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Este Portal foi desenvolvido pela Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) para atender aos diversos segmentos do setor pecuário bovino, reunindo, de forma inédita, informações em um só ambiente, com o propósito de facilitar o acesso dos usuários e contribuir para uma consulta mais simples, prática e confiável.

Sua construção é resultado do empenho generoso e da dedicação de muitas pessoas que acreditam na importância de fomentar e compartilhar conhecimento. Fotógrafos, pesquisadores, professores, profissionais do setor e técnicos uniram experiência, tempo e compromisso em torno de um objetivo comum: tornar este espaço uma fonte relevante de informação para todos que atuam ou se interessam pela pecuária bovina. A cada um que participou dessa construção, registramos nosso sincero agradecimento, com reconhecimento pela valiosa contribuição oferecida.

Aqui você vai encontrar

Legislação

Legislação

Acervo de legislações, regulamentações, normas e diretrizes do setor, apresentado de forma simples e fácil de consultar.

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Melhoramento Genético

Interpretação de Dados

Conteúdos essenciais para compreender e analisar os dados de avaliação genética e reprodução bovina.

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Melhoramento Genético

Características, Índices e Sumários

Guia completo sobre características avaliadas, índices de seleção e sumários de touros com critérios de interpretação.

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Melhoramento Genético

Avaliações Fenotípicas e Genômicas

Entenda as metodologias de avaliação fenotípica e genômica aplicadas ao melhoramento genético bovino.

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A Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) e a Texto Comunicação anunciam o lançamento do Anuário ASBIA 2026, relatório completo do mercado de inseminação artificial, com destaque para a publicação, na íntegra, do INDEX ASBIA 2025.

17 de abr. de 2026Assessoria Agropecuária
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20 de mai. de 2026Asbia
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Jovem faz sucesso nas redes sociais ao compartilhar rotina como pecuarista e mãe

