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Este Portal foi desenvolvido pela Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) para atender aos diversos segmentos do setor pecuário bovino, reunindo, de forma inédita, informações em um só ambiente, com o propósito de facilitar o acesso dos usuários e contribuir para uma consulta mais simples, prática e confiável.

Sua construção é resultado do empenho generoso e da dedicação de muitas pessoas que acreditam na importância de fomentar e compartilhar conhecimento. Fotógrafos, pesquisadores, professores, profissionais do setor e técnicos uniram experiência, tempo e compromisso em torno de um objetivo comum: tornar este espaço uma fonte relevante de informação para todos que atuam ou se interessam pela pecuária bovina. A cada um que participou dessa construção, registramos nosso sincero agradecimento, com reconhecimento pela valiosa contribuição oferecida.

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Feiras e Exposições

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Melhoramento Genético

Interpretação de Dados

Conteúdos essenciais para compreender e analisar os dados de avaliação genética e reprodução bovina.

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Melhoramento Genético

Características, Índices e Sumários

Guia completo sobre características avaliadas, índices de seleção e sumários de touros com critérios de interpretação.

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Melhoramento Genético

Avaliações Fenotípicas e Genômicas

Entenda as metodologias de avaliação fenotípica e genômica aplicadas ao melhoramento genético bovino.

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Conteúdos Recentes do Setor

Arroba do boi será impulsionada pelos EUA em setembro, mas terá UE como freio

Arroba do boi será impulsionada pelos EUA em setembro, mas terá UE como freio

O mercado físico do boi gordo foi pautado por um movimento mais acomodado nos negócios em agosto. Segundo o analista de Safras & Mercado Fernando Iglesias, o mês iniciou com preços aquecidos na compra de gado, mas foram cedendo ao longo das semanas em meio à incidência de animais de parceria e a utilização de confinamentos próprios pela indústria frigorífica, em especial as de maior porte. “Isso permitiu uma boa composição das escalas de abate. Ainda assim, a média de preços nas praças em agosto ficou acima da verificada no fechamento de julho”, contextualiza. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo :  siga o Canal Rural no Google News! Para o mês de setembro, Iglesias sinaliza que o mercado tende a trabalhar com uma maior possibilidade de alta no preço da arroba. “Esse movimento pode ser pautado por um avanço nas vendas de cortes do dianteiro bovino do Brasil aos Estados Unidos com a flexibilização de tarifas válidas pelos próximos três meses para um volume de 300 mil toneladas.” Ainda assim, o analista reforça que não há espaço para movimentos explosivos de avanços nas cotações, uma vez que passou a valer nesta última quinta-feira (3) a interrupção dos embarques brasileiros de carne bovina para a União Europeia, devido às mudanças nas normas sanitárias com relação ao uso de antimicrobianos. O mercado vislumbra uma possibilidade de preços melhores para arroba do boi mais para o final do ano, quando os frigoríficos começarem a fechar negócios voltados a atender novamente a China, visando o preenchimento da cota de exportação destinada ao Brasil em 2027″, destaca. Variação da arroba entre julho e agosto Os valores do boi gordo, na modalidade a prazo, estavam assim no dia 31 de agosto ante o final de julho: São Paulo (Capital): R$ 345, queda de 1,43% frente aos R$ 350,00 praticados em 31 de julho Goiás (Goiânia): R$ 335, alta de 3,08% ante os R$ 325 registrados no final do mês retrasado Minas Gerais (Uberaba): R$ 335, avanço de 3,08% em comparação aos R$ 325 praticados no final do mês de julho Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 345, ganho de 3% frente aos R$ 335 registrados no encerramento de julho Mato Grosso (Cuiabá): R$ 330, alta de 1,54% ante os R$ 325 registrados no encerramento do mês retrasado Rondônia (Vilhena): R$ 333, valorização de 2,46% perante os R$ 325 praticados no fechamento de julho Preços no atacado O mercado atacadista registrou preços de estáveis a mais baixos durante o mês de agosto. Iglesias ressalta que o setor enfrentou uma forte concorrência com outras proteínas animais ao longo do mês, como as carnes suína e de frango. O quarto do dianteiro do boi foi cotado a R$ 20 por quilo, sem mudanças frente ao valor praticado no final de julho. Já o quarto do traseiro bovino foi precificado a R$ 26 por quilo, baixa de 1,89% ante os R$ 26,50 registrados no final do mês retrasado. O analista de Safras & Mercado ressalta que para a primeira quinzena de setembro é esperada uma sinalização de melhora nos preços dos cortes do traseiro e do dianteiro bovinos, em meio à tradicional demanda mais aquecida no período, com a entrada de salários aquecendo a economia. O post Arroba do boi será impulsionada pelos EUA em setembro, mas terá UE como freio apareceu primeiro em Canal Rural .

