Bezerro - MS
R$ 3.368,30
Este Portal foi desenvolvido pela Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) para atender aos diversos segmentos do setor pecuário bovino, reunindo, de forma inédita, informações em um só ambiente, com o propósito de facilitar o acesso dos usuários e contribuir para uma consulta mais simples, prática e confiável.
Sua construção é resultado do empenho generoso e da dedicação de muitas pessoas que acreditam na importância de fomentar e compartilhar conhecimento. Fotógrafos, pesquisadores, professores, profissionais do setor e técnicos uniram experiência, tempo e compromisso em torno de um objetivo comum: tornar este espaço uma fonte relevante de informação para todos que atuam ou se interessam pela pecuária bovina. A cada um que participou dessa construção, registramos nosso sincero agradecimento, com reconhecimento pela valiosa contribuição oferecida.
Aqui você vai encontrar:
O Portal da ASBIA nasce com o propósito de crescer continuamente. Por isso, sua participação também é essencial para que este espaço siga em constante aperfeiçoamento, sempre com mais qualidade e relevância para seus usuários.
Explore, utilize, compartilhe e participe.
Este Portal foi feito para você!
Portal da ASBIA é de todos nós — e foi feito para apoiar o presente e ajudar a construir o futuro do setor.
Conecte-se com os principais players do mercado da pecuária bovina. Faça parte da ASBIA e fortaleça seu negócio em uma rede de excelência e inovação.
Por que ser um associadoUma rede diversa de associados comprometidos com o fortalecimento da genética bovina, das tecnologias reprodutivas e da pecuária

A ASBIA nasceu para organizar, fortalecer e dar voz ao setor de Inseminação Artificial no Brasil. Ao longo dos anos, construiu credibilidade reunindo conhecimento, dados e representatividade institucional que ajudam a guiar decisões e a impulsionar a evolução da pecuária.
Conheça nossa históriaA União Europeia não deve retomar as compras de carne bovina brasileira antes de dois anos. A informação foi publicada pelo g1 nesta segunda-feira (3) e tem como base uma declaração do pecuarista André Bartocci, presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Carne Bovina, órgão consultivo do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) . Bartocci confirmou à reportagem do Canal Rural que a informação foi repassada durante uma reunião realizada há cerca de duas semanas com integrantes do Ministério da Agricultura. De acordo com ele, o prazo de aproximadamente dois anos está relacionado ao ciclo produtivo dos bovinos. A avaliação da União Europeia é que, caso novos protocolos sobre o uso de antimicrobianos passem a ser adotados imediatamente, os animais só estariam aptos a atender plenamente às exigências do bloco após cerca de 24 meses, tempo necessário para completar o ciclo de produção. Receba no seu celular atualizações em tempo real, enquetes interativas e tudo o que impacta o dia a dia no campo: entre agora no Whatsapp do Canal Rural! O pecuarista lembra que, até então, o protocolo para exportação de carne para a União Europeia exigia a suspensão do uso de antimicrobianos nos animais por cem dias. Agora, o bloco econômico quer que a regra seja aplicada por toda a vida do animal. “É bom lembrar que essa tecnologia [uso de antimicrobianos] é importante para a pecuária, mas grande parte da produção brasileira não a utiliza, especialmente quem exporta para a Europa”, aponta Bartocci. A questão, segundo o pecuarista, é que não temos como comprovar essa realidade, por falta de certificação. André Bartocci acredita, no entanto, que ainda há espaço para negociar com a União Europeia, buscando, por exemplo, um prazo de adaptação para o novo protocolo. Para corroborar com essa ideia, pesaria o fato de o Reino Unido, que em geral mantém padrões sanitários próximos aos da UE, ter declarado que vai permanecer adquirindo a carne brasileira. “entedemos que há pressão fortíssima de lobbies de produtores europeus e de políticos que os representam [para suspender as importações de carnes do Brasil]. Mas, no fundo, não faz muito bem para a Europa restringir uma carne que é de qualidade e que atende seu consumo”, diz o pecuarista e presidente da Câmara Setorial. Veto entra em vigor em setembro O impasse ocorre às vésperas da entrada em vigor da decisão europeia de suspender as importações de produtos brasileiros de origem animal. A medida começa a valer em 3 de setembro e atinge principalmente a carne bovina, a carne de frango e o mel, principais itens exportados pelo Brasil ao bloco. O veto foi anunciado em maio, quando a União Europeia retirou o Brasil da lista de países considerados aptos a exportar produtos de origem animal conforme as regras europeias para o uso de antimicrobianos na pecuária. Embora o bloco não tenha apontado irregularidades na qualidade da carne brasileira, as autoridades europeias afirmam que o país ainda não apresenta informações e garantias suficientes de que os controles sobre o uso dessas substâncias atendem aos padrões exigidos pela legislação comunitária. Brasil avalia recorrer à OMC Diante do impasse, o governo brasileiro considera levar o caso à Organização Mundial do Comércio (OMC). A possibilidade foi confirmada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin. Segundo o Itamaraty, caso as negociações bilaterais não avancem até a data de entrada em vigor da medida, o Brasil poderá acionar os mecanismos de solução de controvérsias da OMC, além das cláusulas previstas no acordo entre Mercosul e União Europeia. O post Carne bovina do Brasil pode ficar fora da União Europeia por dois anos apareceu primeiro em Canal Rural .

A Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) e a Texto Comunicação anunciam o lançamento do Anuário ASBIA 2026, relatório completo do mercado de inseminação artificial, com destaque para a publicação, na íntegra, do INDEX ASBIA 2025.

-small.webp&w=3840&q=75)
Potencialize seu rebanho leiteiro com nossas consultorias especializadas em IATF, FIV e Avaliação de Carcaça de Animal Vivo
-small.webp&w=3840&q=75)
Potencialize seu rebanho leiteiro com nossas consultorias especializadas em IATF, FIV e Avaliação de Carcaça de Animal Vivo


A Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) e a Texto Comunicação anunciam o lançamento do Anuário ASBIA 2026, relatório completo do mercado de inseminação artificial, com destaque para a publicação, na íntegra, do INDEX ASBIA 2025.

A avaliação genômica vem transformando o melhoramento genético nos rebanhos em todo o Brasil. Com a análise do DNA, podemos prever características genéticas fundamentais para a seleção dos animais jovens e melhoradores. Em mais de duas décadas de trabalho na área, acompanho de perto o crescimento da tecnologia no país, especialmente nas raças leiteiras. Neste artigo, conto um pouco das vantagens da técnica em quatro pontos principais: redução de tempo, economia nos custos, maior precisão e ganhos reais em produtividade.

A avaliação genômica vem transformando o melhoramento genético nos rebanhos em todo o Brasil. Com a análise do DNA, podemos prever características genéticas fundamentais para a seleção dos animais jovens e melhoradores. Em mais de duas décadas de trabalho na área, acompanho de perto o crescimento da tecnologia no país, especialmente nas raças leiteiras. Neste artigo, conto um pouco das vantagens da técnica em quatro pontos principais: redução de tempo, economia nos custos, maior precisão e ganhos reais em produtividade.