Jovem faz sucesso nas redes sociais ao compartilhar rotina como pecuarista e mãe

Aos 24 anos, Maísa Rossoni acumula experiências e responsabilidades na vida acima da média para uma jovem na faixa da sua idade . Moradora de Vila Rica, no interior de Mato Grosso, a jovem cresceu em uma propriedade rural, começou a investir por conta própria na pecuária aos 20 anos e, atualmente, divide com os pais a rotina de uma fazenda com cerca de mil cabeças de gado. Essa rotina é compartilhada com quase 200 mil seguidores via Instagram diariamente. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo : siga o Canal Rural no Google News! Além de exercer o papel de pecuarista, Maísa tem outra importante função: a maternidade. Ela é mãe de uma menina de 2 anos e conta com a ajuda dos pais para conciliar a criação da filha com o trabalho na propriedade. “Quando eu saio para fazer algum serviço, minha mãe fica por conta dela. Quando minha mãe tem que ir fazer o serviço, eu fico. A gente vai revezando aqui. Meu pai também ajuda bastante”, conta. E há dias em que maternidade e pecuária literalmente seguem juntas. “Quando precisa, eu levo ela junto. Para colocar o trato para o gado, ela vai junto no trator. A gente vai se virando.” A relação de Maísa com a vida rural começou ainda na infância. Ela nasceu em uma família que morava em Paraíso do Tocantins, onde o pai trabalhava com um mercado. A mudança para Mato Grosso ocorreu quando ela tinha 5 anos. A mãe tinha familiares em Vila Rica e, depois da venda do comércio no Tocantins, a família decidiu se mudar. Inicialmente, viveram na cidade até surgir a oportunidade de ir para a propriedade onde Marina mora até hoje. O pai não tinha experiência com a atividade rural quando chegou à região e aprendeu o trabalho depois da mudança. Pelo lado materno, no entanto, já havia ligação com o setor: o avô de Maísa tinha propriedade rural e trabalhava com leite. Foi nesse ambiente que ela cresceu e aprendeu a rotina que hoje compartilha com milhares de pessoas. Ao contrário do irmão, que deixou a propriedade para estudar no Tocantins, Maísa nunca teve como objetivo construir uma vida longe do campo. Em determinado momento, chegou a considerar cursar Medicina Veterinária, mas até essa possibilidade estava relacionada à fazenda. “Sempre foi com aquele foco nos animais, para trazer melhorias aqui para a fazenda mesmo. Nunca pensei em mudar de ramo ou sair da fazenda.” Entre as razões para permanecer está justamente o estilo de vida encontrado no interior. “Eu prezo muito a tranquilidade do campo, a qualidade de vida que a gente tem aqui. A gente trabalha bastante, porque tem muito serviço para fazer na fazenda, mas é uma vida em que a gente tem mais tranquilidade.” Jovem pecuarista Embora tenha crescido acompanhando a atividade dos pais, Maísa considera os 20 anos como o início de sua própria trajetória como pecuarista. Foi nessa idade que comprou as primeiras matrizes. Hoje, a rotina familiar envolve aproximadamente mil animais e diferentes atividades. Marina ajuda o pai no trabalho com o gado e no semiconfinamento, participa do preparo do trato e da produção de silagem, além de criar pintinhos para venda, comercializar ovos e ajudar na venda de leite na cidade. “Eu ajudo em tudo um pouco”, resume. Mas, quando precisa apontar a atividade que ocupa a maior parte de seu tempo, não há dúvida: “É mais a lida aqui, com gado, na pecuária mesmo”. Com 1,54 metro de altura e atuando em uma atividade ainda fortemente associada ao universo masculino, Maísa conta que não é raro encontrar pessoas surpresas ao descobrir que ela trabalha diariamente com gado. “Rola muito aquela dúvida. Me veem pequenininha, delicadinha e falam: ‘Você trabalha com isso? Nem parece’.” Ela diz encarar as reações com bom humor. “Eu levo bem na esportiva. Falo: ‘Tamanho não é documento’.” O trabalho na propriedade é feito basicamente por Maísa e pelos pais. Os três se dividem para cuidar dos animais e das demais atividades da fazenda. Rotina no campo viralizou nas redes A exposição da vida rural começou de maneira despretensiosa. Marina publica conteúdos nas redes sociais há cerca de cinco anos, mas foi mais recentemente que passou a direcionar o perfil principalmente para a pecuária. Um dos primeiros vídeos a viralizar o trabalho dela com o gado no curral. A publicação atingiu quase 1 milhão de seguidores, segundo Maísa. “Foi onde eu comecei a ganhar mais seguidores.” Maísa percebeu que a simplicidade da rotina tinha apelo inclusive para quem já não vive mais no meio rural. “Recebo muitas mensagens de pessoas que moravam na roça e tiveram que sair para a cidade. Elas acompanham os meus vídeos justamente para ter essas lembranças de como é morar na roça.” Outro público começou a aparecer depois que ela publicou sua trajetória na pecuária: pessoas interessadas em ingressar na atividade. “Comecei a ganhar bastante seguidores que querem começar na pecuária, mas não sabem como. Eles pedem muita dica de como começar, de como fazer o investimento certo.” A visibilidade abriu novas possibilidades profissionais. Maísa passou a fechar trabalhos publicitários e parcerias com empresas, principalmente relacionadas ao universo agro, mas também com marcas de roupas, produtos domésticos e outros segmentos. Ela, porém, faz questão de separar a atividade digital da principal fonte de sustento. “Em questão de monetização, o Instagram não paga para a gente. Então não é uma coisa com que podemos contar como renda. A gente fecha parcerias com marcas, mas o meu foco de renda principal é aqui na fazenda.” A experiência de sair do ambiente virtual e perceber o alcance dos vídeos aconteceu de forma mais intensa durante a Festa de Peão de Barretos, em agosto. Acostumada a viver em uma cidade pequena e viajar pouco, Maísa foi abordada por seguidores que reconheceram seu trabalho. “Teve bastante gente que chegou em mim e falou: ‘Eu te acompanho na rede social, gosto muito do seu conteúdo, você passa a verdade’. Uma pessoa falou: ‘Você pessoalmente é a mesma coisa que na rede social’. O que eu passo no meu perfil sou eu pessoalmente.” Maternidade Se administrar a rotina da propriedade já exige dedicação, Marina precisou aprender a conciliá-la com a maternidade. Ela se casou aos 19 anos e permaneceu aproximadamente quatro anos no relacionamento. Hoje separada, afirma que o pai da menina não participa dos cuidados com a filha. Na propriedade, são os avós maternos que formam sua principal rede de apoio. A menina, mesmo com apenas 2 anos, já acompanha alguns momentos da rotina rural. Maísa acredita que o contato diário com os animais pode fazer com que a filha também desenvolva uma ligação com o campo. “Ela gosta muito daqui, de ter contato com os animais. Ela fica estressada quando fica dentro de casa”, conta. A possibilidade de futuramente precisar passar mais tempo na cidade por causa dos estudos da filha é uma das poucas situações que fazem Marina imaginar uma rotina diferente. “Às vezes comentam aqui em casa de ter que comprar uma casa na cidade, porque tenho uma menininha e ela vai ter que estudar. Aí eu fico: ‘Nossa, vai ser difícil adaptar na cidade’.” Ao falar sobre o futuro, Maísa conecta a expansão da atividade pecuária ao crescimento conquistado nas redes sociais. Mais do que aumentar o número de seguidores, ela diz querer usar a própria experiência para conversar com outras mulheres, especialmente aquelas que trabalham no campo, são mães ou precisam reconstruir a vida depois de uma separação. “Quero passar para as mulheres que me acompanham que somos capazes de ser independentes. Eu, como mãe, quero mostrar para as mulheres que passaram por um término, por uma separação, que a gente consegue dar a volta por cima.” Para Marina, trabalhar na pecuária não significa abrir mão de outros aspectos de sua identidade. “A gente consegue ter o nosso trabalho, cuidar dos nossos filhos, se cuidar também, ter vaidade, trabalhando no campo. Meu foco é passar para outras mulheres que a gente tem capacidade de trabalhar no campo e continuar feminina.” Mesmo com o crescimento nas redes, Maísa diz não ter planos imediatos de abandonar a atividade que deu origem ao conteúdo. “Eu gosto muito da pecuária. Quero crescer cada vez mais no ramo.” O post Jovem faz sucesso nas redes sociais ao compartilhar rotina como pecuarista e mãe apareceu primeiro em Canal Rural .

