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Este Portal foi desenvolvido pela Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) para atender aos diversos segmentos do setor pecuário bovino, reunindo, de forma inédita, informações em um só ambiente, com o propósito de facilitar o acesso dos usuários e contribuir para uma consulta mais simples, prática e confiável.

Sua construção é resultado do empenho generoso e da dedicação de muitas pessoas que acreditam na importância de fomentar e compartilhar conhecimento. Fotógrafos, pesquisadores, professores, profissionais do setor e técnicos uniram experiência, tempo e compromisso em torno de um objetivo comum: tornar este espaço uma fonte relevante de informação para todos que atuam ou se interessam pela pecuária bovina. A cada um que participou dessa construção, registramos nosso sincero agradecimento, com reconhecimento pela valiosa contribuição oferecida.

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Legislação

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Conceitos básicos e anotações essenciais para o entendimento da reprodução e genética bovina de forma clara.

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Cursos e Treinamentos

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Porto Alegre (RS)
Melhoramento Genético

Interpretação de Dados

Conteúdos essenciais para compreender e analisar os dados de avaliação genética e reprodução bovina.

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Melhoramento Genético

Características, Índices e Sumários

Guia completo sobre características avaliadas, índices de seleção e sumários de touros com critérios de interpretação.

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Melhoramento Genético

Avaliações Fenotípicas e Genômicas

Entenda as metodologias de avaliação fenotípica e genômica aplicadas ao melhoramento genético bovino.

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Conteúdos Recentes do Setor

Alta do preço do boi gordo favorece confinamento, avalia Cepea

Alta do preço do boi gordo favorece confinamento, avalia Cepea

Os preços do boi gordo registram alta mais intensa que os do boi magro em outubro, movimento que pode favorecer a rentabilidade dos pecuaristas que investem na terminação intensiva de bovinos. A análise é do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, com base nos dados apurados até o dia 20 deste mês. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo : siga o Canal Rural no Google News! Segundo os pesquisadores, a valorização mais expressiva do boi gordo reduziu a diferença entre as cotações das duas categorias em comparação com setembro, tornando a relação de preços mais favorável à atividade de engorda. Apesar disso, o Cepea ressalta que a viabilidade econômica do confinamento também depende de outros fatores, como os custos de alimentação, aquisição de animais e demais despesas de produção. O que explica a alta dos preços? De acordo com o Cepea, os preços do boi magro vêm subindo desde o início de 2026, impulsionados pela menor disponibilidade de animais para reposição. Além disso, a valorização do boi gordo melhora as perspectivas de remuneração dos pecuaristas, estimulando a procura por bovinos destinados à engorda e contribuindo para sustentar os preços da reposição. No mercado do boi gordo, a alta está relacionada principalmente à oferta mais restrita de animais prontos para abate e ao encurtamento das escalas dos frigoríficos. O que esperar do mercado do boi gordo? Para os próximos meses, o comportamento dos preços dependerá da disponibilidade de animais para abate, do ritmo de compras dos frigoríficos e da capacidade de escoamento da carne bovina. A aproximação das festas de fim de ano também pode contribuir para aquecer a demanda interna e sustentar o consumo da proteína. Por outro lado, o Cepea alerta que o poder de compra das famílias e a concorrência com outras carnes podem limitar novos reajustes ao longo da cadeia produtiva. O post Alta do preço do boi gordo favorece confinamento, avalia Cepea apareceu primeiro em Canal Rural .

22 de out. de 2026Canal Rural
Arroba do boi gordo: escalas não avançam e preços seguem em alta

