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Sua construção é resultado do empenho generoso e da dedicação de muitas pessoas que acreditam na importância de fomentar e compartilhar conhecimento. Fotógrafos, pesquisadores, professores, profissionais do setor e técnicos uniram experiência, tempo e compromisso em torno de um objetivo comum: tornar este espaço uma fonte relevante de informação para todos que atuam ou se interessam pela pecuária bovina. A cada um que participou dessa construção, registramos nosso sincero agradecimento, com reconhecimento pela valiosa contribuição oferecida.

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Melhoramento Genético

Interpretação de Dados

Conteúdos essenciais para compreender e analisar os dados de avaliação genética e reprodução bovina.

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Melhoramento Genético

Características, Índices e Sumários

Guia completo sobre características avaliadas, índices de seleção e sumários de touros com critérios de interpretação.

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Melhoramento Genético

Avaliações Fenotípicas e Genômicas

Entenda as metodologias de avaliação fenotípica e genômica aplicadas ao melhoramento genético bovino.

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Conteúdos Recentes do Setor

Preços do boi gordo continuam trajetória de alta; veja as cotações

Preços do boi gordo continuam trajetória de alta; veja as cotações

O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com negociações acima da referência média ao longo desta quinta-feira (17), em um ambiente pautado por escalas de abate menos confortáveis. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o cenário para os frigoríficos de maior porte ainda é mais tranquilo, considerando a incidência de animais de parceria, além da utilização de confinamentos próprios. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo :   siga o Canal Rural no Google News! “O mercado segue atento ao fluxo exportador, somado ao comportamento da demanda no mercado doméstico. Por fim, é válido mais uma vez mencionar que o spread formado entre mercado futuro e mercado físico é amplo, principalmente quando se trata do vencimento outubro, próximo spot”, disse. Preços médios da arroba do boi São Paulo: R$ 353,33 — ontem: R$ 352,67 Goiás: R$ 343,29 — ontem: R$ 343,57 Minas Gerais: R$ 340,18 — ontem: R$ 337,35 Mato Grosso do Sul: R$ 348,41 — ontem: R$ 348,30 Mato Grosso: R$ 331,62 — ontem: R$ 331,42 Mercado atacadista O mercado atacadista opera com preços acomodados nos níveis alcançados após as altas recentes. Segundo Iglesias, a entrada dos salários na economia estimulou a reposição entre atacado e varejo durante a primeira metade do mês. Entretanto, para a segunda quinzena, a expectativa é de menor intensidade do consumo. A elevada competitividade dos cortes suínos e da carne de frango também limita o espaço para novos avanços da carne bovina, especialmente em um ambiente de menor poder aquisitivo das famílias. Quarto traseiro: R$ 27,50 por quilo Quarto dianteiro: R$ 19,50 por quilo Ponta de agulha: R$ 18,50 por quilo Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,25%, sendo negociado a R$ 5,1393 para venda e a R$ 5,1373 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1253 e a máxima de R$ 5,1773. O post Preços do boi gordo continuam trajetória de alta; veja as cotações apareceu primeiro em Canal Rural .

17 de set. de 2026Canal Rural
Abiec prevê retomada da carne bovina brasileira na UE no 1º semestre de 2027