07 de out. de 2026Canal Rural
Preços do boi gordo disparam impulsionados por escalas curtas; veja cotações

Preços do boi gordo disparam impulsionados por escalas curtas; veja cotações

O mercado físico do boi gordo manteve viés de alta nesta terça-feira (6), em um ambiente ainda caracterizado pela restrição da oferta e pelo posicionamento desconfortável das escalas de abate. O analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, ressalta que as programações permanecem concentradas entre cinco e sete dias úteis, mantendo os frigoríficos ativos na compra de boiadas. “As indústrias de maior porte também vêm elevando suas indicações, embora a dispersão entre os valores praticados continue significativa. Diante desse quadro, a perspectiva de curto prazo permanece favorável a novos reajustes da arroba”, disse. Preços médios da arroba do boi São Paulo: R$ 375,58 — ontem: R$ 366,42 Goiás: R$ 358,57 — ontem: R$ 353,57 Minas Gerais: R$ 365,29 — ontem: R$ 360,29 Mato Grosso do Sul: R$ 364,32 — ontem: R$ 358,30 Mato Grosso: R$ 345,88 — ontem: R$ 341,62 Mercado atacadista O mercado atacadista de carne bovina apresentou nova valorização nesta terça-feira, favorecido pela boa reposição observada na semana marcada pela entrada dos salários na economia. O movimento ficou concentrado no quarto traseiro , que avançou R$ 0,50 e passou a ser cotado a R$ 28,50 por quilo . Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo :   siga o Canal Rural no Google News! O quarto dianteiro permaneceu precificado a R$ 22,00 , enquanto a ponta de agulha continuou negociada a R$ 20,50 por quilo . “Apesar da melhora da demanda, a principal limitação para novas altas permanece na menor competitividade da carne bovina em relação à carne de frango e aos cortes suínos, que continuam oferecendo alternativas mais acessíveis ao consumidor”, assinalou Iglesias. Exportações de carne bovina As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 1,226 bilhão em setembro (21 dias úteis), com média diária de US$ 58,414 milhões, conforme a Secretaria de Comércio Exterior (Secex). A quantidade total exportada pelo país chegou a 195,188 mil toneladas, com média diária de 9,294 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 6.284,70. Em relação a setembro de 2025, houve baixa de 30,6% no valor médio diário da exportação, queda de 38% na quantidade média diária exportada e avanço de 11,9% no preço médio. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,49%, negociado a R$ 4,9771 para venda e a R$ 4,9751 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9451 e a máxima de R$ 4,9861. O post Preços do boi gordo disparam impulsionados por escalas curtas; veja cotações apareceu primeiro em Canal Rural .

