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Crédito: Carlos Lopes

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Bem-vindos ao Portal da ASBIA!

Este Portal foi desenvolvido pela Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) para atender aos diversos segmentos do setor pecuário bovino, reunindo, de forma inédita, informações em um só ambiente, com o propósito de facilitar o acesso dos usuários e contribuir para uma consulta mais simples, prática e confiável.

Sua construção é resultado do empenho generoso e da dedicação de muitas pessoas que acreditam na importância de fomentar e compartilhar conhecimento. Fotógrafos, pesquisadores, professores, profissionais do setor e técnicos uniram experiência, tempo e compromisso em torno de um objetivo comum: tornar este espaço uma fonte relevante de informação para todos que atuam ou se interessam pela pecuária bovina. A cada um que participou dessa construção, registramos nosso sincero agradecimento, com reconhecimento pela valiosa contribuição oferecida.

Aqui você vai encontrar:

  • Informações estratégicas e dados compilados para apoiar decisões, estudos e acompanhamento do mercado.
  • Um espaço para canais de comunicação, jornalistas e profissionais que divulgam o setor terem acesso a pautas, referências e informações organizadas.
  • Um ambiente para divulgação de eventos, ajudando instituições, empresas e profissionais a ampliarem o alcance das suas iniciativas.
  • Acesso ao acervo institucional, que reúne publicações como o Anuário, as versões do Index Sêmen divulgadas ao mercado e materiais técnicos.
  • Um acervo de legislações, regulamentações, normas e diretrizes ligadas ao setor, apresentado de forma simples e fácil de consultar.
  • Conteúdos sobre melhoramento genético e tecnologias reprodutivas, pensados para atender desde quem está começando até quem já atua na área.

O Portal da ASBIA nasce com o propósito de crescer continuamente. Por isso, sua participação também é essencial para que este espaço siga em constante aperfeiçoamento, sempre com mais qualidade e relevância para seus usuários.

Explore, utilize, compartilhe e participe.

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Portal da ASBIA é de todos nós — e foi feito para apoiar o presente e ajudar a construir o futuro do setor.

Próximos eventos

Todos os eventos
16JUNHO2026
Encontros e Conferências

9ª Conferência Nacional de Defesa Agropecuária (CNDA)

Não informado
Cuiabá (MS)
24JUNHO2026
Encontros e Conferências

Congresso Técnico de Bovinos – Agrária Nutrição Animal 2026

Não informado
Guarapuava (PR)
24JUNHO2026
Encontros e Conferências

XXI Jornada NESPro e II Congresso de Criadores

08:30 às 18:00
Porto Alegre (RS)
26JUNHO2026
Feiras e Exposições

Expomontes 2026

Não informado
Montes Claros (MG)
1JULHO2026
Feiras e Exposições

3ª edição da FENAGEN

Não informado
Pelotas (RS)
7JULHO2026
Feiras e Exposições

MilkShow 2026

Não informado
Patos de Minas (MG)
13JULHO2026
Cursos e Treinamentos

Curso de Inseminação Artificial – FAZU – Faculdades Associadas de Uberaba - Julho

Não informado
Uberaba (MG)
28JULHO2026
Encontros e Conferências

FORMULEITE 2026

Não informado
Lavras (MG)
30JULHO2026
Feiras e Exposições

LXII Exposición Nacional de Ganado Cebú

06:00 às 20:00
São Paulo (SP)
15AGOSTO2026
Feiras e Exposições

18ª ExpoGenética

Não informado
Uberaba (MG)
28AGOSTO2026
Feiras e Exposições

Camaru 2026 (62ª edição)

Não informado
Uberlândia (MG)
29AGOSTO2026
Feiras e Exposições

Expointer 2026

Não informado
Esteio (RS)
1SETEMBRO2026
Palestras e Eventos Técnicos

Fórum Nacional do Leite 2026

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Brasília (DF)
7SETEMBRO2026
Encontros e Conferências

AIM Congress 2026

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Dubai (DU)
13SETEMBRO2026
Feiras e Exposições

62ª EXPO Rio Preto

Não informado
São José do Rio Preto (SP)
16SETEMBRO2026
Palestras e Eventos Técnicos

6° Fórum Pecuária Brasil

Não informado
São Paulo (SP)
18SETEMBRO2026
Encontros e Conferências

CONACARNE - Congresso Nacional da Carne (ExpoCarne de Qualidade)

