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Bem-vindos ao Portal da ASBIA!

Este Portal foi desenvolvido pela Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) para atender aos diversos segmentos do setor pecuário bovino, reunindo, de forma inédita, informações em um só ambiente, com o propósito de facilitar o acesso dos usuários e contribuir para uma consulta mais simples, prática e confiável.

Sua construção é resultado do empenho generoso e da dedicação de muitas pessoas que acreditam na importância de fomentar e compartilhar conhecimento. Fotógrafos, pesquisadores, professores, profissionais do setor e técnicos uniram experiência, tempo e compromisso em torno de um objetivo comum: tornar este espaço uma fonte relevante de informação para todos que atuam ou se interessam pela pecuária bovina. A cada um que participou dessa construção, registramos nosso sincero agradecimento, com reconhecimento pela valiosa contribuição oferecida.

Aqui você vai encontrar:

  • Informações estratégicas e dados compilados para apoiar decisões, estudos e acompanhamento do mercado.
  • Um espaço para canais de comunicação, jornalistas e profissionais que divulgam o setor terem acesso a pautas, referências e informações organizadas.
  • Um ambiente para divulgação de eventos, ajudando instituições, empresas e profissionais a ampliarem o alcance das suas iniciativas.
  • Acesso ao acervo institucional, que reúne publicações como o Anuário, as versões do Index Sêmen divulgadas ao mercado e materiais técnicos.
  • Um acervo de legislações, regulamentações, normas e diretrizes ligadas ao setor, apresentado de forma simples e fácil de consultar.
  • Conteúdos sobre melhoramento genético e tecnologias reprodutivas, pensados para atender desde quem está começando até quem já atua na área.

O Portal da ASBIA nasce com o propósito de crescer continuamente. Por isso, sua participação também é essencial para que este espaço siga em constante aperfeiçoamento, sempre com mais qualidade e relevância para seus usuários.

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16JUNHO2026
Encontros e Conferências

9ª Conferência Nacional de Defesa Agropecuária (CNDA)

Não informado
Cuiabá (MS)
24JUNHO2026
Encontros e Conferências

Congresso Técnico de Bovinos – Agrária Nutrição Animal 2026

Não informado
Guarapuava (PR)
24JUNHO2026
Encontros e Conferências

XXI Jornada NESPro e II Congresso de Criadores

08:30 às 18:00
Porto Alegre (RS)
26JUNHO2026
Feiras e Exposições

Expomontes 2026

Não informado
Montes Claros (MG)
1JULHO2026
Feiras e Exposições

3ª edição da FENAGEN

Não informado
Pelotas (RS)
7JULHO2026
Feiras e Exposições

MilkShow 2026

Não informado
Patos de Minas (MG)
13JULHO2026
Cursos e Treinamentos

Curso de Inseminação Artificial – FAZU – Faculdades Associadas de Uberaba - Julho

Não informado
Uberaba (MG)
28JULHO2026
Encontros e Conferências

FORMULEITE 2026

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Lavras (MG)
15AGOSTO2026
Feiras e Exposições

18ª ExpoGenética

Não informado
Uberaba (MG)
28AGOSTO2026
Feiras e Exposições

Camaru 2026 (62ª edição)

Não informado
Uberlândia (MG)
29AGOSTO2026
Feiras e Exposições

Expointer 2026

Não informado
Esteio (RS)
1SETEMBRO2026
Palestras e Eventos Técnicos

Fórum Nacional do Leite 2026

Não informado
Brasília (DF)
7SETEMBRO2026
Encontros e Conferências

AIM Congress 2026

Não informado
Dubai (DU)
13SETEMBRO2026
Feiras e Exposições

62ª EXPO Rio Preto

Não informado
São José do Rio Preto (SP)
16SETEMBRO2026
Palestras e Eventos Técnicos

6° Fórum Pecuária Brasil

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São Paulo (SP)
18SETEMBRO2026
Encontros e Conferências

CONACARNE - Congresso Nacional da Carne (ExpoCarne de Qualidade)

Não informado
Online
19SETEMBRO2026
Feiras e Exposições

Expô Araçatuba 2026

Não informado
Araçatuba (SP)
6OUTUBRO2026
Palestras e Eventos Técnicos

Fórum Brasil Sul de Bovinocultura de Corte e SBSBL 2026

08:00 às 18:00
Chapecó (SC)
21OUTUBRO2026
Feiras e Exposições

Conecta Leite 2026

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Pinhalzinho (SC)
26OUTUBRO2026
Encontros e Conferências

