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Este Portal foi desenvolvido pela Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) para atender aos diversos segmentos do setor pecuário bovino, reunindo, de forma inédita, informações em um só ambiente, com o propósito de facilitar o acesso dos usuários e contribuir para uma consulta mais simples, prática e confiável.

Sua construção é resultado do empenho generoso e da dedicação de muitas pessoas que acreditam na importância de fomentar e compartilhar conhecimento. Fotógrafos, pesquisadores, professores, profissionais do setor e técnicos uniram experiência, tempo e compromisso em torno de um objetivo comum: tornar este espaço uma fonte relevante de informação para todos que atuam ou se interessam pela pecuária bovina. A cada um que participou dessa construção, registramos nosso sincero agradecimento, com reconhecimento pela valiosa contribuição oferecida.

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Conceitos básicos e anotações essenciais para o entendimento da reprodução e genética bovina de forma clara.

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Melhoramento Genético

Interpretação de Dados

Conteúdos essenciais para compreender e analisar os dados de avaliação genética e reprodução bovina.

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Melhoramento Genético

Características, Índices e Sumários

Guia completo sobre características avaliadas, índices de seleção e sumários de touros com critérios de interpretação.

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Melhoramento Genético

Avaliações Fenotípicas e Genômicas

Entenda as metodologias de avaliação fenotípica e genômica aplicadas ao melhoramento genético bovino.

