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Sua construção é resultado do empenho generoso e da dedicação de muitas pessoas que acreditam na importância de fomentar e compartilhar conhecimento. Fotógrafos, pesquisadores, professores, profissionais do setor e técnicos uniram experiência, tempo e compromisso em torno de um objetivo comum: tornar este espaço uma fonte relevante de informação para todos que atuam ou se interessam pela pecuária bovina. A cada um que participou dessa construção, registramos nosso sincero agradecimento, com reconhecimento pela valiosa contribuição oferecida.

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Melhoramento Genético

Fundamentos

Conceitos básicos e anotações essenciais para o entendimento da reprodução e genética bovina de forma clara.

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Melhoramento Genético

Interpretação de Dados

Conteúdos essenciais para compreender e analisar os dados de avaliação genética e reprodução bovina.

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Melhoramento Genético

Características, Índices e Sumários

Guia completo sobre características avaliadas, índices de seleção e sumários de touros com critérios de interpretação.

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Melhoramento Genético

Avaliações Fenotípicas e Genômicas

Entenda as metodologias de avaliação fenotípica e genômica aplicadas ao melhoramento genético bovino.

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CONACARNE - Congresso Nacional da Carne (ExpoCarne de Qualidade)

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19SETEMBRO2026
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Expô Araçatuba 2026

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6OUTUBRO2026
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Fórum Brasil Sul de Bovinocultura de Corte e SBSBL 2026

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Conecta Leite 2026

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26OUTUBRO2026
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IMAR - International Meeting of Animal Reproduction

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Conteúdos Recentes do Setor

Arroba do boi caiu em agosto, mas setembro deve ser de ampla recuperação, dizem analistas

Arroba do boi caiu em agosto, mas setembro deve ser de ampla recuperação, dizem analistas