Abiec prevê retomada da carne bovina brasileira na UE no 1º semestre de 2027

O presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Roberto Perosa, afirmou nesta quinta-feira (17), em São Paulo, que não espera uma solução ainda em 2026 para a suspensão das exportações brasileiras de carne bovina à União Europeia (UE). Segundo ele, a retomada do fluxo comercial pode ocorrer no primeiro semestre de 2027, desde que o Brasil volte à lista de fornecedores habilitados e avance na negociação de um período de transição com as autoridades europeias. As restrições entraram em vigor em 3 de setembro, com a aplicação, pela UE, de novas regras para importações de animais e produtos de origem animal relacionadas ao uso de antimicrobianos, previstas no Regulamento de Execução (UE) 2026/1189. Para seguir apto a exportar, o país fornecedor precisa apresentar garantias de cumprimento das exigências europeias. O Brasil foi o único citado nominalmente no regulamento por não ter fornecido dentro do prazo as informações requeridas, enquanto outros 92 países ou regiões foram habilitados com base nas comprovações apresentadas. Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural! No caso da carne bovina, Perosa afirmou que a discussão é mais complexa porque a UE exige garantias sobre o uso de determinados antimicrobianos durante todo o ciclo de vida do animal. Em junho, o governo brasileiro apresentou uma proposta de transição para o setor bovino, com comprovação da ausência dos produtos proibidos nos nove meses finais de vida do animal e certificação plena do rebanho implementada gradualmente até 2029. A alternativa foi rejeitada pelas autoridades europeias. Segundo Perosa, indústria, pecuaristas e certificadoras elaboraram um novo protocolo para atender às exigências e o apresentaram ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). As indústrias envolvidas já aderiram ao sistema, enquanto a Abiec e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) trabalham para ampliar a adesão dos produtores rurais. A estratégia do setor é conduzir a negociação em duas etapas: primeiro, recolocar o Brasil na lista de países habilitados; depois, negociar um período de transição que permita a retomada das vendas antes da conclusão de um ciclo completo de produção bovina. Pelas regras atualmente consideradas pela UE, a adequação integral pode levar cerca de dois anos, segundo Perosa. A Abiec também sugeriu ao Mapa a realização de visitas a propriedades brasileiras para verificação dos procedimentos adotados. A entidade discute uma nova proposta de transição com o ministério, ainda sem apresentação formal às autoridades europeias. Fonte: Estadão Conteúdo O post Abiec prevê retomada da carne bovina brasileira na UE no 1º semestre de 2027 apareceu primeiro em Canal Rural .

China deve retomar compras de carne brasileira entre outubro e novembro, avalia Abiec

As exportações de carne bovina brasileira para China devem ser retomadas entre meados de outubro e novembro, com foco no abastecimento da cota de importação de 2027. A expectativa é de Roberto Perosa, presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec). Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo :  siga o Canal Rural no Google News! Em entrevista durante café da manhã com jornalistas promovido pela Abiec e pela Datagro nesta quinta-feira (17), na sede da associação, em São Paulo, Perosa explicou que frigoríficos e compradores precisam considerar o período entre a produção no Brasil, o embarque e a chegada da carne ao mercado chinês. “Agora chega o momento em que vão começar as novas negociações. Isso deve se intensificar a partir de novembro, para que haja a produção e o envio para a China e, com o tempo de trânsito entre o Brasil e a China, chegue no momento adequado lá em janeiro”, afirmou. Segundo o presidente da Abiec, o objetivo é que as cargas possam ser desembaraçadas já dentro do novo período da cota chinesa. “Meados de outubro, novembro, a gente começa essas negociações para começar a voltar a vender à China”, acrescentou. Retomada das exportações para União Europeia Outro mercado no radar da indústria brasileira é a União Europeia. Segundo Perosa, representantes de diferentes elos da pecuária desenvolveram um novo protocolo para atender às exigências do bloco europeu. A iniciativa envolve a Abiec, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e representantes das certificadoras. O protocolo já foi validado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e, de acordo com Perosa, está em andamento. “O Brasil, dentro dos elos da cadeia da pecuária, a associação da indústria, a Abiec, junto com a CNA, também com a associação das certificadoras, desenvolveu um protocolo conjunto e o Mapa validou esse protocolo e publicou. Então, já há um protocolo em andamento e nós estamos vendo bons sinais”, disse. O presidente da Abiec citou como sinal positivo avaliações recentes realizadas pela União Europeia no Brasil em outras cadeias de proteína animal e alimentos. “A União Europeia esteve aqui avaliando a cadeia de aves, de mel, aprovou a fiscalização do Mapa e, no futuro, deve aprovar também a fiscalização da carne bovina”, afirmou. Na avaliação de Perosa, essa aprovação permitiria ao Brasil voltar à lista de países aptos a exportar a proteína e abriria caminho para a retomada do fluxo comercial. Além da aprovação das autoridades europeias, a indústria defende a adoção de um período de transição para adequação às novas regras. “Nós defendemos que haja um período de adaptação, de transição, para não ter interrupção do fluxo comercial. Isso está sendo negociado entre os governos e a gente imagina que em breve nós possamos voltar”, afirmou Perosa. Apesar da expectativa, o dirigente ponderou que a retomada não deve ser imediata. “Hoje, o dado é que até meados do final do ano ou começo do ano, a gente ainda não possa exportar para a União Europeia”, disse. Dessa forma, a indústria trabalha com a perspectiva de que as restrições ainda afetem os embarques nos próximos meses, enquanto avançam as negociações entre Brasil e União Europeia para adequação às novas exigências. Estados Unidos Perosa também comentou a decisão dos Estados Unidos de ampliar as importações de carne bovina. Para o presidente da Abiec, aumentar o número de destinos e reduzir barreiras tarifárias são movimentos importantes para a indústria brasileira. “A ampliação de mercados é sempre muito importante. A diversificação de mercados é muito importante”, afirmou. Segundo ele, o Brasil exporta carne bovina para mais de 167 países e um maior acesso a mercados relevantes, como o norte-americano, pode contribuir para a composição dos preços no mercado doméstico. “Quanto mais a gente puder ter acesso com menos tarifas a diversos mercados, mercados importantes como o americano, ajuda muito a composição do preço no mercado interno. Eu vejo com bons olhos. Nós vamos estar prontos para abastecer o mercado americano com aquilo que for demandado”, afirmou. O post China deve retomar compras de carne brasileira entre outubro e novembro, avalia Abiec apareceu primeiro em Canal Rural .