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Conteúdos Recentes do Setor

Espécie nativa de árvore melhora saúde do solo ao ser integrada a pastagens

Espécie nativa de árvore melhora saúde do solo ao ser integrada a pastagens

Pesquisa da Embrapa e do Centro de Energia Nuclear na Agricultura da Universidade de São Paulo (USP/Cena) demonstrou que a árvore bordão-de-velho (Samanea tubulosa) apresenta várias vantagens ao ser usada em sistemas silvipastoris (SSP), que integram a produção pecuária com a florestal. Um dos ganhos é o aumento da qualidade biológica do solo, o qual estoca mais carbono , mantém comunidades de microrganismos mais estáveis e com maior número de espécies. O estudo faz parte da tese de doutorado de Henrique Nery Cipriani, pesquisador da Embrapa Florestas (PR), sob a orientação da professora Tsai Siu Mui, do USP/Cena, campus de Piracicaba. Leguminosa nativa da América Tropical, a árvore ocorre em quase todas as regiões do Brasil, por isso tem ampla adaptabilidade no país. “Ela já era considerada uma das melhores espécies de árvore para a integração com pastagens , pois, além da sombra proporcionada ao gado, ela é capaz de fixar nitrogênio no solo e ainda produz frutos apreciados pelos animais”, conta Cipriani. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo :   siga o Canal Rural no Google News! O pesquisador ressalta que, apesar de o aproveitamento madeireiro do bordão-de-velho não ser tão vantajoso, diferentemente do eucalipto, por exemplo, os vários benefícios promovidos pela leguminosa a tornam interessante para o pecuarista. Estudo realizado na Amazônia Realizado no campo experimental da Embrapa Rondônia, o trabalho começou em 2018 e analisou amostras de solo coletadas em 2022 e 2024. No início, uma área de 14 hectares com capim-marandu foi dividida em duas parcelas iguais, uma delas recebeu 156 mudas de bordão-de-velho e a outra, 172 mudas de eucalipto. Em dois momentos, após quatro anos e seis anos depois, foram realizadas coletas de amostras de solos em diferentes profundidades. “Um dos resultados que mais chamou a atenção foi a elevada fertilidade do solo na área com bordão-de-velho”, relata Cipriani. Nessa parcela, foi encontrada quantidade mais expressiva de matéria orgânica e menor acidez . A análise da microbiota, que avaliou bactérias e arqueias, também revelou maior diversidade do que a observada no solo com eucalipto. Além disso, a pesquisa mostrou que o bordão-de-velho tem um alcance maior na modulação dessa microbiota, como é chamada a influência da árvore ao favorecer a presença desses microrganismos. “Encontramos essa influência a até cinco metros de distância da árvore, e em profundidades maiores, o que mostra uma ampla área de modulação. Esse alcance não ocorreu com os eucaliptos”, conta o pesquisador. O perfil das bactérias identificadas na área com bordão-de-velho também foi distinto, com maior proporção de microrganismos associados a processos envolvendo nitrogênio e à decomposição de compostos aromáticos. Segundo o cientista da Embrapa, essa característica indica potencial para degradar moléculas tóxicas. “Cada espécie de planta recruta microrganismos de forma diferente, atraindo aqueles mais favoráveis ao seu desenvolvimento. No caso do bordão-de-velho, foi comum encontrar bactérias e arqueias associadas ao nitrogênio, o que está relacionado à capacidade da árvore de fixar esse nutriente”, detalha Cipriani. Grande estoque de carbono Entre os arranjos de produção analisados, o sistema silvipastoril com bordão-de-velho foi o que obteve o maior Índice de Manejo de Carbono (CMI) , 91,13, o que significa que o solo preservou 91,13% de carbono em relação ao solo da floresta nativa (que recebe o valor de referência de 100). O CMI, da sigla em inglês Carbon Management Index , é um indicador que avalia como o manejo do solo está afetando o carbono orgânico, ou seja, a matéria orgânica responsável por fertilidade, estrutura e atividade biológica. É um indicador relativo, geralmente comparado a um solo de referência não cultivado. Os sistemas com eucalipto e bordão-de-velho também apresentaram estoques de carbono no solo estatisticamente semelhantes entre si e aos da floresta nativa. Após a correção dos valores para considerar diferenças na compactação do solo, foram registrados 107 t/ha no sistema com eucalipto, 95 t/ha com bordão-de-velho e 78 t/ha na floresta nativa. Segundo o pesquisador, os sistemas preservaram os estoques de carbono no solo ou, mais provavelmente, recuperaram parte do carbono perdido após a conversão do uso da área, ocorrida décadas atrás. “Esses resultados demonstram um ótimo potencial dos sistemas silvipastoris para sequestrar carbono”, observa Cipriani, ao ressaltar que os estudos foram realizados na Região Amazônica e que, possivelmente, obterão bons índices se repetidos em outros biomas, porém, serão necessários experimentos locais para a comprovação. Nativa da América do Sul A Samanea tubulosa , popularmente conhecida como bordão-de-velho, é uma árvore da família Fabaceae , a mesma de leguminosas como soja e feijão. No Brasil, ocorre em diferentes regiões e formações vegetais e é encontrada também em outros países sul-americanos. A espécie apresenta ampla adaptação a diferentes condições ambientais. No Brasil, há registros de ocorrência em Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro e Sergipe. Além de bordão-de-velho, a Samanea tubulosa recebe diferentes nomes populares conforme a região, entre eles barba-de-velho , abobreira , farinha-seca , ingá-de-pobre , samaneiro , sete-cascas e árvore-da-chuva . A árvore pode atingir cerca de 28 metros de altura e apresenta copa ampla e flores vistosas, de coloração branca, rosada ou púrpura. Seus frutos são vagens procuradas pelo gado, e ramos e frutos podem ser utilizados na alimentação animal. A espécie também proporciona sombra em pastagens e possui nodulação das raízes associada a bactérias do gênero Rhizobium . Pode ser empregada em sistemas agroflorestais e silvipastoris, além de ter usos paisagísticos e madeireiros. Sistemas silvipastoris no Brasil O estudo integra uma linha de pesquisa desenvolvida por Cipriani sobre a qualidade do solo em sistemas silvipastoris. O artigo Native tree species in silvopastoral system outperforms Eucalyptus in enhancing soil health , publicado na Revista Brasileira de Ciência do Solo (RBCS), apresenta resultados de amostras coletadas em 2022. A tese de doutorado do pesquisador, por sua vez, analisou amostras coletadas em 2024. Os dois trabalhos se complementam. Para a orientadora de Cipriani, o trabalho contribui para o debate sobre a sustentabilidade dos sistemas agropecuários tropicais ao demonstrar os benefícios do bordão-de-velho (Samanea tubulosa) para a saúde do solo em comparação ao eucalipto (Eucalyptus pellita) . “Os resultados são promissores e reforçam o potencial da biodiversidade nativa para a ciclagem de nutrientes e o sequestro de carbono, abrindo novas perspectivas para o manejo desses sistemas no Brasil”, afirma. 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20 de out. de 2026Canal Rural
Arroba do boi gordo: escalas de abate encurtadas seguem trazendo novas altas

