Bezerro - MS
R$ 3.402,00
Este Portal foi desenvolvido pela Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) para atender aos diversos segmentos do setor pecuário bovino, reunindo, de forma inédita, informações em um só ambiente, com o propósito de facilitar o acesso dos usuários e contribuir para uma consulta mais simples, prática e confiável.
Sua construção é resultado do empenho generoso e da dedicação de muitas pessoas que acreditam na importância de fomentar e compartilhar conhecimento. Fotógrafos, pesquisadores, professores, profissionais do setor e técnicos uniram experiência, tempo e compromisso em torno de um objetivo comum: tornar este espaço uma fonte relevante de informação para todos que atuam ou se interessam pela pecuária bovina. A cada um que participou dessa construção, registramos nosso sincero agradecimento, com reconhecimento pela valiosa contribuição oferecida.
Aqui você vai encontrar:
O Portal da ASBIA nasce com o propósito de crescer continuamente. Por isso, sua participação também é essencial para que este espaço siga em constante aperfeiçoamento, sempre com mais qualidade e relevância para seus usuários.
Explore, utilize, compartilhe e participe.
Este Portal foi feito para você!
Portal da ASBIA é de todos nós — e foi feito para apoiar o presente e ajudar a construir o futuro do setor.
Conecte-se com os principais players do mercado da pecuária bovina. Faça parte da ASBIA e fortaleça seu negócio em uma rede de excelência e inovação.
Por que ser um associadoUma rede diversa de associados comprometidos com o fortalecimento da genética bovina, das tecnologias reprodutivas e da pecuária

A ASBIA nasceu para organizar, fortalecer e dar voz ao setor de Inseminação Artificial no Brasil. Ao longo dos anos, construiu credibilidade reunindo conhecimento, dados e representatividade institucional que ajudam a guiar decisões e a impulsionar a evolução da pecuária.
Conheça nossa históriaA confirmação da União Europeia na última sexta-feira (5) sobre o bloqueio das exportações de carnes, aves, ovos e mel ocorreu após autoridades do bloco europeu recusarem a proposta do Ministério da Agricultura de adaptação às normas sobre antimicrobianos. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! Segundo relatos de reuniões técnicas entre representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e da Direção-Geral de Saúde e Segurança Alimentar da Comissão Europeia (DGSantè), a UE considerou superficial a proposta brasileira apresentada para atender às novas exigências sanitárias do bloco. Durante os encontros, realizados após a retirada do Brasil da lista de países considerados em conformidade com as regras europeias, a União Europeia pediu informações mais detalhadas sobre como o governo brasileiro pretende comprovar a segregação das cadeias produtivas destinadas ao mercado europeu e realizar auditorias oficiais de rastreabilidade. A UE também teria informado que protocolos privados utilizados pelo setor pecuário brasileiro não seriam suficientes para atender às exigências do bloco. UE cobra comprovação de controle durante toda a vida do animal Pelas normas europeias, antimicrobianos não podem ser utilizados como promotores de crescimento ou para aumento de produtividade em animais destinados à alimentação humana. Além disso, os países exportadores precisam comprovar controle sanitário e rastreabilidade durante toda a vida do animal, desde o nascimento até o abate. De acordo com informações apuradas pelo Canal Rural , o bloco europeu reforçou que, enquanto o Brasil mantiver autorização para o uso de antimicrobianos melhoradores de desempenho, será obrigatória a comprovação de segregação da cadeia produtiva exportadora. Ao discutir alternativas, representantes europeus teriam destacado que apenas proibir determinadas moléculas não resolveria o problema sem mecanismos robustos de comprovação documental e fiscalização oficial. Outro ponto mencionado nas discussões foi a fosfomicina. Os europeus exigem a suspensão da substância no Brasil. Impacto da decisão Apesar do veto europeu, especialistas do setor ouvidos pelo Canal Rural reforçam que a medida não está ligada a falhas sanitárias na produção brasileira. Fernando Iglesias, coordenador de inteligência de mercado da Safras & Mercado , afirmou que a decisão envolve principalmente questões regulatórias e documentais. “É uma questão regulatória. A União Europeia sinalizou por essas mudanças de normativa lá em 2019”, disse. Segundo ele, países do Mercosul, como Argentina, Paraguai e Uruguai, conseguiram atender às exigências impostas pelo bloco europeu. O técnico do Departamento Técnico e Econômico do Sistema Faep, Anderson Sartorelli, também afirmou que o Brasil possui reconhecimento internacional na área sanitária. “A gente entende que a gente é um estado e um país reconhecido internacionalmente por ter questões sanitárias adequadas a esse comércio internacional”, afirmou. Segundo ele, o impasse atual está relacionado à necessidade de comprovação formal dos controles já realizados no país. “É muito mais por uma questão de envio de documentação para comprovar o que nós já fazemos”, disse Sartorelli. Setor teme prejuízo financeiro e desgaste da imagem brasileira Além do impacto econômico direto, especialistas avaliam que o veto europeu pode provocar desgaste reputacional para a proteína animal brasileira no mercado internacional. Fernando Iglesias alertou que a União Europeia funciona como referência para outros compradores globais. “A Europa é um mercado vitrine, e decisões que a Europa toma costumam ser espelhadas por outros mercados relevantes”, afirmou. O analista lembrou que a própria China recentemente suspendeu temporariamente compras de frigoríficos brasileiros por questões relacionadas à presença de resíduos em amostras de carne. Segundo Iglesias, as exigências ligadas à rastreabilidade e ao controle do uso de antibióticos devem ganhar cada vez mais espaço no comércio internacional de proteínas. “O Brasil vai ter que se adaptar, vai ter que se adequar a essas novas regras para manter um forte volume de exportação nos próximos anos”, afirmou. Atualmente, o mercado europeu movimenta quase US$ 2 bilhões anuais em exportações da cadeia pecuária brasileira. Segundo Iglesias, a bovinocultura de corte é o segmento mais ameaçado pela restrição. “O setor mais ameaçado é o setor que exporta carne bovina. Temos aí uma arrecadação anual de US$ 1 bilhão”, destacou. Segundo informações obtidas junto a fontes do Ministério da Agricultura, uma nova reunião entre a pasta e representantes do bloco europeu deve acontecer na próxima quinta-feira (11) para tratar do assunto. Durante visita à Bahia Farm Show, em Luiz Eduardo Magalhães (BA), o vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou, ao lado do ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, que o governo brasileiro vai trabalhar para reverter a decisão do bloco europeu. O post Analistas veem prejuízos ao setor de carnes do Brasil após veto da UE: ‘Europa é mercado vitrine’ apareceu primeiro em Canal Rural .

A Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) e a Texto Comunicação anunciam o lançamento do Anuário ASBIA 2026, relatório completo do mercado de inseminação artificial, com destaque para a publicação, na íntegra, do INDEX ASBIA 2025.

-small.webp&w=3840&q=75)
Potencialize seu rebanho leiteiro com nossas consultorias especializadas em IATF, FIV e Avaliação de Carcaça de Animal Vivo
-small.webp&w=3840&q=75)
Potencialize seu rebanho leiteiro com nossas consultorias especializadas em IATF, FIV e Avaliação de Carcaça de Animal Vivo


A Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) e a Texto Comunicação anunciam o lançamento do Anuário ASBIA 2026, relatório completo do mercado de inseminação artificial, com destaque para a publicação, na íntegra, do INDEX ASBIA 2025.

A avaliação genômica vem transformando o melhoramento genético nos rebanhos em todo o Brasil. Com a análise do DNA, podemos prever características genéticas fundamentais para a seleção dos animais jovens e melhoradores. Em mais de duas décadas de trabalho na área, acompanho de perto o crescimento da tecnologia no país, especialmente nas raças leiteiras. Neste artigo, conto um pouco das vantagens da técnica em quatro pontos principais: redução de tempo, economia nos custos, maior precisão e ganhos reais em produtividade.

A avaliação genômica vem transformando o melhoramento genético nos rebanhos em todo o Brasil. Com a análise do DNA, podemos prever características genéticas fundamentais para a seleção dos animais jovens e melhoradores. Em mais de duas décadas de trabalho na área, acompanho de perto o crescimento da tecnologia no país, especialmente nas raças leiteiras. Neste artigo, conto um pouco das vantagens da técnica em quatro pontos principais: redução de tempo, economia nos custos, maior precisão e ganhos reais em produtividade.