Bezerro - MS
R$ 3.388,21
Este Portal foi desenvolvido pela Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) para atender aos diversos segmentos do setor pecuário bovino, reunindo, de forma inédita, informações em um só ambiente, com o propósito de facilitar o acesso dos usuários e contribuir para uma consulta mais simples, prática e confiável.
Sua construção é resultado do empenho generoso e da dedicação de muitas pessoas que acreditam na importância de fomentar e compartilhar conhecimento. Fotógrafos, pesquisadores, professores, profissionais do setor e técnicos uniram experiência, tempo e compromisso em torno de um objetivo comum: tornar este espaço uma fonte relevante de informação para todos que atuam ou se interessam pela pecuária bovina. A cada um que participou dessa construção, registramos nosso sincero agradecimento, com reconhecimento pela valiosa contribuição oferecida.
Aqui você vai encontrar:
O Portal da ASBIA nasce com o propósito de crescer continuamente. Por isso, sua participação também é essencial para que este espaço siga em constante aperfeiçoamento, sempre com mais qualidade e relevância para seus usuários.
Explore, utilize, compartilhe e participe.
Este Portal foi feito para você!
Portal da ASBIA é de todos nós — e foi feito para apoiar o presente e ajudar a construir o futuro do setor.
Conecte-se com os principais players do mercado da pecuária bovina. Faça parte da ASBIA e fortaleça seu negócio em uma rede de excelência e inovação.
Por que ser um associadoUma rede diversa de associados comprometidos com o fortalecimento da genética bovina, das tecnologias reprodutivas e da pecuária

A ASBIA nasceu para organizar, fortalecer e dar voz ao setor de Inseminação Artificial no Brasil. Ao longo dos anos, construiu credibilidade reunindo conhecimento, dados e representatividade institucional que ajudam a guiar decisões e a impulsionar a evolução da pecuária.
Conheça nossa históriaA carne bovina brasileira, couros, peles e outros subprodutos de origem animal, não foi inclusa na sobretaxa de 12,5% aplicada pelos Estados Unidos no âmbito das medidas relacionadas às investigações sobre trabalho forçado e anunciada nesta quinta-feira (23). A exclusão foi confirmada após o Escritório Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) publicar os anexos com os produtos que não serão atingidos pela nova cobrança. Embora o Brasil estivesse incluído entre os países sujeitos à tarifa adicional, os principais produtos da cadeia pecuária nacional foram preservados porque são consideradas “matérias-primas cuja taxação possa provocar escassez no mercado norte-americano”, conforme expresso no documento. Os Estados Unidos convivem atualmente com o menor rebanho bovino dos últimos 70 anos. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo : siga o Canal Rural no Google News! Conforme informações da CNN, com a decisão, a proteína brasileira continuará seguindo o regime comercial já existente com o país norte-americano, incluindo o sistema de cotas tarifárias. Já a exclusão dos couros bovinos, peles e outros couros de origem animal da lista de produtos tarifados atende a demandas da indústria norte-americana, como a automotiva e a de calçados, que utilizam o produto brasileiro como matéria-prima . O anexo publicado pelo USTR também cita que ficam isentos insumos e subprodutos de origem animal destinados à fabricação de rações para bovinos, aves, animais de estimação e aquicultura. Caráter político? A isenção da carne bovina da sobretaxa de 12,5% chama a atenção pelo fato de o governo Trump ter relatado, no âmbito das investigações de trabalho forçado, incômodo com a relação comercial do Brasil com a China. “As exportações brasileiras de carne bovina congelada para a China superaram em muito as exportações norte-americanas, que vêm apresentando uma tendência de queda”, diz o texto do USTR. O relatório do órgão alega que o trabalho forçado em propriedades rurais ajudou a dobrar as exportações brasileiras de carne para países investigados entre 2015 e 2025. “É notório que o trabalho forçado é utilizado na produção de gado no Brasil”, diz o documento. Já o governo federal brasileiro contesta a investigação norte-americana e critica as sanções unilaterais. Documento assinado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, ressalta que as acusações da Casa Branca podem prejudicar políticas internas de combate ao trabalho escravo. O Itamaraty afirmou que a cobrança é incompatível com as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC) e ressaltou que o Brasil traz o conceito de “condição análoga à de escravizado” no Código Penal e elabora a “lista suja” para combater a prática. O relatório Global Slavery Index , apresentado em 2023 ao G20 pela fundação Walk Free Brasil, mostra que os Estados Unidos adquirem do exterior 30 vezes mais produtos sob risco de trabalho forçado que o Brasil. Isso porque os norte-americanos importam a cada ano cerca de US$ 169,6 bilhões de mercadorias com esse tipo de suspeita, enquanto o Brasil compra aproximadamente US$ 5,6 bilhões. O post Carne bovina brasileira fica isenta de sobretaxa de 12,5% aplicada pelos EUA apareceu primeiro em Canal Rural .

A Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) e a Texto Comunicação anunciam o lançamento do Anuário ASBIA 2026, relatório completo do mercado de inseminação artificial, com destaque para a publicação, na íntegra, do INDEX ASBIA 2025.

-small.webp&w=3840&q=75)
Potencialize seu rebanho leiteiro com nossas consultorias especializadas em IATF, FIV e Avaliação de Carcaça de Animal Vivo
-small.webp&w=3840&q=75)
Potencialize seu rebanho leiteiro com nossas consultorias especializadas em IATF, FIV e Avaliação de Carcaça de Animal Vivo


A Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) e a Texto Comunicação anunciam o lançamento do Anuário ASBIA 2026, relatório completo do mercado de inseminação artificial, com destaque para a publicação, na íntegra, do INDEX ASBIA 2025.

A avaliação genômica vem transformando o melhoramento genético nos rebanhos em todo o Brasil. Com a análise do DNA, podemos prever características genéticas fundamentais para a seleção dos animais jovens e melhoradores. Em mais de duas décadas de trabalho na área, acompanho de perto o crescimento da tecnologia no país, especialmente nas raças leiteiras. Neste artigo, conto um pouco das vantagens da técnica em quatro pontos principais: redução de tempo, economia nos custos, maior precisão e ganhos reais em produtividade.

A avaliação genômica vem transformando o melhoramento genético nos rebanhos em todo o Brasil. Com a análise do DNA, podemos prever características genéticas fundamentais para a seleção dos animais jovens e melhoradores. Em mais de duas décadas de trabalho na área, acompanho de perto o crescimento da tecnologia no país, especialmente nas raças leiteiras. Neste artigo, conto um pouco das vantagens da técnica em quatro pontos principais: redução de tempo, economia nos custos, maior precisão e ganhos reais em produtividade.