Arroba do boi gordo: escalas de abate encurtadas seguem trazendo novas altas

O mercado físico do boi gordo permanece firme, sustentado pela oferta restrita de animais e pelas escalas de abate pouco confortáveis, concentradas entre cinco e seis dias úteis na maioria das regiões pesquisadas. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, a necessidade de recompor as programações mantém os frigoríficos ativos nas compras e favorece a manutenção do viés de alta. “Embora o movimento apresente intensidades distintas entre as praças, continuam sendo registrados negócios acima das referências médias, especialmente nas regiões em que a disponibilidade de boiadas é mais limitada.” Preços médios da arroba do boi São Paulo: R$ 384,13 — na sexta: R$ 383,83 Goiás: R$ 369,46 — na sexta: R$ 368,57 Minas Gerais: R$ 375,29 — na sexta: R$ 373,76 Mato Grosso do Sul: R$ 372,95 — na sexta: R$ 372,52 Mato Grosso: R$ 357,09 — na sexta: R$ 352,57 Mercado atacadista O mercado atacadista de carne bovina opera com preços inalterados. Em São Paulo, o quarto dianteiro permanece cotado a R$ 22,00 por quilo , enquanto o quarto traseiro segue em R$ 29,50 e a ponta de agulha em R$ 20,50 . Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo :   siga o Canal Rural no Google News! A vaca casada continua precificada a R$ 24,50 por quilo . O equivalente físico do boi gordo ficou em R$ 380,85 por arroba, alcançando R$ 398,25 quando considerados couro e sebo. “Na segunda quinzena, a demanda tende a apresentar maior acomodação, diante do menor apelo ao consumo e da perda gradual dos efeitos associados à entrada dos salários. Além disso, a menor competitividade da carne bovina diante do frango e dos cortes suínos limita o espaço para novos reajustes”, apontou Iglesias. Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,51%, negociado a R$ 5,0468 para venda e a R$ 5,0448 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0398 e a máxima de R$ 5,0648. O post Arroba do boi gordo: escalas de abate encurtadas seguem trazendo novas altas apareceu primeiro em Canal Rural .

Brasil já iniciou produção de carne bovina para ser exportada para China em 2027, diz Abiec