17 de set. de 2026Canal Rural
Exportações de carne bovina caem  25,5% em agosto, mas acumulado do ano ainda é positivo

Exportações de carne bovina caem 25,5% em agosto, mas acumulado do ano ainda é positivo

O volume de carne e subprodutos do abate de bovinos, incluindo a proteína industrializada, apresentou queda de 25,56% nas exportações em agosto deste ano ante o mesmo mês de 2025, atingindo 267,34 mil toneladas. Já a receita com os embarques teve redução de 16,11% no período, totalizando US$ 1,399 bilhão, conforme informações compiladas pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), baseadas em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). O resultado do mês de agosto refletiu principalmente o esgotamento da cota de exportações da carne bovina brasileira para o mercado chinês, de 1,106 milhão de toneladas, sendo que as vendas acima desse volume são sobretaxadas em 55%. No acumulado de janeiro a agosto de 2026, as exportações do setor alcançaram US$ 12,957 bilhões, com um crescimento de 19,55% em comparação ao mesmo período de 2025. Em termos de volume, a queda no período foi tímida, de 1,14%, para 2,387 milhões de toneladas. Principais compradores da carne brasileira A China se manteve como principal compradora externa da carne bovina brasileira nos primeiros oito meses do ano. No total, o país asiático foi responsável por aquisições de US$ 5,438 bilhões, com um aumento de 9,43%. Em volume, as vendas para a China apresentaram queda de 7,9%, para 873 mil toneladas. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e  previsão do tempo :   siga o Canal Rural no Google News! Considerando apenas o mês de agosto, as vendas de carne bovina in natura para o mercado chinês recuaram 89,62% em receitas, para US$ 92 milhões, e 89,82% em volume, para 16 mil toneladas, frente a agosto de 2025. Com o esgotamento da cota de exportações do Brasil para o gigante asiático, a expectativa é de que as vendas para lá sejam retomadas a partir de novembro, para contabilização na cota de 2027. Os Estados Unidos, que se consolidaram como o segundo maior importador da carne bovina brasileira, ganham impulso extra com a nova cota, de até 300 mil toneladas, livre do imposto alfandegário de 26,4%, destinada a outros países (que não dispõem de parcela específica no mercado norte-americano). A medida tem validade a partir deste mês de setembro e será subdividida em cotas mensais de até 100 mil toneladas, com validade até novembro de 2026. A Abrafrigo acredita que o Brasil deve ser o maior beneficiário dessa concessão tarifária dos Estados Unidos, o que contribuirá para atenuar os efeitos do esgotamento da cota de exportações para a China nos meses de setembro a novembro de 2026. Preenchimento da cota dos EUA Informações do serviço de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP), compiladas pela adidância do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) nos Estados Unidos, até o dia 14 de setembro de 2026, acusa o preenchimento de 22,16% da cota de 100 mil toneladas alocada para o mês de setembro de 2026. “É importante destacar que, conforme as normas divulgadas, o volume não preenchido em um mês não será automaticamente realocado para o mês seguinte. A cota destina-se às exportações de aparas de carne bovina magra (beef trimmings) descritas nos códigos de classificação (Sistema HS) 0201.30.5091, 