O mercado físico do boi gordo apresentou cotações de estáveis a mais baixas durante a semana. De acordo com o analista de Safras & Mercado Fernando Iglesias, a decisão dos Estados Unidos de isentar 300 mil toneladas de carne bovina (cortes do dianteiro para produção de hambúrgueres) das cotas tarifárias, não impactou incisivamente sobre as negociações cotidianas. O especialista aponta que a euforia ficou restrita ao mercado futuro, que experimentou agressivo movimento de alta no decorrer dos últimos dias. “Para a primeira quinzena de setembro, a medida norte-americana deverá ter impacto limitado, com a indústria ainda calculando a viabilidade da ampliação dos embarques para este mercado”, destaca. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e  previsão do tempo :  siga o Canal Rural no Google News! Segundo ele, o ambiente de negócios no Brasil seguiu pautado por maior conforto das escalas de abate, em especial para os frigoríficos de maior porte, o que contribuiu para a queda de preços em algumas praças. E em setembro, como será o mercado? Para setembro, quatro indícios apontam para um mercado pecuário de altas consistentes na arroba do boi gordo, na opinião do coordenador da equipe de inteligência de mercado da Scot Consultoria, Felipe Fabbri: Os frigoríficos estarão concentrados na compra de bovinos jovens para abate, principalmente na segunda quinzena do mês, já pensando em garantir estoque para atender a cota de 2027 de exportação à China. No contexto da estação de monta e oferta de bovinos, os meses de setembro a dezembro, geralmente, têm menor participação de fêmeas nos abates em comparação aos bimestres anteriores, ou seja, é outro ponto que deve pesar em precificação, visto que a menor oferta deve fazer a demanda se recuperar no setor exportador. A decisão do governo dos Estados Unidos de liberar até 300 mil toneladas de carne a tarifa zero deve beneficiar o Brasil. “Trata-se de um novo componente que impulsiona o comportamento da arroba do boi, já que a medida é válida por 90 dias e deve se estentender até praticamente o fim do ano.” O mercado interno deve receber sustentação com o início das campanhas eleitorais e a distribuição das verbas do fundo partidário. “É um valor substancial que entra no mercado brasileiro e ajuda no consumo de carne bovina no país”, arremata. Preços médios do boi gordo Os valores do boi gordo, na modalidade a prazo, estavam assim no dia 27 de agosto: São Paulo (Capital): R$ 340, queda de 4,23% frente aos R$ 355 praticados na semana anterior Goiás (Goiânia): R$ 330, baixa de 1,49% ante os R$ 335 registrados no final da última semana Minas Gerais (Uberaba): R$ 335, sem mudanças frente aos valores do fechamento da semana passada Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 340, inalterado ante o final da semana anterior Mato Grosso (Cuiabá): R$ 335, baixa de 1,47% ante os R$ 340 registrados no encerramento da última semana Rondônia (Vilhena): R$ 333, retração de 1,48% perante os R$ 338,00 praticados na semana passada Mercado atacadista O mercado atacadista registrou preços enfraquecidos durante a semana, ainda com perspectiva de queda no curto prazo. A demanda segue fragilizada, em meio ao menor apelo ao consumo. “Paralelamente, as proteínas concorrentes permanecem altamente competitivas, em um cenário marcado pela oferta excessiva de carne suína, carne de frango e ovos”, detalha Iglesias. Quarto do dianteiro do boi: R$ 20 por quilo, 4,76% abaixo dos R$ 21 praticados na semana passada Quarto do traseiro bovino: R$ 26 por quilo, baixa de 3,70% ante os R$ 27 registrados na semana anterior Exportações de carne bovina As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 873,580 milhões em agosto até o momento (15 dias úteis), com média diária de US$ 58,238 milhões, conforme os dados semanais da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) . A quantidade total exportada pelo país chegou a 141,071 mil toneladas, com média diária de 9,404 mil toneladas. Já o preço médio da tonelada ficou em US$ 6.192,50. Em relação a agosto de 2025, houve baixa de 18,6% no valor médio diário da exportação, queda de 26,4% na quantidade média diária exportada e avanço de 10,6% no preço médio. * Com informações de Safras News O post Arroba do boi caiu em agosto, mas setembro deve ser de ampla recuperação, dizem analistas apareceu primeiro em Canal Rural .

30 de ago. de 2026Canal Rural
Nelore ou Angus? Embrapa cria ‘impressão digital’ para identificar a carne; saiba mais

Nelore ou Angus? Embrapa cria ‘impressão digital’ para identificar a carne; saiba mais

A Embrapa Gado de Corte (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) desenvolveu uma metodologia inovadora para garantir a procedência e a auditoria de qualidade da proteína animal brasileira. O pesquisador Newton Verbisck, pós-doutor na instituição, detalhou em entrevista ao Giro do Boi os resultados do estudo realizado em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e a Universidade Estadual Paulista (UNESP). A pesquisa resultou na criação de um método que identifica a origem tecidual e a raça dos bovinos por meio do mapeamento de proteínas por espectrometria de massas. Essa técnica gera uma “impressão digital molecular” para cada tipo de produto, permitindo diferenciar amostras de carnes das raças Nelore e Angus com alta precisão. Detalhes do método O processo utiliza um equipamento de espectrometria chamado MALDI-TOF, que realiza a análise do tecido em cerca de 20 minutos. O resultado é um espectro único de picos proteicos que funciona como um código de barras biológico da amostra. Ao contrário da análise de DNA tradicional, a técnica da Embrapa oferece um custo significativamente mais baixo por amostra e uma entrega rápida de resultados, com padronização internacional. A tecnologia demonstrou eficácia mesmo em cortes submetidos ao cozimento, fritura ou congelamento, mantendo o perfil de picos proteicos necessário para a identificação da raça. Impactos na cadeia produtiva A consolidação desse banco de dados proteômico atende a exigências estratégicas de toda a cadeia produtiva da carne bovina. Além de garantir a conformidade em programas de carne gourmet e valorizar marcas de nicho, a ferramenta oferece respaldo científico para órgãos de fiscalização, como o Serviço de Inspeção Federal (SIF). O método também combate rotulagens enganosas, adulterações em cortes processados e fraudes comerciais, o que reforça a transparência das exportações e a segurança alimentar. A expansão do banco de dados da Embrapa para incluir novas raças, como Hereford e Senepol, posiciona o Brasil na vanguarda da certificação alimentar, consolidando a rastreabilidade auditável como um diferencial competitivo nos mercados internacionais. Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br . Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural. O post Nelore ou Angus? Embrapa cria ‘impressão digital’ para identificar a carne; saiba mais apareceu primeiro em Canal Rural .