Os frigoríficos brasileiros já iniciaram a produção de carne bovina destinada à China, visando aproveitar a nova janela de exportações a partir de janeiro de 2027, segundo Roberto Perosa, presidente da Associação Brasileira de Exportadores de Carne ( Abiec) . Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo : siga o Canal Rural no Google News! A avaliação foi apresentada durante a Sial Paris, uma das principais feiras internacionais do setor de alimentos, realizada na França. Segundo o executivo, a maioria das empresas já está produzindo carne para atender o mercado chinês. “Nós já começamos as produções para carne ser enviada à China. As empresas, a maioria delas, já está produzindo carne para enviar à China”, afirmou. No entanto, Perosa destacou que há informações sobre estoques elevados no país asiático, o que gera incertezas sobre a continuidade das compras. “Nós também temos informações que a China tem estoque de carne para mais de um ano. Então, é aguardar esse primeiro momento e ver se há persistência nessa demanda”, explicou. Ainda de acordo com o presidente da Abiece, o comportamento da demanda chinesa será determinante para a sustentação dos preços da carne bovina brasileira no mercado internacional. Caso o ritmo de compras se mantenha, a expectativa é de estabilidade nas cotações. Por outro lado, uma eventual redução da demanda pode provocar recuo nos valores negociados. “Havendo a persistência, os preços se manterão. Talvez, com uma diminuição da demanda, os preços possam arrefecer um pouco”, avaliou. O setor pretende acompanhar o comportamento das compras chinesas nos próximos 40 a 60 dias para avaliar as perspectivas da nova janela de exportações. Sial Paris abre oportunidades para carne brasileira em novos mercados Além da China, a indústria brasileira de carne bovina identifica oportunidades de expansão comercial em outros destinos internacionais. Segundo Perosa, a SIAL Paris, realizada a cada dois anos, conta com a participação do setor brasileiro de carne bovina há mais de uma década. Tradicionalmente, a feira era utilizada para fortalecer as relações comerciais com compradores europeus e do norte da África. Nesta edição, entretanto, houve uma presença expressiva de representantes de outros mercados, especialmente do Oriente Médio e do Sudeste Asiático. “O que nós vimos de mudança nessa feira é que estamos vendo bastante gente do norte da África, do Egito, do Marrocos, muita gente do Oriente Médio e também da Ásia”, relatou. Entre os países asiáticos com representantes presentes no evento, foram citados China, Vietnã, Malásia e Indonésia. A diversificação dos compradores é vista como uma oportunidade para ampliar os destinos da carne bovina brasileira, especialmente diante das dificuldades comerciais enfrentadas em mercados tradicionais, como a União Europeia. A expectativa da indústria é que a aproximação com novos importadores ajude a ampliar as possibilidades de comercialização, enquanto o setor acompanha o comportamento da demanda chinesa no início de 2027. *O repórter viajou a convite da Abiec e da ApexBrasil O post Brasil já iniciou produção de carne bovina para ser exportada para China em 2027, diz Abiec apareceu primeiro em Canal Rural .

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Anuário ASBIA de Genética Bovina 2026
Na mídia

Anuário ASBIA de Genética Bovina 2026

A Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) e a Texto Comunicação anunciam o lançamento do Anuário ASBIA 2026, relatório completo do mercado de inseminação artificial, com destaque para a publicação, na íntegra, do INDEX ASBIA 2025.

19 de out. de 2026
Canal Rural
Como a saúde bucal do boi impacta na produtividade do rebanho?

Como a saúde bucal do boi impacta na produtividade do rebanho?

