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Bem-vindos ao Portal da ASBIA!

Este Portal foi desenvolvido pela Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) para atender aos diversos segmentos do setor pecuário bovino, reunindo, de forma inédita, informações em um só ambiente, com o propósito de facilitar o acesso dos usuários e contribuir para uma consulta mais simples, prática e confiável.

Sua construção é resultado do empenho generoso e da dedicação de muitas pessoas que acreditam na importância de fomentar e compartilhar conhecimento. Fotógrafos, pesquisadores, professores, profissionais do setor e técnicos uniram experiência, tempo e compromisso em torno de um objetivo comum: tornar este espaço uma fonte relevante de informação para todos que atuam ou se interessam pela pecuária bovina. A cada um que participou dessa construção, registramos nosso sincero agradecimento, com reconhecimento pela valiosa contribuição oferecida.

Aqui você vai encontrar:

  • Informações estratégicas e dados compilados para apoiar decisões, estudos e acompanhamento do mercado.
  • Um espaço para canais de comunicação, jornalistas e profissionais que divulgam o setor terem acesso a pautas, referências e informações organizadas.
  • Um ambiente para divulgação de eventos, ajudando instituições, empresas e profissionais a ampliarem o alcance das suas iniciativas.
  • Acesso ao acervo institucional, que reúne publicações como o Anuário, as versões do Index Sêmen divulgadas ao mercado e materiais técnicos.
  • Um acervo de legislações, regulamentações, normas e diretrizes ligadas ao setor, apresentado de forma simples e fácil de consultar.
  • Conteúdos sobre melhoramento genético e tecnologias reprodutivas, pensados para atender desde quem está começando até quem já atua na área.

O Portal da ASBIA nasce com o propósito de crescer continuamente. Por isso, sua participação também é essencial para que este espaço siga em constante aperfeiçoamento, sempre com mais qualidade e relevância para seus usuários.

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18º Leilão ANGUS RIO DA PAZ - 50 Touros - Virtual

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Uberaba (MG)
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29AGOSTO2026
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Expô Araçatuba 2026

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Conteúdos Recentes do Setor

Boi gordo: Fim precoce da cota chinesa inaugura um dos momentos mais delicados do mercado

Boi gordo: Fim precoce da cota chinesa inaugura um dos momentos mais delicados do mercado