Arroba do boi gordo: escalas não avançam e preços seguem em alta

O mercado físico do boi gordo manteve preços firmes nesta quarta-feira (21), embora o movimento de alta apresente intensidades distintas entre as regiões produtoras. O analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias destacou que, em São Paulo, a valorização perde tração após os avanços recentes, com maior acomodação das referências e resistência dos frigoríficos aos patamares mais elevados. “Na Região Norte, por outro lado, a alta continua mais intensa, diante da oferta restrita e da necessidade das indústrias de recompor suas programações.” Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo :   siga o Canal Rural no Google News! De acordo com ele, mesmo com o ritmo mais comedido em algumas praças, as escalas de abate não evoluem de maneira satisfatória e permanecem concentradas entre cinco e seis dias úteis na maior parte do país. “A dificuldade para alongar as programações indica que o mercado continua vulnerável a novos episódios de alta, inclusive em São Paulo, especialmente se os pecuaristas mantiverem uma postura cautelosa nas negociações”, diz. Preços médios da arroba do boi São Paulo: R$ 384,40 — ontem: R$ 384,13 Goiás: R$ 370,11 — ontem: R$ 369,46 Minas Gerais: R$ 378,53 — ontem: R$ 375,29 Mato Grosso do Sul: R$ 379,43 — ontem: R$ 372,95 Mato Grosso: R$ 358,92 — ontem: R$ 357,09 Mercado atacadista O mercado atacadista de carne bovina opera com preços inalterados nesta quarta-feira. Segundo Iglesias, o ambiente oferece menos espaço para novos reajustes no curto prazo, diante do menor apelo ao consumo característico da segunda quinzena e da redução dos efeitos associados à entrada dos salários na economia. “Além disso, a carne bovina continua enfrentando forte concorrência das proteínas substitutas, especialmente da carne de frango, que apresenta ampla vantagem de preço e tende a ocupar maior espaço nas decisões de compra dos consumidores”, pontua o analista. Quarto dianteiro: R$ 22,30 por quilo Quarto traseiro: R$ 29,50 por quilo Ponta de agulha: R$ 20,75 por quilo Câmbio O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,17%, negociado a R$ 5,0265 para venda e a R$ 5,0245 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0115 e a máxima de R$ 5,0425. O post Arroba do boi gordo: escalas não avançam e preços seguem em alta apareceu primeiro em Canal Rural .