A saúde bucal dos bovinos pode indicar problemas que afetam a produtividade do rebanho. Lesões na gengiva, retração gengival, raízes dentárias expostas e desgaste excessivo dos dentes podem provocar dor e dificultar a alimentação dos animais. Segundo o médico-veterinário Iveraldo Dutra, especialista em saúde e bem-estar animal, cerca de vinte por cento dos bovinos avaliados apresentam lesões graves na boca. O alerta foi gerado a partir de estudos sobre saúde bucal de bovinos, incluindo a análise de mais de mil animais em rebanhos de Goiás. As alterações identificadas podem comprometer a eficiência alimentar e, consequentemente, o desempenho produtivo na pecuária de corte e leite. “A saúde bucal é essencial para eu ter o melhor desempenho, a melhor condição de bem-estar animal”, afirmou Dutra durante entrevista ao Giro do Boi . Confira: Sinais de problemas bucais Entre os sinais que exigem atenção estão a retração da gengiva, a exposição da raiz dentária, dentes soltos ou quebrados, desgaste irregular e inchaços associados a infecções. Essas alterações podem evoluir para doenças periodontais, abscessos e inflamações que afetam os tecidos de sustentação dos dentes. Dutra informa que a exposição da raiz dentária é um sinal importante, pois pode causar dor durante atividades básicas, como beber água e pastar. O desconforto na boca pode reduzir a capacidade do animal em apreender o alimento, prejudicando a mastigação e a ruminação. “Esses animais têm dor ao ingerir água, têm dor ao pastar”, explicou o especialista. Essa situação pode afetar a eficiência alimentar e o desempenho do rebanho, impactando diretamente na produtividade. A importância da avaliação dentária Dutra destaca que a avaliação da boca deve ser parte de uma análise mais ampla da saúde do rebanho, que inclui as condições das pastagens, a suplementação e a disponibilidade de água. A alimentação dos bovinos é diretamente influenciada pela condição dentária, uma vez que os dentes e os movimentos de mastigação são fundamentais para o processamento do alimento. Uma vaca pode realizar cerca de trinta mil bocados por dia, o que torna essencial a manutenção da saúde bucal. Problemas dentários podem comprometer o consumo e, consequentemente, a produção de leite na pecuária leiteira , além de prejudicar o desenvolvimento e o ganho de peso na pecuária de corte. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! Rotina de avaliação e prevenção Dutra sugere que o pecuarista estabeleça uma rotina de avaliação da dentição, considerando as categorias animais e as características do sistema de produção. A proposta não é ter um dentista bovino na fazenda, mas sim adotar métodos de observação que ajudem a identificar alterações e orientar medidas preventivas. “Uma das questões é nunca deixar de olhar a saúde bucal, porque isso faz diferença no lote”, afirmou o especialista. Além disso, ele mencionou uma metodologia desenvolvida ao longo de quinze anos que permite avaliar a condição dentária dos animais, utilizando o aplicativo Rumidente para registrar imagens e auxiliar na avaliação. Identificação de problemas e tecnologias A avaliação da boca ajuda a identificar problemas que nem sempre são evidentes na rotina da fazenda. Os bovinos não conseguem expressar verbalmente a dor, o que torna fundamental que o produtor e a equipe da fazenda reconheçam sinais físicos e comportamentais. “O boi é submisso à gente”, disse Dutra, enfatizando a responsabilidade do manejo no cuidado com a saúde dos animais. O cuidado com a dentição deve integrar as práticas de prevenção, nutrição e bem-estar, permitindo investigar causas de lesões e avaliar medidas necessárias para reduzir o sofrimento dos bovinos. Para o especialista, observar a boca do boi é uma forma de ampliar a avaliação sanitária do rebanho e identificar fatores que podem interferir na eficiência produtiva ao longo da vida do animal. Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br . Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural. O post Como a saúde bucal do boi impacta na produtividade do rebanho? apareceu primeiro em Canal Rural .

19 de out. de 2026Canal Rural
19 de out. de 2026Canal Rural
17 de abr. de 2026
Assessoria Agropecuária
Efeito da oferta de forragem durante terço médio e final da gestação de vacas nelore sobre o metabolismo, desempenho e qualidade da carne da progênie macho durante recria e terminação
Conteúdos técnicos

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14 de abr. de 2026UNESP
Programa Pecuária e Genética
Ações governamentais

Programa Pecuária e Genética

Potencialize seu rebanho leiteiro com nossas consultorias especializadas em IATF, FIV e Avaliação de Carcaça de Animal Vivo

24 de jun. de 2024SEBRAE
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Anuário ASBIA de Genética Bovina 2026
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17 de abr. de 2026Assessoria Agropecuária
Genômica está no centro do melhoramento genético de bovinos
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A avaliação genômica vem transformando o melhoramento genético nos rebanhos em todo o Brasil. Com a análise do DNA, podemos prever características genéticas fundamentais para a seleção dos animais jovens e melhoradores. Em mais de duas décadas de trabalho na área, acompanho de perto o crescimento da tecnologia no país, especialmente nas raças leiteiras. Neste artigo, conto um pouco das vantagens da técnica em quatro pontos principais: redução de tempo, economia nos custos, maior precisão e ganhos reais em produtividade.

20 de mai. de 2026Asbia
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20 de mai. de 2026
Animal Genetics
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17 de abr. de 2026Ministério da Agricultura e Pecuária
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Reproductive efficiency of Nelore (Bos indicus) cows submitted to conventional resynchronization or ReBreed21 programs

16 de abr. de 2026Theriogenology Animal Reproduction