IMAR - International Meeting of Animal Reproduction

08:00 às 23:59
Viçosa (MG)
12NOVEMBRO2026
Feiras e Exposições

ExpoFrísia

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Carambeí (PR)

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Conteúdos Recentes do Setor

Estudo mostra que pecuária brasileira pode reduzir emissões em 92,6% até 2050

Estudo mostra que pecuária brasileira pode reduzir emissões em 92,6% até 2050

O estudo “Trajetórias de Descarbonização da Pecuária de Corte no Brasil 2025 a 2050”, desenvolvido pelo FGV Agro, foi apresentado internacionalmente nesta segunda-feira (8) na sede da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, na Itália. O documento tem o objetivo de ser uma resposta contundente do setor, baseada em ciência, para os desafios climáticos e de segurança alimentar e foi trazido à tona no âmbito da Quarta Sessão do Subcomitê de Pecuária do Comitê de Agricultura (Coag). A pesquisa mostra que o setor pecuário enfrenta uma “encruzilhada” global, visto que ao mesmo tempo em que demanda por proteína animal aumenta, os três blocos que controlam 70% do rebanho global registram quedas históricas: o Mercosul opera no menor nível em seis anos, a América do Norte enfrenta o menor rebanho em 70 anos e a União Europeia, o menor em três décadas. Na contramão da retração externa, o Brasil se consolidou com o maior rebanho comercial do planeta (192,6 milhões de cabeças em 2024). O documento ainda frisa que, por conta das exigências do Código Florestal, o país utiliza apenas 30,2% de seu território para a agropecuária, mantendo 66,3% da vegetação nativa preservada, sendo que 33,2% está resguardada por lei dentro das propriedades rurais privadas. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo:   siga o Canal Rural no Google News! “O desacoplamento entre área e produção na pecuária de corte brasileira já é um histórico consolidado. Entre 2004 e 2024, a produção nacional de carne bovina disparou mais de 240%, enquanto a área total de pastagens encolheu 11% (reduzindo de 181 para 160 milhões de hectares)”, mostra. A pesquisa destaca que esse salto gerou o chamado efeito “poupa-terra”, que poupou 397 milhões de hectares área que teria sido necessária se o país mantivesse os mesmos índices de produtividade de 1990. A pesquisadora da FGV Agro Camila Estevam detalhou os dados técnicos do estudo que traduzem esse ganho de eficiência em metas climáticas. “O primeiro grande resultado do modelo matemático foi mostrar que as tendências que o setor já executa reduzem em até 60% as emissões absolutas até 2050. Quando olhamos para a intensidade de carbono, a redução chega a 80% no cenário de referência, baixando de 80 kg para 16 kg de CO2 equivalente por quilo de carne.” Segundo ela, nos cenários mais ambiciosos com o Plano ABC+, a intensidade cai 92,6% , chegando a apenas 5 kg. “Isso acontece porque o carbono fixado no solo pela ILPF [Integração Lavoura Pecuária Floresta] e pela recuperação de pastagens atua diretamente na remoção dessas emissões”, detalha. O estudo comprova, ainda, que no cenário mais arrojado de mitigação, o Brasil conseguirá estabilizar sua produção em patamares elevados (18,2 milhões de toneladas de carcaça em 2050) reduzindo a área necessária de pastagens em mais 35%, amparado pelo aumento de 31% no peso médio da carcaça do animal abatido (que saltará de 211 kg para 277 kg). Validação comercial Para o setor exportador, a apresentação do estudo dentro do Subcomitê de Pecuária do Coag, órgão que orienta as políticas agrícolas globais da ONU, funciona como um aval de credibilidade que embasa o produto brasileiro frente às exigências do mercado externo. O diretor de sustentabilidade da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Fernando Zelner, resumiu o valor estratégico do embasamento científico para a reputação internacional do agronegócio. “Isso é fundamental para a exportação e para a gente trazer os dados duros, com ciência bem fundamentada, para mostrar para o mundo por que a nossa carne é sustentável e porque o nosso produto é confiável e merece estar em todas as prateleiras dos supermercados do mundo.” Diante de delegações estrangeiras e cientistas, o relatório visou demonstrar como o país consegue responder à crescente demanda global por alimentos e, ao mesmo tempo, mitigar o impacto ambiental por meio da tecnologia tropical. A abertura das discussões contou com a participação do Diretor de Produção e Sanidade Animal e Diretor-Geral Assistente da FAO, Thanawat Tiensin, que reforçou a necessidade de governança e união multissetorial “Quando falamos de produção pecuária sustentável, cada país precisa encontrar seu próprio caminho. A Agenda 2030 e seus objetivos não são uma opção. O ponto central é a necessidade de trabalhar em conjunto com agricultores, produtores, setor privado, academia e instituições de pesquisa. A transformação que buscamos precisa ser construída de forma coletiva”, declarou Tiensin. Para o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, o debate na agência da ONU consolida o papel estratégico do país no abastecimento e na sustentabilidade. “Viemos à FAO mostrar que a pecuária brasileira tem condições de avançar de forma consistente na agenda climática sem abrir mão da produtividade. […] Provamos que o Brasil é um fornecedor confiável, essencial para o desenvolvimento econômico e para a segurança alimentar mundial”, destacou. Müller também lembrou a mecânica prática que diferencia o modelo brasileiro no exterior, focando na Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF). “O que o Brasil faz de diferente é que, na mesma área da pastagem para o boi, fazemos uma rotação com lavoura e floresta na mesma propriedade. Isso só o Brasil tem. Já estamos com cerca de 17 milhões de hectares com algum tipo de produção integrada, e o grande benefício é que esse sistema otimiza a terra e reduz a pegada de carbono de forma definitiva”, declarou. Segundo a Missão Brasileira na FAO, também composta pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), com a Missão do Brasil em Roma coordenada pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE), os dados apresentados mostram que o investimento em biotecnologia zootécnica, aditivos alimentares e a recuperação de pastagens degradadas são os vetores reais para conciliar o combate à fome e a resiliência climática. O post Estudo mostra que pecuária brasileira pode reduzir emissões em 92,6% até 2050 apareceu primeiro em Canal Rural .