Arroba do boi gordo bate novo recorde e chega a R$ 372,95

O Indicador do Boi Gordo Cepea/Esalq atingiu um novo recorde nominal nesta segunda-feira (5), ao fechar em R$ 372,95 por arroba. Segundo análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a valorização ocorreu mesmo diante da menor liquidez típica do início da semana. A oferta de animais terminados permanece restrita, dando sustentação às cotações. As escalas de abate variam, de modo geral, entre três e sete dias, embora sejam registrados negócios pontuais com programações de até 14 dias. De acordo com o Cepea, os preços do boi gordo permaneceram firmes pelo país, com reajustes positivos em algumas praças pecuárias. Arroba sobe até R$ 10 em Mato Grosso Em Colíder, no norte de Mato Grosso, foram registrados reajustes positivos de até R$ 10 por arroba. Os negócios ocorreram entre R$ 335 e R$ 340 por arroba. Segundo colaboradores consultados pelo Cepea, a disponibilidade de animais na região tem sido suficiente para atender à demanda dos frigoríficos. As escalas de abate estão confortáveis, variando entre nove e 14 dias. Em Rondonópolis, também em Mato Grosso, a valorização dos preços tem estimulado pecuaristas a reter os animais terminados à espera de melhores oportunidades de negociação. Com isso, a liquidez foi reduzida. Ainda assim, os frigoríficos conseguiram preencher as escalas sem necessidade de diminuir o ritmo dos abates. Na região, os negócios envolvendo boi gordo ocorreram entre R$ 335 e R$ 345 por arroba, enquanto as escalas variaram entre quatro e nove dias. Rio Grande do Sul tem preços estáveis No Rio Grande do Sul, o cenário é diferente. Segundo o Cepea, os negócios avançam de forma gradual e envolvem lotes menores. Eventuais reajustes têm ocorrido de maneira pontual, enquanto, de modo geral, as cotações permanecem estáveis. A oferta de animais está ajustada e as escalas dos frigoríficos variam entre sete e dez dias. A redução das operações de algumas plantas frigoríficas diminuiu a necessidade de compras, contribuindo para alongar as programações de abate. Os negócios com boi gordo ocorreram, em média, a R$ 24,44 por quilo de carcaça. Mercado de reposição segue aquecido Além da firmeza no mercado do boi gordo, o segmento de reposição continua aquecido, com preços sustentados e liquidez nos leilões acima do habitual. A procura está firme principalmente por fêmeas destinadas à reprodução, movimento associado à proximidade da estação de monta. A oferta de boi magro também permanece baixa, cenário que tem contribuído para a valorização do garrote. Para o Cepea, o mercado começou a semana em ritmo de observação, mas com preços firmes. A expectativa agora fica sobre o comportamento das negociações nos próximos dias e a possibilidade de aumento da liquidez. O post Arroba do boi gordo bate novo recorde e chega a R$ 372,95 apareceu primeiro em Canal Rural .

06 de out. de 2026Canal Rural
Brazilian Beef fecha mais de US$ 8 milhões na Saudi Food Show

Brazilian Beef fecha mais de US$ 8 milhões na Saudi Food Show

A participação do projeto Brazilian Beef na Saudi Food Show terminou com mais de US$ 8 milhões em negócios fechados e expectativa de US$ 287 milhões para os próximos 12 meses. A ação foi liderada pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), entre 27 e 29 de setembro, em Jeddah, na Arábia Saudita. Durante os três dias de feira, as dez empresas presentes no pavilhão brasileiro realizaram 220 reuniões de negócios. Participaram Better Beef, Estrela Alimentos, Frigol, Frigosul, JBS, Masterboi, MBRF, Minerva Foods, Naturafrig e Prima Foods. A edição de 2026 da Saudi Food Show reuniu mais de 1.000 expositores e 25 mil visitantes de mais de 95 países. Realizada no Jeddah Superdome, a feira conectou empresas do setor de alimentos e bebidas a compradores, importadores, distribuidores e representantes de diferentes mercados. Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural! Segundo o presidente da Abiec, Roberto Perosa, a presença em Jeddah integra uma estratégia de longo prazo para diversificar destinos e aproximar a indústria brasileira de novos compradores. Ele afirmou que o Oriente Médio ocupa espaço crescente nesse trabalho, tanto pelo avanço da demanda quanto pela capacidade da região de conectar o Brasil a diferentes mercados. Pela Abiec, acompanharam as agendas de negócios e as ações de relacionamento na feira a diretora de Relações Internacionais, Lhais Sparvoli, e a coordenadora de Promoção Comercial, Christyanne Kasper. A abertura do pavilhão brasileiro contou com a presença do embaixador do Brasil na Arábia Saudita, Paulo Uchôa Ribeiro Filho, e do adido agrícola brasileiro no país, Caio César Simão. A estreia na Saudi Food Show amplia a atuação do Brazilian Beef no Oriente Médio e dá sequência às ações de promoção comercial conduzidas por Abiec e ApexBrasil no mercado internacional. Criada em 1979, a Abiec reúne 47 empresas do setor, responsáveis por 98% da carne negociada para mercados internacionais. No projeto setorial Brazilian Beef, iniciado em 2001 em parceria com a ApexBrasil, já foram firmados dez projetos, com investimentos superiores a R$ 60 milhões e crescimento das exportações acima de 500%. Fonte: abiec.com.br O post Brazilian Beef fecha mais de US$ 8 milhões na Saudi Food Show apareceu primeiro em Canal Rural .

06 de out. de 2026Canal Rural
06 de out. de 2026Canal Rural
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UNESP
24 de jun. de 2024
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20 de mai. de 2026
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Animal Genetics
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16 de abr. de 2026Theriogenology Animal Reproduction