Rastreabilidade bovina: tecnologia conecta dados da fazenda ao consumidor

Um brinco eletrônico pode funcionar como o ‘CPF’ de um bovino. Ele ajuda a identificar o animal, mas não conta sozinho toda a história da carne que chega ao consumidor. Para comprovar a origem do produto, as informações precisam acompanhar o percurso dentro da cadeia, da propriedade rural ao frigorífico e, depois, às etapas de processamento e comercialização. É nesse caminho que a rastreabilidade enfrenta um de seus principais desafios: reunir dados de diferentes etapas e manter a ligação entre a carne e sua origem. A tecnologia já permite conectar essas informações, mas o alcance do controle depende de como o sistema é aplicado e de quem participa dele. A Ecotrace Solutions, empresa de tecnologia voltada à rastreabilidade de cadeias produtivas, trabalha com esse modelo há sete anos. Segundo Flávio Redi, CEO e cofundador da companhia, a plataforma integra dados dos animais e das propriedades rurais a informações dos sistemas dos frigoríficos. A partir daí, acompanha o produto durante o processamento, a identificação das caixas, a distribuição e a venda. O sistema utiliza integrações entre plataformas para reunir os registros e blockchain para preservar a integridade das informações. Na prática, a proposta é permitir que os dados de cada etapa sejam associados ao produto, sem depender de um único sistema para registrar toda a operação. De acordo com o Redi, a tecnologia está presente em quase 80 plantas industriais, unidades e centros de distribuição. O serviço também pode incluir verificações socioambientais das propriedades fornecedoras, conforme protocolos definidos para cada operação. “Quando vêm os dados da propriedade, a gente faz uma verificação socioambiental baseada em alguns protocolos. Checa se a propriedade tem área de desmatamento, se há trabalho escravo e outras questões, e gera um laudo”, explica. Rastrear por lote não é o mesmo que identificar cada produtor A capacidade de reunir informações, porém, não significa que toda carne seja rastreada individualmente até o produtor que criou cada animal. Em operações de commodities, o controle costuma ser feito por lote. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo : siga o Canal Rural no Google News! Nesse modelo, é possível identificar o conjunto de produtores que forneceu animais em determinado período, mas não necessariamente associar cada produto vendido a um fornecedor específico. O rastreamento individual exige projetos próprios e mudanças na organização dos registros e dos processos. “Quando a gente fala de commodity, só consigo fazer a rastreabilidade por lote. Sei a relação de produtores daquele dia. Em alguns projetos especiais, conseguimos fazer produtor a produtor. É uma linha diferente, mais lenta”, afirma o executivo. A diferença importa porque as exigências de compradores internacionais podem variar conforme o mercado, o produto e o protocolo adotado. Ter informações sobre um grupo de fornecedores não equivale, necessariamente, a comprovar a origem de cada animal ou demonstrar que todas as etapas atendem a determinado requisito. A identificação individual também depende de registros confiáveis na fazenda e da continuidade dessas informações quando os animais passam por outras propriedades ou chegam à indústria. Uma ferramenta pode organizar os dados disponíveis, mas não substitui as informações que precisam ser coletadas e mantidas ao longo da cadeia. Quem paga pela rastreabilidade? Outro obstáculo está no incentivo econômico. De acordo com Redi, o produtor não paga diretamente pelo serviço da Ecotrace. Em determinadas operações, o custo fica com o importador, que remunera a empresa com base no volume de carne rastreada. Mas isso não significa que o pecuarista recebe necessariamente mais pelo animal por manter registros e cumprir exigências adicionais. Para o executivo, a falta de remuneração é um dos principais entraves à adesão. “Porque o maior gargalo é não ter remuneração. Por que eu vou fazer se não ganho nada por isso?”, questiona. Redi também avalia que o governo tem papel importante na comprovação das exigências sanitárias e de produção cobradas por mercados externos. “Os países que estão importando do Brasil querem uma chancela do governo. Então, tem que partir do governo”, afirma. Inteligência artificial amplia o controle na indústria Além de conectar dados, a Ecotrace utiliza câmeras com inteligência artificial para analisar características das carcaças em frigoríficos. Segundo a empresa, a tecnologia identifica visualmente situações como contusões, falhas operacionais e diferenças na cor da gordura. A ferramenta funciona como apoio à inspeção: o algoritmo analisa as imagens e classifica ocorrências que também podem ser observadas por trabalhadores. A companhia informa que esse sistema está instalado em 16 plantas na América do Sul, no Brasil, no Paraguai e na Argentina. Redi estima que a implantação das câmeras custe de R$ 250 mil a R$ 300 mil por planta, além das despesas recorrentes com suporte, manutenção e atualização. O exemplo mostra que ampliar o controle exige investimento, tanto para instalar a tecnologia quanto para mantê-la funcionando. Exigências internacionais pressionam a cadeia A discussão sobre rastreabilidade ocorre em meio ao aumento das exigências dos mercados compradores. Em 3 de setembro, a União Europeia suspendeu a importação de carne bovina brasileira por considerar insuficientes as garantias apresentadas pelo Brasil sobre o cumprimento das regras europeias para o uso de antimicrobianos na produção animal. A medida também atingiu outros produtos, como mel e pescados. As exigências sanitárias relacionadas aos antimicrobianos são diferentes das regras ambientais para combater o desmatamento. Essa segunda frente inclui o Regulamento da União Europeia para Produtos Livres de Desmatamento ( EUDR, na sigla em inglês ), que faz parte da agenda ambiental do bloco, associada ao Pacto Ecológico Europeu, conhecido como Green Deal . O EUDR abrange produtos ligados a commodities como gado, soja, café, cacau, madeira, borracha e óleo de palma. Os operadores abrangidos pela norma precisam comprovar que os produtos não estão associados ao desmatamento e que foram produzidos de acordo com a legislação aplicável. As regras também preveem a rastreabilidade até a área de produção. A aplicação está prevista para 30 de dezembro de 2026 para operadores de médio e grande porte e para micro e pequenas empresas já abrangidas pela antiga legislação europeia sobre madeira. Para as demais micro e pequenas empresas, o prazo é 30 de junho de 2027 . O post Rastreabilidade bovina: tecnologia conecta dados da fazenda ao consumidor apareceu primeiro em Canal Rural .

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Anuário ASBIA de Genética Bovina 2026
Na mídia

Anuário ASBIA de Genética Bovina 2026

A Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) e a Texto Comunicação anunciam o lançamento do Anuário ASBIA 2026, relatório completo do mercado de inseminação artificial, com destaque para a publicação, na íntegra, do INDEX ASBIA 2025.