O mercado físico do boi gordo atravessa um momento de forte pressão baixista, em um movimento que vai muito além da simples negociação entre frigoríficos e pecuaristas. O fator determinante da atual conjuntura é a perspectiva de esgotamento precoce da cota chinesa de importação de carne bovina , evento que modifica significativamente a dinâmica de formação de preços no Brasil. Nos últimos dias, tornou-se evidente uma atuação coordenada da indústria frigorífica. Mesmo sem contar, em muitos casos, com escalas de abate confortáveis, os frigoríficos passaram a testar preços menores para a arroba, antecipando um cenário de redução das exportações para a China. Trata-se de um movimento preventivo, em que a indústria busca adequar seus custos à nova realidade do mercado internacional. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! A importância da China para a pecuária brasileira explica a intensidade dessa reação. O país responde por aproximadamente metade das exportações nacionais de carne bovina, tornando praticamente impossível compensar sua ausência apenas com o crescimento das vendas para outros destinos. Embora os Estados Unidos venham ampliando suas compras ao longo de 2026 e representem uma importante alternativa comercial, esse mercado, isoladamente, não possui capacidade para absorver o volume tradicionalmente destinado aos chineses. Esse episódio reforça uma discussão antiga dentro do setor: a necessidade de diversificação dos mercados compradores. Há anos o Brasil negocia a abertura sanitária para Japão e Coreia do Sul, dois mercados reconhecidos pelo elevado valor agregado de suas importações e pelo rigor sanitário exigido de seus fornecedores. Além do ganho financeiro proporcionado por esses destinos, sua abertura representaria um importante reconhecimento internacional da qualidade da carne brasileira. Os benefícios dessa estratégia vão além da bovinocultura. A suinocultura nacional também seria favorecida, especialmente estados como Paraná e Rio Grande do Sul, que ainda encontram restrições para acessar o mercado japonês. Entretanto, é importante compreender que diversificação de mercados não produz resultados imediatos. Trata-se de um processo diplomático e sanitário complexo, cujos efeitos normalmente são percebidos apenas no médio e longo prazo. Enquanto isso, a dependência da China continuará sendo uma característica estrutural da pecuária brasileira. A medida de salvaguarda permanecerá vigente também em 2027 e 2028, o que significa que episódios semelhantes poderão voltar a ocorrer caso não haja evolução nas negociações comerciais. No mercado doméstico, os fundamentos também inspiram cautela. O consumo apresentou desempenho discreto durante a segunda quinzena de junho e no início de julho, limitando qualquer tentativa de reação consistente dos preços no atacado. Ainda existe expectativa de melhora pontual da demanda em razão da entrada dos salários na economia e da realização da partida da Seleção Brasileira no próximo fim de semana, fatores tradicionalmente associados ao aumento do consumo de proteínas. Contudo, esses estímulos possuem caráter temporário e dificilmente alterarão a tendência predominante do mercado. Do lado da indústria, as respostas ao novo ambiente de negócios já começaram a aparecer. Diversos frigoríficos anunciaram férias coletivas e reduziram o ritmo de abates, aumentando deliberadamente sua ociosidade operacional. Essa estratégia busca ajustar a produção à menor disponibilidade de demanda externa, reduzindo a necessidade de aquisição de animais terminados. Como consequência, a pressão sobre os preços da arroba tende a permanecer intensa durante as próximas semanas. O comportamento da B3 reforça essa percepção. O mercado futuro já precificava um terceiro trimestre significativamente mais desafiador para a pecuária brasileira, refletindo as incertezas relacionadas à salvaguarda chinesa. A forte desvalorização dos contratos demonstra que investidores e agentes da cadeia passaram a incorporar um cenário de menor capacidade de exportação e maior dificuldade para sustentação dos preços internos. As tentativas de flexibilização da medida por parte dos governos brasileiro e australiano, ao menos até o momento, não produziram resultados concretos. A sinalização das autoridades chinesas permanece inalterada, mantendo integralmente as regras da salvaguarda. Paralelamente, países que ainda possuem ampla disponibilidade dentro de suas cotas, como Argentina, Uruguai, Nova Zelândia e Estados Unidos, tendem a intensificar suas vendas para o mercado chinês. Ao mesmo tempo, cresce a probabilidade de operações trianguladas, tanto por meio de países sul-americanos quanto utilizando Hong Kong como plataforma tradicional de redistribuição de produtos destinados à China. Embora essas operações possam reduzir parcialmente os impactos comerciais, elas dificilmente compensarão integralmente a perda de competitividade do produto brasileiro durante o período de vigência da cota. Esse conjunto de fatores reforça uma mudança importante no perfil da gestão pecuária brasileira. Em um ambiente marcado por elevada volatilidade, maior interferência geopolítica e rápidas alterações nas condições de acesso aos mercados internacionais, a gestão de risco deixa de ser uma ferramenta acessória para se tornar um elemento central da atividade. A utilização de instrumentos como hedge, contratos a termo e estratégias de comercialização escalonada passa a representar uma necessidade econômica, e não apenas uma opção operacional. O mercado pecuário brasileiro inicia um novo ciclo em que eficiência produtiva, diversificação comercial e gestão financeira caminham lado a lado. Em um cenário cada vez mais complexo, a competitividade dependerá não apenas da capacidade de produzir, mas principalmente da capacidade de administrar riscos e antecipar mudanças estruturais do mercado. *Fernando Henrique Iglesias é coordenador do departamento de Análise de Safras & Mercado , com especialidade no setor de carnes (boi, frango e suíno) O Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação. O post Boi gordo: Fim precoce da cota chinesa inaugura um dos momentos mais delicados do mercado apareceu primeiro em Canal Rural .

