O mercado atacadista se deparou com preços estáveis durante a semana. A eliminação precoce da seleção brasileira de futebol resultou em uma expectativa mais comedida de consumo de carne em relação à Copa do Mundo. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo:   siga o Canal Rural no Google News! “A carne bovina ainda perde competitividade se comparada às proteínas concorrentes, em especial frente à carne de frango”, lembra o analista. Quarto do dianteiro: cotado a R$ 20 por quilo, queda de 4,76% frente aos R$ 21 por quilo praticados na semana passada; Quarto do traseiro bovino: precificado a R$ 25,50 por quilo, sem mudanças ante à semana anterior. Exportações de carne bovina As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 288,346 milhões em julho até o momento (3 dias úteis), com média diária de US$ 96,115 milhões, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). A quantidade total exportada pelo país chegou a 45,169 mil toneladas, com média diária de 15,056 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 6.387,70. Em relação a julho de 2025, houve alta de 43,9% no valor médio diário da exportação, ganho de 25,1% na quantidade média diária exportada e avanço de 15% no preço médio. * Com informações de Safras News O post Mercado do boi gordo está em queda, mas expectativa para o último trimestre é de alta apareceu primeiro em Canal Rural .

11 de jul. de 2026Canal Rural
‘Não há um único protagonista’, diz CEO do Sindirações sobre crescimento da alimentação animal

‘Não há um único protagonista’, diz CEO do Sindirações sobre crescimento da alimentação animal