08 de jun. de 2026Canal Rural
Arroba do boi inicia a semana em alta, mas tende a diminuir; veja as cotações

Arroba do boi inicia a semana em alta, mas tende a diminuir; veja as cotações

O mercado físico do boi gordo teve uma segunda-feira de preços mais altos. Contudo, o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias pontua que algumas indústrias já sinalizam para mudanças do perfil de abate, reduzindo a produção destinada à China, com mudanças importantes no programa de bonificação. “Nos próximos dias, tende a sair o alerta por parte do governo chinês de que 80% da cota brasileira foi preenchida, o que pode levar outras indústrias a adotarem a mesma postura”, ressalta, em referência à cota de 1,1 milhão de toneladas concedida pelo gigante asiático às exportações de carne bovina brasileira para lá. Iglesias ainda destaca que o mercado acompanha atentamente os desdobramentos em torno da proibição da importação de produtos de origem animal do Brasil por parte da União Europeia e a questão sanitária nos Estados Unidos, com mais casos da mosca-da-bicheira (Cochliomyia hominivorax) . Média da arroba do boi gordo São Paulo: R$ 358,50 Goiás: R$ 336,96 Minas Gerais: R$ 335,29 Mato Grosso do Sul: R$ 354,89 Mato Grosso: R$ 359,26 Mercado atacadista O mercado atacadista, por sua vez, apresentou preços firmes durante o dia. De acordo com Iglesias, esse movimento está lastreado na boa reposição entre atacado e varejo durante a primeira quinzena do mês. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo:   siga o Canal Rural no Google News! “Além disso, a expectativa de consumo em junho permanece favorável em função dos jogos da seleção brasileira. A carne bovina ainda perde em competitividade na comparação com as proteínas concorrentes, principalmente em relação com a carne de frango”, diz. Quarto dianteiro: R$ 21,70 por quilo Ponta de agulha: R$ 19,70 por quilo Quarto traseiro: R$ 27,00 por quilo Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,50%, sendo negociado a R$ 5,1802 para venda e a R$ 5,1782 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1332 e a máxima de R$ 5,1947. O post Arroba do boi inicia a semana em alta, mas tende a diminuir; veja as cotações apareceu primeiro em Canal Rural .