03 de jul. de 2026Canal Rural
Demanda fraca e menor interesse dos frigoríficos pressionam preço do boi gordo

Demanda fraca e menor interesse dos frigoríficos pressionam preço do boi gordo

O mercado do boi gordo seguiu com negociações lentas nesta quinta-feira (2), embora o volume de negócios tenha sido ligeiramente superior ao registrado no início da semana. Segundo análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o cenário continua marcado por demanda enfraquecida, escalas de abate confortáveis e pressão baixista sobre os preços em grande parte das praças pecuárias. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo:  siga o Canal Rural no Google News! De acordo com pesquisadores do Cepea, muitos frigoríficos seguem sem necessidade imediata de compras. Com escalas de abate já abastecidas, as indústrias mantêm os preços ofertados ou tentam reduzir em até R$ 5 por arroba, dependendo da categoria do animal e da necessidade de reposição. Cuiabá registra preços estáveis Em Cuiabá (MT), boa parte dos frigoríficos manteve os valores praticados no dia anterior. Já aqueles que vinham oferecendo os menores preços precisaram elevar em R$ 5 por arroba para conseguir efetuar novas compras. Apesar da baixa disponibilidade de animais terminados, compradores relatam que o escoamento da carne permanece lento, o que reduz o interesse tanto de compra quanto de venda. As negociações ocorreram entre R$ 320 e R$ 325 por arroba, com escalas de abate próximas de uma semana. Norte de Minas tem queda nos preços No Norte de Minas Gerais, o mercado apresentou recuo de até R$ 5 por arroba para o boi gordo. Segundo agentes consultados pelo Cepea, a demanda pela carne continua fraca e, mesmo com a oferta limitada de animais, os frigoríficos operam com menor necessidade de abate. As negociações ficaram entre R$ 310 e R$ 315 por arroba, também com escalas em torno de sete dias. São Paulo negocia entre R$ 330 e R$ 340 No estado de São Paulo, os negócios seguem concentrados na faixa de R$ 330 a R$ 340 por arroba. De forma geral, as escalas de abate variam entre cinco e nove dias, indicando um leve encurtamento em relação às semanas anteriores, mas ainda suficientes para que os frigoríficos mantenham postura cautelosa nas compras. Mercado da carne segue enfraquecido No atacado, o desempenho das vendas continua sendo motivo de preocupação. Segundo o Cepea, agentes relataram baixo ritmo de comercialização da carne bovina, o que contribuiu para nova queda nos preços. Na Grande São Paulo, a carcaça casada bovina foi negociada, em média, a R$ 24 por quilo à vista, refletindo a dificuldade de escoamento da proteína. Na avaliação do Cepea, enquanto o consumo doméstico permanecer enfraquecido, o mercado tende a seguir pressionado, com negociações envolvendo pequenos lotes e pouca disposição dos frigoríficos para elevar os preços pagos pelo boi gordo. O post Demanda fraca e menor interesse dos frigoríficos pressionam preço do boi gordo apareceu primeiro em Canal Rural .

Fim da cota chinesa: ‘indústria não tem para onde enviar todo esse volume de carne’, diz presidente da Abiec