06 de set. de 2026Canal Rural
‘Língua eletrônica’ detecta resíduos de antibióticos no leite de vaca e cabra

‘Língua eletrônica’ detecta resíduos de antibióticos no leite de vaca e cabra

Uma espécie de “língua eletrônica” desenvolvida por pesquisadores do Brasil e dos Estados Unidos conseguiu identificar pequenas concentrações de antibióticos em amostras de leite de vaca e de cabra. A tecnologia pode abrir caminho para novas ferramentas de controle da qualidade do leite, embora ainda esteja em fase de testes em laboratório. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo :  siga o Canal Rural no Google News! O dispositivo foi capaz de detectar resíduos de três antibióticos: cloxacilina, tetraciclina e estreptomicina. Um dos diferenciais é que o sistema conseguiu identificar as substâncias mesmo quando mais de um antibiótico estava presente na mesma amostra. O estudo reuniu pesquisadores da Embrapa Instrumentação, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Universidade Federal da Bahia (UFBA) e Drexel University, dos Estados Unidos. Os resultados foram publicados na revista científica ACS Omega . “Por meio de um dispositivo de baixo custo, cujos sensores são formados por fibras de náilon revestidas com diferentes MXenes, conseguimos detectar pequenas quantidades de antibióticos em leite e fazer a diferenciação entre amostras de leite de vaca e leite de cabra”, explica Murilo Facure, professor da Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (EESC-USP) e primeiro autor do estudo. Como funciona a “língua eletrônica”? Apesar do nome, o equipamento não funciona exatamente como a língua humana. A comparação está na maneira como diferentes sinais são combinados para reconhecer o que existe em uma amostra. Em vez de utilizar um único sensor desenvolvido para procurar determinada substância, a língua eletrônica reúne diferentes sensores. Cada um reage de maneira distinta aos componentes presentes no leite. Quando essas respostas são analisadas em conjunto, formam uma espécie de “impressão digital” da amostra. Métodos estatísticos são então utilizados para reconhecer padrões e indicar diferenças entre os materiais analisados. No experimento com leite, os pesquisadores utilizaram três sensores diferentes. Quando entram em contato com a amostra, as moléculas presentes no líquido interagem com os materiais que revestem os sensores e provocam alterações em suas propriedades elétricas. O equipamento mede essas mudanças e gera uma grande quantidade de informações. Posteriormente, os dados são processados por programas especializados, que conseguem encontrar padrões relacionados à presença dos antibióticos. Fios de náilon ajudam a baratear dispositivo Um dos diferenciais do novo sistema está na simplicidade dos componentes utilizados para construir os sensores. Em trabalhos anteriores, os pesquisadores utilizavam eletrodos de ouro, cuja fabricação é mais sofisticada e cara. Desta vez, esses componentes foram substituídos por fibras de náilon revestidas por materiais conhecidos como MXenes. Na prática, o fio de náilon é mergulhado em uma solução contendo folhas extremamente finas desses materiais. As partículas aderem à superfície da fibra e, depois da secagem, formam uma camada capaz de funcionar como sensor. Nos testes com leite, foram utilizadas três composições diferentes de MXenes. Cada uma reage de maneira própria ao ambiente químico da amostra, permitindo obter diferentes sinais elétricos. O que são os MXenes? Os MXenes são uma família relativamente nova de nanomateriais bidimensionais. Eles podem ser comparados, em alguns aspectos, ao grafeno, mas possuem uma composição química mais diversificada. Esses materiais são formados por estruturas extremamente finas compostas por metais, como titânio, nióbio, vanádio ou molibdênio, combinados com carbono, nitrogênio ou ambos. Uma das características que despertam o interesse dos cientistas é a possibilidade de alterar sua composição e, consequentemente, suas propriedades. Além disso, os MXenes apresentam características como elevada condutividade elétrica e grande área de superfície. Isso permite desenvolver materiais diferentes para responder de maneiras distintas às substâncias com as quais entram em contato. É justamente essa diversidade que ajuda a língua eletrônica. Em vez de todos os sensores responderem da mesma maneira ao leite, cada composição oferece uma resposta diferente. A combinação desses sinais permite identificar padrões. Sistema consegue reconhecer antibióticos misturados Outro desafio enfrentado pelos pesquisadores foi realizar a análise em um alimento complexo como o leite. A amostra não contém apenas o composto que os cientistas querem detectar. Proteínas, gorduras, açúcares, sais e diversas outras substâncias também interagem com os sensores e podem interferir nos sinais. Nos testes, porém, a combinação entre os três tipos de MXenes, as medições elétricas e o tratamento estatístico dos dados permitiu reconhecer os antibióticos e ainda diferenciar as amostras de leite bovino e caprino. A identificação simultânea de mais de um antibiótico também foi considerada importante para demonstrar o funcionamento da tecnologia em condições mais complexas. Tecnologia ainda não está disponível para fazendas e laticínios Apesar dos resultados, os pesquisadores ressaltam que a língua eletrônica ainda não é um equipamento disponível comercialmente para utilização em propriedades rurais, indústrias de laticínios ou órgãos de fiscalização. O trabalho está em escala laboratorial e foi realizado sob condições controladas. Portanto, novas etapas de desenvolvimento e validação serão necessárias antes de uma eventual aplicação em condições reais. Ainda assim, o uso de fibras de náilon e a capacidade de detectar concentrações baixas de diferentes antibióticos indicam potencial para o desenvolvimento de ferramentas de análise mais simples e de baixo custo. Além da aplicação no leite, os pesquisadores estudam os MXenes para outras finalidades, como dispositivos de armazenamento de energia, sistemas para remoção de poluentes e nanogeradores. O post ‘Língua eletrônica’ detecta resíduos de antibióticos no leite de vaca e cabra apareceu primeiro em Canal Rural .