Analistas veem prejuízos ao setor de carnes do Brasil após veto da UE: ‘Europa é mercado vitrine’

A confirmação da União Europeia na última sexta-feira (5) sobre o bloqueio das exportações de carnes, aves, ovos e mel ocorreu após autoridades do bloco europeu recusarem a proposta do Ministério da Agricultura de adaptação às normas sobre antimicrobianos. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo:  siga o Canal Rural no Google News! Segundo relatos de reuniões técnicas entre representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e da Direção-Geral de Saúde e Segurança Alimentar da Comissão Europeia (DGSantè), a UE considerou superficial a proposta brasileira apresentada para atender às novas exigências sanitárias do bloco. Durante os encontros, realizados após a retirada do Brasil da lista de países considerados em conformidade com as regras europeias, a União Europeia pediu informações mais detalhadas sobre como o governo brasileiro pretende comprovar a segregação das cadeias produtivas destinadas ao mercado europeu e realizar auditorias oficiais de rastreabilidade. A UE também teria informado que protocolos privados utilizados pelo setor pecuário brasileiro não seriam suficientes para atender às exigências do bloco. UE cobra comprovação de controle durante toda a vida do animal Pelas normas europeias, antimicrobianos não podem ser utilizados como promotores de crescimento ou para aumento de produtividade em animais destinados à alimentação humana. Além disso, os países exportadores precisam comprovar controle sanitário e rastreabilidade durante toda a vida do animal, desde o nascimento até o abate. De acordo com informações apuradas pelo Canal Rural , o bloco europeu reforçou que, enquanto o Brasil mantiver autorização para o uso de antimicrobianos melhoradores de desempenho, será obrigatória a comprovação de segregação da cadeia produtiva exportadora. Ao discutir alternativas, representantes europeus teriam destacado que apenas proibir determinadas moléculas não resolveria o problema sem mecanismos robustos de comprovação documental e fiscalização oficial. Outro ponto mencionado nas discussões foi a fosfomicina. Os europeus exigem a suspensão da substância no Brasil. Impacto da decisão Apesar do veto europeu, especialistas do setor ouvidos pelo Canal Rural reforçam que a medida não está ligada a falhas sanitárias na produção brasileira. Fernando Iglesias, coordenador de inteligência de mercado da Safras & Mercado , afirmou que a decisão envolve principalmente questões regulatórias e documentais. “É uma questão regulatória. A União Europeia sinalizou por essas mudanças de normativa lá em 2019”, disse. Segundo ele, países do Mercosul, como Argentina, Paraguai e Uruguai, conseguiram atender às exigências impostas pelo bloco europeu. O técnico do Departamento Técnico e Econômico do Sistema Faep, Anderson Sartorelli, também afirmou que o Brasil possui reconhecimento internacional na área sanitária. “A gente entende que a gente é um estado e um país reconhecido internacionalmente por ter questões sanitárias adequadas a esse comércio internacional”, afirmou. Segundo ele, o impasse atual está relacionado à necessidade de comprovação formal dos controles já realizados no país. “É muito mais por uma questão de envio de documentação para comprovar o que nós já fazemos”, disse Sartorelli. Setor teme prejuízo financeiro e desgaste da imagem brasileira Além do impacto econômico direto, especialistas avaliam que o veto europeu pode provocar desgaste reputacional para a proteína animal brasileira no mercado internacional. Fernando Iglesias alertou que a União Europeia funciona como referência para outros compradores globais. “A Europa é um mercado vitrine, e decisões que a Europa toma costumam ser espelhadas por outros mercados relevantes”, afirmou. O analista lembrou que a própria China recentemente suspendeu temporariamente compras de frigoríficos brasileiros por questões relacionadas à presença de resíduos em amostras de carne. Segundo Iglesias, as exigências ligadas à rastreabilidade e ao controle do uso de antibióticos devem ganhar cada vez mais espaço no comércio internacional de proteínas. “O Brasil vai ter que se adaptar, vai ter que se adequar a essas novas regras para manter um forte volume de exportação nos próximos anos”, afirmou. Atualmente, o mercado europeu movimenta quase US$ 2 bilhões anuais em exportações da cadeia pecuária brasileira. Segundo Iglesias, a bovinocultura de corte é o segmento mais ameaçado pela restrição. “O setor mais ameaçado é o setor que exporta carne bovina. Temos aí uma arrecadação anual de US$ 1 bilhão”, destacou. Segundo informações obtidas junto a fontes do Ministério da Agricultura, uma nova reunião entre a pasta e representantes do bloco europeu deve acontecer na próxima quinta-feira (11) para tratar do assunto. Durante visita à Bahia Farm Show, em Luiz Eduardo Magalhães (BA), o vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou, ao lado do ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, que o governo brasileiro vai trabalhar para reverter a decisão do bloco europeu. O post Analistas veem prejuízos ao setor de carnes do Brasil após veto da UE: ‘Europa é mercado vitrine’ apareceu primeiro em Canal Rural .