A indústria de alimentação animal voltou a apresentar um crescimento consistente no país, após um período de volatilidade associado aos custos de grãos e ao ambiente macroeconômico. Fatores como expansão da avicultura , recuperação da suinocultura e avanço do confinamento bovino ajudam a explicar esse processo. “Não há um único protagonista neste ciclo. O crescimento é sustentado pela expansão simultânea de diferentes cadeias, o que confere maior resiliência ao setor”, aponta Ariovaldo Zani, CEO do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações). Em 2025, a produção nacional de rações e suplementos atingiu cerca de 94 milhões de toneladas, ante 91 milhões de toneladas registradas em 2024. Para este ano, a projeção do setor aponta para 97 milhões de toneladas, sustentado pela intensificação da produção pecuária e pelo aumento da demanda por proteína animal no Brasil e no exterior. Avicultura mantém liderança no consumo de ração A avicultura segue sendo o maior consumidor individual de ração no Brasil. A produção passou de 36,9 milhões de toneladas em 2024 para 37,85 milhões em 2025, alta de 2,5%. Para 2026, a expectativa é de que o consumo de ração no segmento chegue a 39,1 milhões de toneladas. Segundo Zani, esse crescimento é amplamente pautado pela demanda externa, em que o frango brasileiro tem competitividade consolidada. “Qualquer aceleração nas exportações repercute diretamente no volume de ração produzida”, destaca. No caso da aquicultura, o Sindirações considera que o segmento apresenta maior dinamismo relativo e pode ampliar sua participação nos próximos anos. Em 2025, o crescimento foi de 5,3% e, para 2026, a projeção é de quase 2 milhões de toneladas de peixes cultivados. “O Brasil já ultrapassa 1 milhão de toneladas de peixes cultivados (com predominância da tilápia), e a combinação de expansão do consumo interno, avanço das exportações e ganhos tecnológicos na produção posiciona o setor como uma das apostas mais sólidas para os próximos anos”, aponta o CEO. Confinamento amplia demanda por ração O avanço do confinamento é um dos movimentos estruturais mais significativos para a indústria de alimentação animal no Brasil. Segundo o Censo do Confinamento elaborado pelo Cepea , o número de animais confinados saltou de 7,96 milhões de cabeças em 2024 para 9,25 milhões em 2025, alta de 16%, com perspectiva de se aproximar de 10 milhões de cabeças em 2026. Neste cenário, o reflexo sobre a indústria de alimentação animal também cresce. De acordo com o Sindirações, o consumo de ração na bovinocultura de corte cresceu 7,5% em 2025, passando de 7,22 para 7,76 milhões de toneladas. É o maior percentual de crescimento entre as cadeias pecuárias tradicionais. Para Ariovaldo, do ponto de vista qualitativo, a intensificação da pecuária eleva significativamente a complexidade da nutrição animal envolvida. Segundo ele, no confinamento, a dieta é formulada com precisão para otimizar ganho de peso, conversão alimentar e qualidade de carcaça, o que demanda formulações técnicas mais sofisticadas, maior uso de concentrados, núcleos e aditivos que modificam a microbiota ruminal e contribuem para reduzir as emissões de metano. “Isso impacta positivamente não apenas o volume, mas o valor agregado dos produtos da indústria de alimentação animal. Em termos de produtividade, o confinamento encurta o ciclo de abate, melhora a padronização do produto final e permite ao produtor capturar janelas de mercado mais favoráveis”, afirma. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! Grãos seguem no radar da indústria A melhora nos custos de grãos foi outro fator que contribuiu para o crescimento consistente da indústria de alimentação animal em 2025, após um período de alta volatilidade. Para o Sindirações, esse avanço foi importante sobretudo para a suinocultura, que havia enfrentado uma maior pressão em suas margens nos anos anteriores. No entanto, para 2026, o cenário segue condicionado a variáveis que escapam ao controle do setor, segundo o CEO do Sindicato. “No milho, os principais fatores de atenção são a influência do El Niño sobre o comportamento climático nas regiões produtoras (especialmente no contexto de safrinha), a demanda das exportações do grão e a crescente produção de etanol, muito embora o coproduto dessa destilação (farelo de milho/DDG) retorne à cadeia produtiva da alimentação animal”, explica.  No caso do farelo de soja, ele ressalta que a volatilidade é influenciada pelo ritmo de processamento nas esmagadoras, pelos preços internacionais da proteína vegetal e pela dinâmica da soja em grão no mercado global, com destaque para as decisões de política agrícola nos Estados Unidos e na Argentina. “O risco cambial é um fator transversal. Com ambos os insumos precificados com referência ao mercado internacional, a depreciação do real amplia o custo em moeda local mesmo quando os preços externos estão estáveis. Esse é um dos elementos que o setor monitora com maior atenção no planejamento para 2026”, acrescenta Zani. China e Europa entram no radar do setor O Sindirações acompanha com cautela o impacto das salvaguardas da China sobre a carne bovina. A medida impõe uma cota anual de cerca de 1,1 milhão de toneladas para importações do produto com tarifas adicionais para volumes excedentes.  A entidade afirma que para a indústria de alimentação animal, o canal de transmissão é indireto, mas relevante. Para o CEO, se as salvaguardas reduzirem o ritmo de crescimento das exportações brasileiras de carne bovina, a pressão sobre os frigoríficos pode desestimular investimentos em capacidade de abate e, talvez, reduzir o interesse dos produtores em intensificar a produção via confinamento. “Por ora, o impacto mais imediato se dá no ambiente de expectativas. O setor pecuário opera com horizontes de planejamento de médio prazo, e incertezas sobre o acesso ao principal mercado comprador podem moderar decisões de expansão. No cenário base do Sindirações, a projeção de crescimento para 2026 já incorpora algum grau de conservadorismo em relação ao segmento bovino justamente por conta desse fator e, mais recentemente, da ameaça europeia ao embargo às proteínas animais brasileiras por conta dos antimicrobianos melhoradores de desempenho”, disse Ariovaldo Zani. Setor aposta no mercado interno Para este ano, o Sindirações acredita que o mercado interno seguirá sendo a base do crescimento do setor, sustentado pelo aumento do consumo de proteína animal e pelo dinamismo de segmentos como pets e aquicultura. Além disso, para a entidade, a intensificação da pecuária – especialmente via confinamento bovino – é um vetor de expansão que deverá se manter ativo em 2026. “Alcançar 97 milhões de toneladas requer não apenas mais animais, mas também a manutenção de condições econômicas favoráveis ao uso de nutrição de qualidade. O crescimento de 2026 é factível, mas depende de um ambiente de custos de grãos relativamente estável, da continuidade da intensificação pecuária e da manutenção do acesso a mercados externos pelas cadeias exportadoras brasileiras”, finaliza o CEO. O post ‘Não há um único protagonista’, diz CEO do Sindirações sobre crescimento da alimentação animal  apareceu primeiro em Canal Rural .