‘Se nada for feito’: RS pode ter menos de 3 mil produtores de leite em 25 anos

O Rio Grande do Sul perdeu 65% dos produtores de leite na última década. O número caiu de 84 mil para 28 mil, segundo levantamento da Emater/RS . O cenário preocupa o setor, especialmente diante da vulnerabilidade das pequenas propriedades e da dificuldade de sucessão familiar. Na outra ponta, quem permanece na atividade precisa investir para ganhar eficiência e encontrar diferenciais. Na Expointer, as vacas leiteiras mostram o potencial da genética utilizada pelos produtores para melhorar os resultados. É o caso de Anderson Sipp, produtor de leite que aposta nas holandesas vermelhas. Mais rústicas e menos suscetíveis ao estresse térmico, elas podem apresentar melhor desempenho. “A gente tenta escolher o que a gente acha de melhor, para fazer um comparativo para ver se a gente está no caminho certo, do melhoramento. Então, aqui é o melhor lugar para isso”, afirma Sipp. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo : siga o Canal Rural no Google News! Menos produtores, mesma produção Nos últimos anos, a atividade leiteira tem enfrentado desafios no Rio Grande do Sul. Perdas provocadas pelo clima extremo, preços baixos pagos pelo litro de leite e dificuldade de sucessão familiar estão entre os fatores que barram a expansão do setor. Mesmo com a redução no número de produtores, porém, a produção gaúcha permanece na casa dos 4 bilhões de litros por ano. O cenário indica um aumento da eficiência da atividade. Quem está deixando a atividade? A Emater/RS fez um retrato do perfil dos produtores que decidiram abandonar a produção de leite . Dos 55 mil que deixaram a atividade na última década, uma amostra de 571 famílias foi entrevistada. A maioria estava entre 20 e 40 anos na atividade. Entre os entrevistados, 40% pararam totalmente com a produção de leite. A saída também teve impacto sobre a mão de obra. Em média, 2,6 pessoas estavam envolvidas na atividade, sendo 93% de mão de obra familiar. O levantamento mostra ainda que 34% dos produtores tinham mais de 51 anos. Além disso, 37% trabalhavam em pequenas áreas, de até 10 hectares, e mantinham entre 11 e 15 vacas, com produtividade média de 18 litros por animal. Os dados mostram que os menores produtores ficaram mais vulneráveis às crises. Segundo Jaime Ries, assistente técnico regional da Emater/RS, se nada for feito para mudar esse cenário, o estado poderá ter menos de 3 mil produtores de leite daqui a 25 anos. O alerta preocupa também pelo peso da atividade na economia dos municípios, principalmente os menores e aqueles com forte presença da agricultura familiar. Campanha tenta valorizar produtor Como forma de chamar a atenção para o setor, a Associação de Criadores de Gado Holandês e a Associação das Pequenas e Médias Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul lançaram, durante a Expointer, a campanha “O Lado Bom de Ser Produtor de Leite” . A iniciativa busca levar informações sobre a importância econômica e social do produtor e da atividade. Segundo Jeferson Farias, assessor executivo da Apil, a campanha também pretende mostrar que a imagem do produtor de leite mudou e que a atividade está cada vez mais organizada e tecnificada. Para quem permanece no setor, entretanto, a decisão não envolve apenas produtividade ou rentabilidade. A continuidade da atividade também passa por uma relação de paixão com a produção. “Tem que ser apaixonado mesmo, porque, em termos de lucratividade, de repente tu ir para uma outra área, tu sofreria menos e ganharia mais. Mas o leite, as vacas, é o que corre no sangue da gente. Então é a paixão”, afirma Anderson Sipp, produtor de leite. O post ‘Se nada for feito’: RS pode ter menos de 3 mil produtores de leite em 25 anos apareceu primeiro em Canal Rural .