Não informado
Online
19SETEMBRO2026
Feiras e Exposições

Expô Araçatuba 2026

Não informado
Araçatuba (SP)
6OUTUBRO2026
Palestras e Eventos Técnicos

Fórum Brasil Sul de Bovinocultura de Corte e SBSBL 2026

08:00 às 18:00
Chapecó (SC)
21OUTUBRO2026
Feiras e Exposições

Conecta Leite 2026

Não informado
Pinhalzinho (SC)
26OUTUBRO2026
Encontros e Conferências

IMAR - International Meeting of Animal Reproduction

08:00 às 23:59
Viçosa (MG)
12NOVEMBRO2026
Feiras e Exposições

ExpoFrísia

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Carambeí (PR)

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Conteúdos Recentes do Setor

Alerta no pasto: El Niño desafia a pecuária de leite no Brasil

Alerta no pasto: El Niño desafia a pecuária de leite no Brasil

O clima global se prepara para uma nova rodada de instabilidades com a confirmação da presença do El Niño pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica ( NOAA , na sigla em inglês). Para a pecuária de leite, o fenômeno traz um cenário complexo e heterogêneo: enquanto algumas regiões se preparam para enfrentar secas e estresse térmico, outras podem registrar aumento na oferta de forragem. Apesar do alerta ligado para a safra 2026/27, o impacto no volume total produzido depende de múltiplos fatores geográficos e estruturais. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! O tamanho do desafio: quão forte será o El Niño? A intensidade do El Niño ganhou contornos mais nítidos no segundo semestre. Modelos climáticos indicam uma probabilidade de 63% de o evento atingir uma intensidade muito forte entre os meses de novembro e janeiro. Este período é considerado crítico por coincidir diretamente com o início e o desenvolvimento da estação chuvosa nas principais regiões produtoras do Brasil. “Este timing é uma fase decisiva para o plantio e o potencial produtivo”, alerta Juliana Torres Santiago, analista de inteligência de mercado da StoneX, em relatório técnico. Segundo ela, “um El Niño forte tende a aumentar a variabilidade climática, com excesso de chuvas em algumas áreas e seca em outras”. O mosaico de impactos nas regiões brasileiras Como a produção de leite está presente em 99% dos municípios do país, o impacto acaba sendo fragmentado. Segundo o levantamento da StoneX, os efeitos variam drasticamente de acordo com a geografia nacional: Nordeste sob risco: A região, que vinha expandindo sua participação de mercado por meio de novas tecnologias, enfrenta o maior risco de estiagem. Estados como Bahia, Sergipe e Alagoas são os mais expostos à escassez de chuva. O período mais crítico deve se concentrar em fevereiro e março, comprometendo diretamente a oferta de pastagens. Irregularidade no Centro-Sul: Em grandes polos como Minas Gerais e Goiás, a tônica será a oscilação. Alternando meses mais secos (novembro, dezembro e março) com momentos de recuperação, a principal preocupação reside no estresse térmico. O rebanho sofre com as altas temperaturas, o que prejudica o conforto dos animais e ameaça a produção de silagem de milho. Excesso de água no Sul: Na contramão do país, o Sul e o Mercosul (Argentina e Uruguai) devem registrar volumes de chuva acima da média. Se por um lado isso favorece o crescimento do pasto, por outro exige atenção. “O volume elevado de chuvas pode gerar problemas de manejo, comprometer a sanidade do rebanho, dificultar a logística de captação e prejudicar o plantio de forragens suplementares”, pontua a analista no documento. Por que o impacto não é linear? Historicamente, o comportamento do volume total de leite produzido no Brasil não apresenta uma relação direta com o El Niño ou a La Niña. Isso ocorre porque os efeitos tendem a se contrabalançar entre as regiões — o ganho produtivo impulsionado pelas chuvas no Sul costuma equilibrar as perdas causadas pela seca no Nordeste. Além disso, fatores estruturais têm demonstrado maior peso do que as variáveis climáticas isoladas. “Mudanças como a adoção crescente de tecnologia, a migração para sistemas de confinamento, variações de preço, dinâmicas de demanda e o cenário internacional exercem influência mais determinante sobre a produção”, destaca Juliana. Panorama global: Oceania sob a mesma dinâmica Grandes players mundiais do mercado de lácteos, como a Nova Zelândia e a Austrália, também enfrentam previsões de heterogeneidade por operarem sistemas baseados em pastagens. Enquanto a Austrália tende a enfrentar um padrão mais quente e seco, a Nova Zelândia divide-se entre um oeste úmido e um leste seco. Ainda assim, os dados históricos mostram ausência de correlação linear exata entre o índice climático e a produtividade final das pastagens locais. Para a safra 2026/27, a projeção de uma leve retração produtiva na Oceania decorre muito mais de uma base de comparação excepcionalmente alta em 2025/26 do que de danos diretos do fenômeno. Perspectivas para os próximos meses O ano de 2026 segue registrando uma tendência de desaceleração produtiva no Brasil, reflexo direto das margens de rentabilidade observadas pelo produtor nos últimos anos. O grande ponto de atenção se desloca para 2027. Caso as previsões de um El Niño intenso e persistente se sustentem ao longo do primeiro semestre, o equilíbrio entre oferta e demanda global poderá sofrer alterações mais severas, exercendo pressão de alta sobre os preços praticados no mercado de lácteos. O post Alerta no pasto: El Niño desafia a pecuária de leite no Brasil apareceu primeiro em Canal Rural .

