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Sua construção é resultado do empenho generoso e da dedicação de muitas pessoas que acreditam na importância de fomentar e compartilhar conhecimento. Fotógrafos, pesquisadores, professores, profissionais do setor e técnicos uniram experiência, tempo e compromisso em torno de um objetivo comum: tornar este espaço uma fonte relevante de informação para todos que atuam ou se interessam pela pecuária bovina. A cada um que participou dessa construção, registramos nosso sincero agradecimento, com reconhecimento pela valiosa contribuição oferecida.
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A ASBIA nasceu para organizar, fortalecer e dar voz ao setor de Inseminação Artificial no Brasil. Ao longo dos anos, construiu credibilidade reunindo conhecimento, dados e representatividade institucional que ajudam a guiar decisões e a impulsionar a evolução da pecuária.
Conheça nossa históriaO embargo da União Europeia à proteína animal brasileira e a exigência de maior controle sobre o uso de antimicrobianos reacenderam o debate sobre rastreabilidade e comprovação de práticas na pecuária nacional. Em meio à mobilização de entidades do setor, o médico-veterinário do Instituto Biológico de São Paulo (IB) , Ricardo Jordão, avaliou que o principal desafio do Brasil não está na tecnologia, mas na capacidade de demonstrar o que é feito dentro da porteira. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! “O grande ponto que faltou foi comprovar. Tem muita coisa aplicada, mas eu acho que foi um entendimento e, tirando o lado comercial e econômico, falando só da parte técnica, a gente consegue tranquilamente”, afirmou ele, em entrevista ao Rural Notícias desta sexta-feira (12). Segundo Jordão, o Brasil não enfrenta um problema sanitário, mas documental. Ele destacou que o país utiliza apenas produtos permitidos, porém ainda tem dificuldade em comprovar de forma estruturada o uso diário dessas substâncias. País tem rastreabilidade, mas precisa melhorar Ele reforça que a rastreabilidade é essencial diante do tamanho do país e da complexidade da cadeia produtiva. Para ele, o sistema brasileiro de identificação de origem do rebanho precisa evoluir para incluir mais informações. “O Brasil tem o Sisbov, que é um sistema justamente para isso. Só que eles não querem saber só para onde o animal foi e de onde ele veio. Eles querem mais informações: o que foi usado, quanto foi usado, por quanto tempo”, explicou. Sobre a exigência europeia, Jordão lembrou que a preocupação está ligada à segurança alimentar e ao uso de antimicrobianos, destacando que algumas classes não devem ser utilizadas na produção animal por risco de resíduos na carne. Ele também defendeu o avanço do receituário veterinário como ferramenta de controle, em modelo semelhante ao da medicina humana, para garantir rastreabilidade e uso adequado de medicamentos. “Essa retenção de receita veterinária ajuda muito. É justamente isso que a União Europeia quer saber da gente: se a gente está usando os que são permitidos”, disse. Apesar do prazo imposto pela UE, o veterinário avalia que o Brasil pode avançar em ajustes regulatórios e de controle, mesmo que mudanças mais estruturais, como a aprovação de leis, levem mais tempo para serem implementadas. O post ‘O grande ponto que faltou foi comprovar’, afirma veterinário sobre decisão da UE apareceu primeiro em Canal Rural .

A Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) e a Texto Comunicação anunciam o lançamento do Anuário ASBIA 2026, relatório completo do mercado de inseminação artificial, com destaque para a publicação, na íntegra, do INDEX ASBIA 2025.

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Potencialize seu rebanho leiteiro com nossas consultorias especializadas em IATF, FIV e Avaliação de Carcaça de Animal Vivo
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A Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) e a Texto Comunicação anunciam o lançamento do Anuário ASBIA 2026, relatório completo do mercado de inseminação artificial, com destaque para a publicação, na íntegra, do INDEX ASBIA 2025.

A avaliação genômica vem transformando o melhoramento genético nos rebanhos em todo o Brasil. Com a análise do DNA, podemos prever características genéticas fundamentais para a seleção dos animais jovens e melhoradores. Em mais de duas décadas de trabalho na área, acompanho de perto o crescimento da tecnologia no país, especialmente nas raças leiteiras. Neste artigo, conto um pouco das vantagens da técnica em quatro pontos principais: redução de tempo, economia nos custos, maior precisão e ganhos reais em produtividade.

A avaliação genômica vem transformando o melhoramento genético nos rebanhos em todo o Brasil. Com a análise do DNA, podemos prever características genéticas fundamentais para a seleção dos animais jovens e melhoradores. Em mais de duas décadas de trabalho na área, acompanho de perto o crescimento da tecnologia no país, especialmente nas raças leiteiras. Neste artigo, conto um pouco das vantagens da técnica em quatro pontos principais: redução de tempo, economia nos custos, maior precisão e ganhos reais em produtividade.