Relação entre Brasil e China na pecuária de corte vai além da carne, aponta especialista

A relação entre Brasil e China na pecuária de corte vai muito além da compra e venda de carne bovina. O professor e especialista em produção animal Luiz Gustavo Nussio destaca que os dois países têm experiências que podem ser compartilhadas, e a China ainda tem muito a aprender com o modelo brasileiro de produção. “Nós temos o que aprender com eles. E eles têm o que aprender com a gente”, afirmou Nussio durante entrevista ao Giro do Boi , após uma temporada de quase dois meses na China, onde realizou palestras, visitas e atividades acadêmicas. Confira: Desafios da pecuária chinesa Segundo Nussio, a pecuária de corte chinesa ainda apresenta baixa eficiência em parte de sua cadeia produtiva, especialmente nas atividades de cria e recria. O país mantém uma produção marcada por propriedades menores e características de pecuária familiar, enquanto outros segmentos da produção de proteína animal avançaram de forma mais intensa. O cenário contrasta com os avanços obtidos pelo Brasil. Na avaliação do especialista, o país conseguiu construir uma pecuária competitiva principalmente porque aprendeu a manejar as condições tropicais de produção. “Existem organismos internacionais que reconhecem que o Brasil teve muito sucesso porque aprendeu manejar a pecuária de corte, especialmente aprendendo a falar a linguagem necessária do pasto”, destacou. Custo de produção e oportunidades Para Nussio, esse domínio das pastagens tropicais é um dos principais pilares que explicam a competitividade brasileira. O país também avançou em reprodução, suplementação, melhoramento genético e comercialização, formando uma cadeia capaz de atender um grande número de mercados internacionais. “Nós conseguimos produzir carne de uma qualidade muito boa e com custo de produção incomparável”, afirmou. Um dos pontos que ajudam a explicar a diferença entre os sistemas é o custo de produção. De acordo com Nussio, produzir carne bovina na China pode custar cerca de seis vezes mais do que no Brasil. O especialista relaciona essa diferença principalmente ao custo dos insumos e às limitações de eficiência nas etapas de cria e recria. Ao mesmo tempo, a China possui uma demanda importante por carne bovina de maior marmoreio, característica associada à preferência de parte dos consumidores do país. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo : siga o Canal Rural no Google News! Valorização da carne brasileira Esse cenário cria uma oportunidade para o Brasil. Para Nussio, o país já produz carne capaz de atender segmentos de maior valor, mas ainda precisa melhorar a forma como apresenta e posiciona esse produto no mercado chinês. Durante sua experiência na China, Nussio identificou outro ponto estratégico: a imagem da agricultura brasileira ainda é pouco conhecida pelos chineses. Ele contou que, durante os dois anos em que viveu no país, percorreu 28 províncias e realizou mais de 70 apresentações. Segundo o professor, muitas das informações que chegavam aos chineses sobre a agricultura brasileira eram negativas. “Eu me incumbi de mostrar uma agricultura eufórica, que os chineses nunca tinham ouvido falar”, relatou. Perspectivas futuras Embora seja um dos principais fornecedores do mercado chinês, o Brasil ainda pode avançar na valorização da sua carne. Nussio relatou ter encontrado produtos brasileiros vendidos na China sem uma identidade clara de origem, muitas vezes reembalados com marcas chinesas. Para ele, esse é um dos motivos pelos quais a carne brasileira ainda não ocupa uma posição proporcional à sua qualidade. O especialista defende uma atuação mais próxima entre governo, indústria, setor privado e representantes técnicos brasileiros no país asiático. A estratégia, segundo ele, deve incluir a divulgação da qualidade da produção brasileira e a busca por nichos de maior valor agregado. A China, portanto, aparece ao mesmo tempo como mercado estratégico e fonte de aprendizado para o Brasil. Para Nussio, essa troca de experiências pode ser determinante para os próximos passos da pecuária dos dois países. Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br . Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural. O post Relação entre Brasil e China na pecuária de corte vai além da carne, aponta especialista apareceu primeiro em Canal Rural .