13 de jun. de 2026Canal Rural
‘O grande ponto que faltou foi comprovar’, afirma veterinário sobre decisão da UE

‘O grande ponto que faltou foi comprovar’, afirma veterinário sobre decisão da UE

O embargo da União Europeia à proteína animal brasileira e a exigência de maior controle sobre o uso de antimicrobianos reacenderam o debate sobre rastreabilidade e comprovação de práticas na pecuária nacional. Em meio à mobilização de entidades do setor, o médico-veterinário do Instituto Biológico de São Paulo (IB) , Ricardo Jordão, avaliou que o principal desafio do Brasil não está na tecnologia, mas na capacidade de demonstrar o que é feito dentro da porteira. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! “O grande ponto que faltou foi comprovar. Tem muita coisa aplicada, mas eu acho que foi um entendimento e, tirando o lado comercial e econômico, falando só da parte técnica, a gente consegue tranquilamente”, afirmou ele, em entrevista ao Rural Notícias desta sexta-feira (12). Segundo Jordão, o Brasil não enfrenta um problema sanitário, mas documental. Ele destacou que o país utiliza apenas produtos permitidos, porém ainda tem dificuldade em comprovar de forma estruturada o uso diário dessas substâncias. País tem rastreabilidade, mas precisa melhorar Ele reforça que a rastreabilidade é essencial diante do tamanho do país e da complexidade da cadeia produtiva. Para ele, o sistema brasileiro de identificação de origem do rebanho precisa evoluir para incluir mais informações. “O Brasil tem o Sisbov, que é um sistema justamente para isso. Só que eles não querem saber só para onde o animal foi e de onde ele veio. Eles querem mais informações: o que foi usado, quanto foi usado, por quanto tempo”, explicou. Sobre a exigência europeia, Jordão lembrou que a preocupação está ligada à segurança alimentar e ao uso de antimicrobianos, destacando que algumas classes não devem ser utilizadas na produção animal por risco de resíduos na carne. Ele também defendeu o avanço do receituário veterinário como ferramenta de controle, em modelo semelhante ao da medicina humana, para garantir rastreabilidade e uso adequado de medicamentos. “Essa retenção de receita veterinária ajuda muito. É justamente isso que a União Europeia quer saber da gente: se a gente está usando os que são permitidos”, disse. Apesar do prazo imposto pela UE, o veterinário avalia que o Brasil pode avançar em ajustes regulatórios e de controle, mesmo que mudanças mais estruturais, como a aprovação de leis, levem mais tempo para serem implementadas. O post ‘O grande ponto que faltou foi comprovar’, afirma veterinário sobre decisão da UE apareceu primeiro em Canal Rural .

Brasil projeta redução de até 92,6% nas emissões da pecuária até 2050

A delegação brasileira apresentou na Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, um estudo que projeta redução de até 92,6% na intensidade de emissões da pecuária de corte até 2050. O levantamento, intitulado “Trajetórias de Descarbonização da Pecuária de Corte no Brasil – 2025 a 2050”, foi desenvolvido pelo Centro de Estudos do Agronegócio da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro) e lançado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) e a Missão do Brasil em Roma. A apresentação ocorreu durante a Quarta Sessão do Subcomitê de Pecuária do Comitê de Agricultura (COAG), da FAO. Foco em produção sustentável Durante a abertura do evento, o diretor de Produção e Sanidade Animal e diretor-geral assistente da FAO, Thanawat Tiensin, destacou a necessidade de cooperação entre diferentes setores. “Quando falamos de produção pecuária sustentável, cada país precisa encontrar seu próprio caminho”, afirmou. O presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, informou que o objetivo da apresentação foi demonstrar a capacidade do setor pecuário brasileiro de reduzir emissões sem comprometer a produção. “Viemos à FAO mostrar que a pecuária brasileira tem condições de avançar de forma consistente na agenda climática sem abrir mão da produtividade”, declarou. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! Adoção de práticas sustentáveis Müller também destacou a expansão dos sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) no país. “Já estamos com cerca de 17 milhões de hectares com algum tipo de produção integrada, e o grande benefício é que esse sistema otimiza a terra e reduz a pegada de carbono de forma definitiva”, disse. Segundo dados apresentados, o Brasil possui o maior rebanho comercial do mundo, com 192,6 milhões de cabeças em 2024. O estudo aponta que 30,2% do território nacional é utilizado pela agropecuária, enquanto 66,3% permanece coberto por vegetação nativa. Resultados do estudo De acordo com o levantamento, a produção brasileira de carne bovina aumentou mais de 240% entre 2004 e 2024, enquanto a área de pastagens foi reduzida em 11%. A pesquisadora da FGV Agro, Camila Estevam, apresentou os resultados da modelagem utilizada no estudo, indicando que as tendências já em execução podem reduzir as emissões absolutas em até 60% até 2050. O estudo projeta que, no cenário de maior mitigação, a produção poderá alcançar 18,2 milhões de toneladas de carcaça em 2050, enquanto a área de pastagens seria reduzida em mais 35%. Oportunidade para exportação Para a indústria exportadora, a apresentação do estudo na FAO representa uma oportunidade de ampliar a divulgação de dados técnicos sobre a produção brasileira. O diretor de Sustentabilidade da Abiec, Fernando Zelner, afirmou que o levantamento pode contribuir para a imagem da carne brasileira nos mercados internacionais. “Isso é fundamental para a exportação”, destacou. Segundo os organizadores, o estudo considera práticas como recuperação de pastagens, integração entre sistemas produtivos, biotecnologia e uso de aditivos alimentares como fatores associados à redução das emissões da pecuária de corte no Brasil. Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br . Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural. O post Brasil projeta redução de até 92,6% nas emissões da pecuária até 2050 apareceu primeiro em Canal Rural .