Os frigoríficos brasileiros estão reduzindo o ritmo de produção e concedendo férias coletivas em algumas unidades após o esgotamento da cota de importação de carne bovina brasileira sem tarifa pela China. Segundo o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Roberto Perosa, o setor vive um período de adaptação diante da redução das compras pelo principal destino da carne bovina nacional. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! “As indústrias não têm para onde enviar todo esse volume que estavam acostumadas a mandar para a China. Então, elas estão passando por um período de adaptação, buscando atender um pouco mais o mercado interno e um pouco mais outros mercados, para entender como o mercado vai reagir a tudo isso”, afirmou em entrevista ao Canal Rural. Neste ano, a China estabeleceu uma cota de aproximadamente 1,106 milhão de toneladas de carne bovina brasileira com tarifa reduzida. No ano passado, o Brasil exportou cerca de 1,7 milhão de toneladas para o país asiático. Após o esgotamento desse limite, as importações passam a pagar uma tarifa total de aproximadamente 67%, tornando inviável a exportação da maior parte dos cortes brasileiros. Férias coletivas como estratégia Perosa explicou que as férias coletivas anunciadas por alguns frigoríficos são consequência direta da redução da demanda chinesa, mas ressalta que a intensidade dos ajustes varia conforme o perfil de cada empresa. “O que houve foi uma consequência das imposições que estamos sofrendo da China. Como não existe outro destino capaz de absorver esse volume de produção, cada empresa está adotando as medidas mais adequadas à sua realidade.” Segundo ele, frigoríficos com maior diversificação de mercados conseguiram apenas reduzir o ritmo de produção. Já aqueles mais dependentes da China precisaram interromper parte das atividades. “Aqueles que têm maior capacidade de atender outros mercados diminuíram um pouco a produção. Já aqueles que não têm tantos destinos para enviar suas cargas estão reduzindo a produção e concedendo férias coletivas em algumas plantas.” Exportações devem perder volume O presidente da Abiec reconhece que será difícil compensar a redução das compras chinesas no curto prazo. “Vai afetar o volume das exportações, porque o volume consumido pela China é muito grande. Estamos tentando mitigar esse impacto com novos mercados, mas é muito improvável atingir o mesmo volume.” Segundo Perosa, a entidade defendia anteriormente a adoção de um mecanismo semelhante de gestão da oferta no Brasil justamente para evitar uma situação como a atual. “Infelizmente isso não foi possível e agora teremos, nos próximos meses, um arrefecimento das exportações em razão da redução das compras chinesas.” Cota deve ser atingida quando cargas chegarem à China Embora parte da carne ainda esteja em trânsito, Perosa afirma que, na prática, o limite já foi alcançado. “O Brasil praticamente já enviou todo o volume correspondente à cota. O que acontece é que existe um intervalo de 40 a 60 dias entre o embarque no Brasil e a chegada da carga à China. Quando esses embarques forem contabilizados, a cota estará esgotada.” Segundo ele, a produção destinada ao mercado chinês já foi interrompida. “As exportações pararam para a China porque nós deixamos de produzir animais destinados a esse mercado. Elas deverão ser retomadas quando houver condições comerciais para isso.” Após o limite da cota, a tarifa atualmente aplicada às importações brasileiras aumenta significativamente. “A China hoje cobra cerca de 12% de tarifa. Depois que a cota é atingida, acrescentam-se mais 55%, chegando a aproximadamente 67%, um valor impraticável para a maioria dos cortes brasileiros.” Segundo Perosa, apenas alguns produtos específicos poderiam continuar sendo exportados com essa tributação, mas em volumes muito inferiores aos praticados atualmente. Novos mercados Para reduzir a dependência da China, a Abiec intensifica as negociações para abertura e ampliação de novos mercados. Perosa cita o Vietnã, recentemente aberto às exportações brasileiras, além de Japão, Coreia do Sul e Turquia como os principais alvos. “São negociações complexas, conduzidas pelo Ministério da Agricultura, com apoio da Abiec. Nosso objetivo é diversificar a pauta exportadora para reduzir a dependência de poucos compradores.” Além da China, a entidade acompanha com atenção as negociações com a União Europeia, que discute novas exigências relacionadas ao sistema brasileiro de fiscalização sanitária. “O questionamento da União Europeia não é sobre o nosso sistema de produção, mas sobre a fiscalização. O Ministério da Agricultura está demonstrando que o Brasil já possui mecanismos eficazes de controle.” Segundo Perosa, a expectativa é que as negociações avancem até setembro, permitindo a manutenção do fluxo comercial com o bloco europeu. Arroba já sente os reflexos O presidente da Abiec afirma que o mercado do boi gordo já começou a reagir à redução das exportações. “A arroba já sentiu esse movimento. Houve um recuo nos últimos dias porque a indústria não tem onde alocar todo esse volume e reduziu o ritmo de produção.” Apesar disso, ele acredita que o mercado encontrará um novo ponto de equilíbrio. “Esperamos que a arroba estabilize. Não há motivo para correria ou desespero. Ela deve encontrar um novo patamar, diferente do observado há 15 ou 30 dias.” Segundo Perosa, o momento exige cautela enquanto frigoríficos e exportadores reorganizam a produção e buscam ampliar a participação em outros mercados. “As indústrias estão atravessando um período de adaptação, buscando equilibrar o abastecimento do mercado interno com a abertura de novos destinos para parte da carne que deixará de ser embarcada para a China.” O post Fim da cota chinesa: ‘indústria não tem para onde enviar todo esse volume de carne’, diz presidente da Abiec apareceu primeiro em Canal Rural .