0201.30.5097, 0202.30.5091 e 0202.30.5097″, afirma a Abrafrigo. De janeiro a agosto de 2026, as vendas totais de carne bovina para os Estados Unidos alcançaram US$ 2 bilhões, com crescimento de 24,75% em relação ao mesmo período de 2025. Considerando apenas as vendas de carne bovina in natura , as vendas para o país norte-americano cresceram 62,16% , alcançando US$ 1,458 bilhão nos primeiros oito meses do ano. Em volume embarcado, houve aumento de 37,24% , para 241 mil toneladas. Apenas no mês de agosto de 2026, antes, portanto, da entrada em vigor da nova cota, os números compilados pela entidade mostram que as vendas de carne bovina in natura para os Estados Unidos alcançaram US$ 182,2 milhões (+385%) , com o embarque de 31,33 mil toneladas (+390%) . A Abrafrigo lembra, ainda, que em agosto de 2025 havia entrado em vigor a tarifa adicional de 50% sobre produtos brasileiros, incluindo a carne bovina, o que deve favorecer ainda mais o desempenho das vendas para os Estados Unidos nos próximos 3 meses. Já a União Europeia foi o terceiro maior destino das exportações brasileiras de carne bovina nos primeiros oito meses do ano. As vendas totais para o bloco europeu alcançaram US$ 791,3 milhões, com crescimento de 44,4% sobre o resultado do mesmo período de 2025. As vendas de carne bovina in natura cresceram 38,54% no período comparativo, alcançando US$ 659 milhões, com o volume embarcado aumentando 26,36%, para 72,95 mil toneladas. Agora, com a barreira imposta pela União Europeia à carne bovina brasileira, relacionada a dificuldades para o reconhecimento do protocolo para a produção livre de antimicrobianos, estima-se que o Brasil deixará de embarcar cerca de 70 mil toneladas de produtos cárneos bovinos para a União Europeia, com impacto em torno de US$ 700 milhões para o setor no período de setembro a dezembro de 2026. “Pelas informações disponíveis, o governo brasileiro ainda negocia com as autoridades europeias a possibilidade de reversão da barreira à carne brasileira”, pontua a entidade. Nos outros mercados considerados estratégicos, o Chile manteve forte ritmo de expansão, com 106,8 mil toneladas embarcadas, alta de 32,4%, e receita de US$ 650 milhões, crescimento de 47,6%. Outros destinos Os dados da Secex compilados pela Abrafrigo mostram que a Rússia também ampliou significativamente as compras da proteína animal brasileira, para cerca de 96 mil toneladas, avanço de 29,4%, enquanto a receita cresceu 46,4%, para aproximadamente US$ 454 milhões. O México, por outro lado, foi o único dos cinco mercados a registrar retração: as compras caíram 18,8%, para 65,8 mil toneladas, e a receita recuou 9,4%, para US$ 399 milhões. Hong Kong apresentou recuperação, com 71 mil toneladas importadas, aumento de 9,9%, e faturamento de US$ 301 milhões, alta de 34,7%. Já a Arábia Saudita registrou um dos desempenhos mais expressivos, com crescimento de 24,9% em volume, para 49,7 mil toneladas, e de 56,8% em receita, que alcançou US$ 297,5 milhões. No total, o Brasil passou de 164 para 171 países compradores na comparação entre janeiro-agosto de 2025 e 2026. Destes, 126 aumentaram suas aquisições enquanto 55 reduziram. O post Exportações de carne bovina caem 25,5% em agosto, mas acumulado do ano ainda é positivo apareceu primeiro em Canal Rural .

17 de set. de 2026Canal Rural
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