13 de jun. de 2026Canal Rural
Mercado do boi gordo encerra semana de olho na China e com preços estáveis; saiba mais

Mercado do boi gordo encerra semana de olho na China e com preços estáveis; saiba mais

O mercado físico do boi gordo encerrou a sexta-feira (12) com preços acomodados nas principais regiões produtoras do Brasil. Segundo o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos seguem ajustando suas estratégias de compra, especialmente em relação aos animais destinados ao mercado chinês. De acordo com o especialista, as indústrias vêm reduzindo as premiações pagas pelo chamado “boi China” e operando com maior nível de ociosidade nas plantas frigoríficas. O movimento reflete uma tentativa de adaptação a um cenário em que o principal comprador da carne bovina brasileira pode atuar de forma menos intensa nas negociações. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo:  siga o Canal Rural no Google News! Outro fator que chama atenção é a ausência de diversas indústrias das compras de gado neste momento. Além disso, ainda não houve comunicação oficial das autoridades chinesas sobre o preenchimento de 80% da cota brasileira de exportação, alerta que deve ocorrer nos próximos dias e que segue sendo acompanhado pelo mercado. Nas principais praças pecuárias, os preços da arroba permaneceram estáveis: São Paulo (SP): R$ 353,33 por arroba (a prazo) Goiás (GO): R$ 335,54 por arroba Minas Gerais (MG): R$ 330,18 por arroba Mato Grosso do Sul (MS): R$ 352,16 por arroba Mato Grosso (MT) : R$ 356,01 por arroba No mercado atacadista, a carne bovina também apresentou pouca variação nos preços ao longo do dia. Apesar disso, há expectativa de melhora no consumo durante o restante de junho, especialmente com a movimentação gerada pelos jogos da seleção brasileira. Mesmo assim, a carne bovina continua enfrentando forte concorrência de proteínas mais acessíveis ao consumidor, principalmente a carne de frango, que segue ganhando espaço no varejo. Atacado Quarto traseiro: R$ 27,00/kg Quarto dianteiro: R$ 21,50/kg Ponta de agulha : R$ 20,00/kg Câmbio No mercado cambial, o dólar comercial fechou o dia em queda de 0,58%, cotado a R$ 5,0318 para venda. A desvalorização da moeda norte-americana também segue no radar do setor exportador, influenciando a competitividade da carne bovina brasileira no mercado internacional. O post Mercado do boi gordo encerra semana de olho na China e com preços estáveis; saiba mais apareceu primeiro em Canal Rural .

12 de jun. de 2026Canal Rural
12 de jun. de 2026Canal Rural

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17 de abr. de 2026Assessoria Agropecuária
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A avaliação genômica vem transformando o melhoramento genético nos rebanhos em todo o Brasil. Com a análise do DNA, podemos prever características genéticas fundamentais para a seleção dos animais jovens e melhoradores. Em mais de duas décadas de trabalho na área, acompanho de perto o crescimento da tecnologia no país, especialmente nas raças leiteiras. Neste artigo, conto um pouco das vantagens da técnica em quatro pontos principais: redução de tempo, economia nos custos, maior precisão e ganhos reais em produtividade.

20 de mai. de 2026Asbia
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14 de abr. de 2026
UNESP
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20 de mai. de 2026
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16 de abr. de 2026Theriogenology Animal Reproduction