Lucro no confinamento supera R$ 1 mil por cabeça em junho, diz Ponta Agro

A rentabilidade do confinamento bovino ficou acima de R$ 1 mil por cabeça em junho nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, segundo o Índice de Custo Alimentar Ponta (Icap), divulgado pela Ponta Agro nesta sexta-feira (10). O resultado foi sustentado pela redução dos custos de produção e pelo ganho de eficiência nas propriedades, mesmo com a queda dos preços da arroba no período. No Centro-Oeste, o lucro estimado foi de R$ 1.053,25 por cabeça, alta de 1,56% frente ao mês anterior. No Sudeste, a margem foi de R$ 1.007,41 por cabeça, com queda de 10,36%. No mesmo intervalo, a arroba do boi gordo recuou 5,69% no Centro-Oeste e 3,35% no Sudeste. Segundo a Ponta Agro, o Centro-Oeste voltou a liderar a lucratividade com a redução de 9,93% no custo da arroba produzida e com o menor tempo de permanência dos animais no confinamento. No mercado do boi China, o lucro estimado chegou a R$ 1.118,53 por cabeça no Centro-Oeste, ante R$ 1.072,18 no Sudeste. Receba no seu celular atualizações em tempo real, enquetes interativas e tudo o que impacta o dia a dia no campo: entre agora no Whatsapp do Canal Rural! A empresa afirmou que a lucratividade do confinamento deixou de depender exclusivamente da valorização da arroba e passou a ser sustentada pela eficiência produtiva, com menor peso da alimentação no custo total da arroba produzida. O boletim indica que essa mudança acompanha a redução estrutural dos custos alimentares observada nos últimos dois anos. Em junho de 2024, uma arroba de boi gordo pagava 14,47 dias de alimentação no Centro-Oeste e 18,89 dias no Sudeste. Atualmente, o indicador passou para 25,06 dias e 28,12 dias, respectivamente. Com isso, o custo da nutrição, que consumia até 89,1% da receita gerada por uma arroba, passou a representar pouco mais da metade desse valor nas duas regiões. O Icap mostrou ainda diferenças no comportamento dos custos alimentares. No Centro-Oeste, o índice ficou em R$ 12,91 por cabeça ao dia, alta de 0,62% sobre maio. No Sudeste, caiu para R$ 11,79 por cabeça ao dia, recuo de 2,23% e menor nível de 2026. No Centro-Oeste, o custo total da dieta de terminação encerrou junho 4,16% abaixo da média do trimestre, com destaque para a queda dos volumosos, de 37,13%, e dos energéticos, de 8,25%. A casca de algodão recuou 51,7% e o milho grão seco ficou 8% abaixo da média trimestral. No Sudeste, a dieta terminou junho 1,08% abaixo da média do trimestre, puxada pela queda de 2,83% nos insumos proteicos, enquanto os volumosos subiram 15,8% e o milho seguiu pressionado na região. Fonte: Estadão Conteúdo O post Lucro no confinamento supera R$ 1 mil por cabeça em junho, diz Ponta Agro apareceu primeiro em Canal Rural .

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Anuário ASBIA de Genética Bovina 2026
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11 de jul. de 2026Canal Rural
Boi gordo: veja como os preços da arroba fecharam em 9 estados

Boi gordo: veja como os preços da arroba fecharam em 9 estados

A arroba do boi gordo encerrou a semana no mesmo ritmo dos últimos dias: em viés de baixa. Enquanto pecuaristas evitam negociar os animais nas atuais condições de preço, frigoríficos tentam sustentar a pressão baixista, mesmo com escalas encurtadas. Contudo, as condições para segurar a venda não são muito favoráveis por conta do atual momento das pastagens e da necessidade de girar os negócios nos confinamentos. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo:  siga o Canal Rural no Google News! Soma-se a isso o virtual esgotamento da cota de importação de 1,1 milhão de toneladas de carne bovina que a China impôs ao Brasil. Deste modo, as indústrias operam com maior ociosidade na tentativa de adequação a uma realidade de menor venda para o principal mercado comprador. O Indicador do Boi Gordo Datagro mostra os valores negociados nesta sexta-feira (10) nas principais praças de comercialização. Veja: São Paulo: R$ 326,30 — ontem: R$ 327,06 Bahia: R$ 308,92 — ontem: R$ 308,48 Goiás: R$ 313,71 — ontem: R$ 313,80 Minas Gerais: R$ 312,28 — ontem: R$ 313,99 Mato Grosso do Sul: 332,42 — ontem: R$ 330,78 Mato Grosso: R$ 316,67 — ontem: R$ 316,90 Pará: R$ 319,10 — ontem: R$ 318,79 Rondônia: R$ 312,36 — ontem: R$ 312,24 Tocantins: R$ 313,63 — ontem: R$ 313,77 O post Boi gordo: veja como os preços da arroba fecharam em 9 estados apareceu primeiro em Canal Rural .

10 de jul. de 2026Canal Rural
10 de jul. de 2026Canal Rural
17 de abr. de 2026
Assessoria Agropecuária
Efeito da oferta de forragem durante terço médio e final da gestação de vacas nelore sobre o metabolismo, desempenho e qualidade da carne da progênie macho durante recria e terminação
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14 de abr. de 2026UNESP
Programa Pecuária e Genética
Ações governamentais

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Potencialize seu rebanho leiteiro com nossas consultorias especializadas em IATF, FIV e Avaliação de Carcaça de Animal Vivo

24 de jun. de 2024SEBRAE
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Genômica está no centro do melhoramento genético de bovinos
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A avaliação genômica vem transformando o melhoramento genético nos rebanhos em todo o Brasil. Com a análise do DNA, podemos prever características genéticas fundamentais para a seleção dos animais jovens e melhoradores. Em mais de duas décadas de trabalho na área, acompanho de perto o crescimento da tecnologia no país, especialmente nas raças leiteiras. Neste artigo, conto um pouco das vantagens da técnica em quatro pontos principais: redução de tempo, economia nos custos, maior precisão e ganhos reais em produtividade.

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17 de abr. de 2026Ministério da Agricultura e Pecuária
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16 de abr. de 2026Theriogenology Animal Reproduction