06 de set. de 2026Canal Rural
Exportação de carne bovina despenca em agosto, mas preço médio dispara

Exportação de carne bovina despenca em agosto, mas preço médio dispara

As exportações brasileiras de carne bovina in natura perderam força em agosto. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), analisados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), mostram que o Brasil embarcou 195,715 mil toneladas no mês. O volume representa uma queda de 27,12% em relação a agosto de 2025, quando foram exportadas 268,562 mil toneladas. O recuo também foi mais intenso que o registrado em julho, quando os embarques somaram 257,983 mil toneladas. Na comparação mensal, portanto, o volume exportado caiu 24,1%. Apesar da redução dos embarques, o preço médio da carne bovina brasileira no mercado internacional continuou avançando. Em agosto, a tonelada foi negociada, em média, por US$ 6.165,74, alta de 10,1 % ante os US$ 5.600,47 registrados em agosto do ano passado. Na comparação com julho, o preço médio também subiu. Considerando a receita de US$ 1,56 bilhão e o volume de 257,983 mil toneladas informados pelo Cepea para o mês, o valor médio ficou próximo de US$ 6.046,91 por tonelada. Assim, houve valorização de aproximadamente 2% de julho para agosto. Menor volume, maior valor por tonelada O comportamento dos dados reforça um movimento observado pelo Cepea desde o início do segundo semestre: a redução dos embarques não vem sendo acompanhada na mesma intensidade pelos preços. Em julho, por exemplo, as exportações recuaram 16,83% em volume na comparação anual, mas a receita caiu apenas 6,02%, passando de US$ 1,66 bilhão em julho de 2025 para US$ 1,56 bilhão neste ano. Segundo o Cepea, a diferença entre as variações de volume e receita evidencia a valorização da carne bovina brasileira no mercado internacional. Em agosto, esse movimento se acentuou. A queda de 27,1% nos embarques ocorreu ao mesmo tempo em que o preço médio avançou 10,1% na comparação anual. Com o volume e o preço médio informados pela Secex, a receita de agosto pode ser estimada em aproximadamente US$ 1,21 bilhão, valor cerca de 22,6% inferior ao registrado em julho. A comparação mensal, contudo, deve ser interpretada considerando que agosto teve menos volume exportado, enquanto o preço médio apresentou alta. China pesa sobre ritmo dos embarques A desaceleração das exportações ocorre em um cenário de maior dificuldade de acesso ao mercado chinês. O Cepea já havia apontado, na análise dos dados de julho, que a redução dos embarques para a China estava relacionada à antecipação das vendas realizadas nos primeiros meses do ano e ao avanço do preenchimento da cota de importação estabelecida pelo país. No início de agosto, segundo informações do governo chinês citadas pelo Centro de Pesquisas, a utilização da cota já chegava a 90%. Dados divulgados sobre agosto indicam que a China continuou sendo um dos principais fatores por trás da redução dos embarques brasileiros. Segundo levantamento publicado nesta semana, as exportações para o país asiático recuaram 19,2% em volume na comparação anual, enquanto as vendas para outros mercados apresentaram desempenho mais positivo. O cenário marca uma mudança em relação ao primeiro semestre, quando as exportações de carne bovina ajudaram a sustentar os preços do boi gordo mesmo diante de um consumo doméstico mais moderado. O Cepea destacou que a combinação entre demanda externa aquecida, oferta relativamente ajustada de animais terminados e câmbio favorável sustentou o mercado ao longo dos primeiros sete meses de 2026. O post Exportação de carne bovina despenca em agosto, mas preço médio dispara apareceu primeiro em Canal Rural .

06 de set. de 2026Canal Rural
05 de set. de 2026Canal Rural

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14 de abr. de 2026
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