30 de ago. de 2026Canal Rural
Rio Grande do Sul ganha novo indicador para preço do boi gordo

Rio Grande do Sul ganha novo indicador para preço do boi gordo

O Rio Grande do Sul passa a contar com uma referência própria para acompanhar o preço do boi gordo. O Indicador do Boi Datagro será lançado oficialmente neste domingo (30), às 19h, durante a Expointer, na casa da Associação Brasileira de Angus , no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS). A chegada da ferramenta ao mercado gaúcho foi impulsionada pela Associação Brasileira de Angus. Com o novo indicador, o estado passa a ter uma base estruturada para acompanhar a formação de preços e dar mais visibilidade à realidade da pecuária local no mercado nacional. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo : siga o Canal Rural no Google News! “É uma conquista para a pecuária gaúcha e reconhece o lugar do Rio Grande do Sul dentro da pecuária nacional”, afirma o presidente da Associação Brasileira de Angus, José Paulo Dornelles Cairoli. O Rio Grande do Sul é o décimo estado a contar com o Indicador do Boi Datagro. A ferramenta já é utilizada em São Paulo, Bahia, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Tocantins. Para o diretor do Programa Carne Angus Certificada, Wilson Brochmann, a inclusão do estado era necessária diante da relevância da produção gaúcha. “Somos um dos principais produtores. Essa ferramenta integrará o mercado gaúcho ao nacional”, destaca. Como funciona o indicador O Indicador do Boi Datagro é construído a partir de dados coletados diretamente com produtores e frigoríficos. Desde a apresentação do projeto, em Porto Alegre, em 9 de junho, a Datagro vem estruturando a base de informações e realizando a coleta e a conferência dos dados para que o indicador reflita as negociações realizadas no estado. Segundo o gerente nacional do Programa Carne Angus Certificada, Maychel Borges, o trabalho busca ampliar o acesso a informações de mercado e contribuir para a tomada de decisão na pecuária. “São informações técnicas e verificadas que ajudam a fortalecer e qualificar a pecuária brasileira ”, afirma. O lançamento durante a Expointer também deve aproximar produtores e indústria, com a divulgação das informações de mercado para frigoríficos parceiros e pecuaristas. Referência para o mercado O Indicador do Boi Datagro é baseado, desde 2019, na coleta auditada de dados de pecuaristas e frigoríficos. A partir de 2025, passou a ser utilizado como referência oficial para a liquidação dos contratos futuros de boi gordo na B3. Com a entrada do Rio Grande do Sul, a ferramenta amplia a cobertura sobre a formação de preços da pecuária de corte brasileira e incorpora um dos mercados tradicionais de produção de bovinos ao acompanhamento nacional. *Com informações da assessoria de imprensa O post Rio Grande do Sul ganha novo indicador para preço do boi gordo apareceu primeiro em Canal Rural .

30 de ago. de 2026Canal Rural
29 de ago. de 2026Canal Rural

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20 de mai. de 2026Asbia
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14 de abr. de 2026
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17 de abr. de 2026Ministério da Agricultura e Pecuária
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16 de abr. de 2026Theriogenology Animal Reproduction