08 de jun. de 2026Canal Rural
Silagem de milho é suficiente para engordar o gado? Veja resposta de especialista

Silagem de milho é suficiente para engordar o gado? Veja resposta de especialista

O produtor Roque Zeniar dos Santos, do município de Feliz, localizado na Serra Gaúcha (RS), está planejando fechar o seu gado no cocho e trouxe um questionamento comum na região, onde há uma forte tradição de lavouras. Ele pergunta: é possível obter eficiência produtiva e rentabilidade fornecendo exclusivamente silagem de milho na calha do cocho para terminar os animais? Ao quadro “Giro do Boi Responde”, do programa Giro do Boi , o doutor em zootecnia e consultor Rogério Coan foi categórico ao afirmar que essa prática deve ser evitada. Segundo ele, por melhor que seja a qualidade do volumoso produzido na fazenda, apostar em uma dieta exclusiva de silagem é uma armadilha que resulta em prejuízo financeiro. Confira: A resposta do especialista De acordo com Rogério Coan, o erro do pecuarista é acreditar no mito da autossuficiência do volumoso. Muitas vezes, o produtor observa uma silagem de milho de alta qualidade e assume que ela é suficiente para engordar o gado. Essa crença, no entanto, é um equívoco biológico, visto que a silagem sozinha não consegue atender às exigências nutricionais de um animal em alta performance. Para que um boi atinja um Ganho Médio Diário (GMD) superior a 1,5 kg ou 1,6 kg no confinamento, o rúmen necessita de um equilíbrio adequado entre energia e proteína, o que a silagem isolada não possui. A silagem de milho é predominantemente energética e fibrosa, mas seu teor de proteína é extremamente baixo, variando entre seis e sete por cento de proteína bruta (PB). Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! Consequências de uma dieta desbalanceada Quando o animal consome uma dieta desbalanceada, com excesso de amido proveniente do milho e pouca proteína verdadeira, ocorre um grave erro metabólico. O animal não consegue desenvolver tecido magro e acaba ganhando peso de forma ineficiente, resultando no que os especialistas chamam de “boi sapo” ou “tijolo”. Isso leva a um aumento no tempo de cocho e, consequentemente, ao aumento dos custos da arroba produzida. Para que Roque Zeniar aproveite ao máximo o milho plantado em sua propriedade, ele deve utilizar a silagem como fonte de fibra e complementá-la com ração concentrada. Rogério Coan orienta que o produtor estruture a mistura com componentes que garantam um equilíbrio nutricional adequado. Orientação prática para o produtor O especialista enfatiza que ter uma boa silagem de milho é um trunfo para reduzir os custos do volumoso, mas que o boi não engorda com saúde e velocidade apenas consumindo silagem. Ele recomenda que os produtores procurem um técnico ou uma fábrica de rações parceira na Serra Gaúcha para desenvolver um concentrado proteico e mineral que complemente a dieta da boiada. Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br . Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural. O post Silagem de milho é suficiente para engordar o gado? Veja resposta de especialista apareceu primeiro em Canal Rural .

08 de jun. de 2026Canal Rural
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A avaliação genômica vem transformando o melhoramento genético nos rebanhos em todo o Brasil. Com a análise do DNA, podemos prever características genéticas fundamentais para a seleção dos animais jovens e melhoradores. Em mais de duas décadas de trabalho na área, acompanho de perto o crescimento da tecnologia no país, especialmente nas raças leiteiras. Neste artigo, conto um pouco das vantagens da técnica em quatro pontos principais: redução de tempo, economia nos custos, maior precisão e ganhos reais em produtividade.

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