03 de jul. de 2026Canal Rural
Agroindústria familiar de mel de Cerro Largo obtém registro estadual

Agroindústria familiar de mel de Cerro Largo obtém registro estadual

A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) entregou, na quarta-feira (1º/7), o registro do Serviço de Inspeção Estadual (SIE/RS) à agroindústria familiar Sabor Nativo, de Cerro Largo (RS). Com a concessão, o empreendimento passa a estar habilitado a comercializar produtos de abelhas em todo o território gaúcho. O título foi emitido pela Seapi, por meio da Divisão de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa), e entregue pela Supervisão Regional de São Luiz Gonzaga. Com a certificação, a Sabor Nativo se torna a quarta agroindústria de produtos de abelhas registrada no SIE/RS. Segundo a Seapi, o registro representa um avanço para a cadeia produtiva da apicultura e amplia as oportunidades de mercado para os produtores gaúchos. Quer ficar por dentro da previsão do tempo e dos alertas meteorológicos? Acesse a página do tempo do Canal Rural e planeje-se! A habilitação estadual atesta que o estabelecimento atende aos requisitos sanitários e tecnológicos previstos na legislação. O processo envolve a avaliação do projeto industrial, da documentação, das instalações, dos equipamentos e dos processos produtivos. Para a fiscal agropecuária e responsável pela seção técnica de mel da Dipoa, Andréa Regina Cortese, a formalização das agroindústrias é um passo para o fortalecimento do setor. Segundo ela, a atuação do serviço oficial de inspeção também contribui para o desenvolvimento rural sustentável, a ampliação do acesso a mercados, o fortalecimento da economia regional e a oferta de alimentos seguros aos consumidores. O proprietário da Sabor Nativo, Claudemir Mistura, afirmou que a certificação marca uma nova etapa do empreendimento. Segundo ele, a expectativa é agregar valor ao produto e realizar a venda direta ao consumidor final por meio da agroindústria. A Dipoa e a Supervisão Regional de São Luiz Gonzaga acompanharam o processo com orientação técnica e suporte para a adequação das instalações e dos procedimentos produtivos. De acordo com a Emater/RS-Ascar, a produção de mel no Rio Grande do Sul poderá alcançar cerca de 11 mil toneladas em 2026, acima das aproximadamente 9,1 mil toneladas registradas em 2024, ano impactado pelas enchentes. Nesse cenário, Andréa destacou também a ampliação do escopo do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA) para produtos de abelhas como uma oportunidade para ampliar o alcance das agroindústrias gaúchas ao mercado nacional. Com o registro no SIE/RS, a agroindústria Sabor Nativo passa a operar com habilitação estadual para vender produtos de abelhas no mercado gaúcho, em um momento de expansão da apicultura no Rio Grande do Sul. Fonte: agricultura.rs.gov.br O post Agroindústria familiar de mel de Cerro Largo obtém registro estadual apareceu primeiro em Canal Rural .

03 de jul. de 2026Canal Rural
02 de jul. de 2026Canal Rural

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14 de abr. de 2026
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20 de mai. de 2026
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16 de abr. de 2026Theriogenology Animal Reproduction