21 de out. de 2026Canal Rural
Arroba do boi registra alta em 4 estados e chega a R$ 385, aponta Cepea

Arroba do boi registra alta em 4 estados e chega a R$ 385, aponta Cepea

O preço da arroba do boi gordo registrou altas de até R$ 10 em regiões do Tocantins, Mato Grosso, Paraná e Minas Gerais nesta terça-feira (20). Segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a oferta restrita de animais para abate continua sustentando as cotações, mesmo diante da demanda enfraquecida por carne bovina em algumas regiões. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo : siga o Canal Rural no Google News! De acordo com o Cepea, o mercado pecuário apresentou melhora na liquidez, com maior volume de negócios fechados ao longo do dia. As negociações ocorreram com preços firmes, registrando estabilidade em algumas praças e reajustes positivos em outras, mantendo a tendência observada desde o início de outubro. Boi gordo sobe até R$ 10 no Tocantins e em Mato Grosso No Tocantins, mesmo com o número reduzido de frigoríficos em operação, os compradores ativos fecharam negócios com aumentos entre R$ 5 e R$ 10 por arroba para bois e vacas. Os maiores reajustes foram registrados nas negociações a prazo. Os preços do boi gordo variaram entre R$ 355 e R$ 360 por arroba, enquanto as escalas de abate ficaram entre três e 13 dias. Em Cuiabá (MT), as cotações também avançaram, com valorização de R$ 5 por arroba para machos e fêmeas. Segundo o Cepea, a oferta limitada de animais e a decisão de parte dos pecuaristas de reter o gado nas propriedades restringiram as negociações. Na região, os preços do boi gordo oscilaram entre R$ 350 e R$ 355 por arroba, com escalas de abate entre quatro e sete dias. Paraná registra arroba de até R$ 385 No noroeste do Paraná, a procura por animais destinados ao abate permaneceu aquecida por parte dos frigoríficos. O aumento da demanda resultou em reajustes de R$ 10 por arroba para o boi gordo, com negócios realizados entre R$ 380 e R$ 385. No norte de Minas Gerais, os preços também subiram cerca de R$ 10 por arroba, tanto para machos quanto para fêmeas. Mesmo com o ritmo lento das vendas de carne bovina, a disponibilidade restrita de animais para abate continuou sustentando as cotações. Na região mineira, o boi gordo foi negociado em torno de R$ 365 por arroba. Preço do bezerro também sobe em outubro No mercado de reposição, a oferta limitada de animais segue como um dos principais fatores de sustentação dos preços. Segundo o Cepea, o Indicador do Bezerro Cepea/Esalq, referente a Mato Grosso do Sul, registrou média à vista de R$ 3.501,39 por cabeça nesta terça-feira (20). Com o resultado, o indicador acumula valorização de 1,6% em outubro. O movimento reforça o cenário de preços firmes na pecuária, tanto para os animais destinados ao abate quanto para aqueles comercializados no mercado de reposição. O post Arroba do boi registra alta em 4 estados e chega a R$ 385, aponta Cepea apareceu primeiro em Canal Rural .

21 de out. de 2026Canal Rural
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17 de abr. de 2026
Assessoria Agropecuária
Efeito da oferta de forragem durante terço médio e final da gestação de vacas nelore sobre o metabolismo, desempenho e qualidade da carne da progênie macho durante recria e terminação
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14 de abr. de 2026UNESP
Programa Pecuária e Genética
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Potencialize seu rebanho leiteiro com nossas consultorias especializadas em IATF, FIV e Avaliação de Carcaça de Animal Vivo

24 de jun. de 2024SEBRAE
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17 de abr. de 2026Assessoria Agropecuária
Genômica está no centro do melhoramento genético de bovinos
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A avaliação genômica vem transformando o melhoramento genético nos rebanhos em todo o Brasil. Com a análise do DNA, podemos prever características genéticas fundamentais para a seleção dos animais jovens e melhoradores. Em mais de duas décadas de trabalho na área, acompanho de perto o crescimento da tecnologia no país, especialmente nas raças leiteiras. Neste artigo, conto um pouco das vantagens da técnica em quatro pontos principais: redução de tempo, economia nos custos, maior precisão e ganhos reais em produtividade.

20 de mai. de 2026Asbia
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20 de mai. de 2026Asbia

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20 de mai. de 2026
Ministério da Agricultura e Pecuária
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Genomic Variants Associated With Oocyte and Embryo Production in Dairy Gir Cattle

20 de mai. de 2026Animal Genetics
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Governo amplia acesso ao crédito para melhoramento genético da pecuária sustentável

17 de abr. de 2026Ministério da Agricultura e Pecuária