Bezerro - MS
R$ 3.397,99
Este Portal foi desenvolvido pela Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) para atender aos diversos segmentos do setor pecuário bovino, reunindo, de forma inédita, informações em um só ambiente, com o propósito de facilitar o acesso dos usuários e contribuir para uma consulta mais simples, prática e confiável.
Sua construção é resultado do empenho generoso e da dedicação de muitas pessoas que acreditam na importância de fomentar e compartilhar conhecimento. Fotógrafos, pesquisadores, professores, profissionais do setor e técnicos uniram experiência, tempo e compromisso em torno de um objetivo comum: tornar este espaço uma fonte relevante de informação para todos que atuam ou se interessam pela pecuária bovina. A cada um que participou dessa construção, registramos nosso sincero agradecimento, com reconhecimento pela valiosa contribuição oferecida.
Conecte-se com os principais players do mercado da pecuária bovina. Faça parte da ASBIA e fortaleça seu negócio em uma rede de excelência e inovação.
Por que ser um associadoUma rede diversa de associados comprometidos com o fortalecimento da genética bovina, das tecnologias reprodutivas e da pecuária

A ASBIA nasceu para organizar, fortalecer e dar voz ao setor de Inseminação Artificial no Brasil. Ao longo dos anos, construiu credibilidade reunindo conhecimento, dados e representatividade institucional que ajudam a guiar decisões e a impulsionar a evolução da pecuária.
Conheça nossa históriaO Rio Grande do Sul perdeu 65% dos produtores de leite na última década. O número caiu de 84 mil para 28 mil, segundo levantamento da Emater/RS . O cenário preocupa o setor, especialmente diante da vulnerabilidade das pequenas propriedades e da dificuldade de sucessão familiar. Na outra ponta, quem permanece na atividade precisa investir para ganhar eficiência e encontrar diferenciais. Na Expointer, as vacas leiteiras mostram o potencial da genética utilizada pelos produtores para melhorar os resultados. É o caso de Anderson Sipp, produtor de leite que aposta nas holandesas vermelhas. Mais rústicas e menos suscetíveis ao estresse térmico, elas podem apresentar melhor desempenho. “A gente tenta escolher o que a gente acha de melhor, para fazer um comparativo para ver se a gente está no caminho certo, do melhoramento. Então, aqui é o melhor lugar para isso”, afirma Sipp. Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo : siga o Canal Rural no Google News! Menos produtores, mesma produção Nos últimos anos, a atividade leiteira tem enfrentado desafios no Rio Grande do Sul. Perdas provocadas pelo clima extremo, preços baixos pagos pelo litro de leite e dificuldade de sucessão familiar estão entre os fatores que barram a expansão do setor. Mesmo com a redução no número de produtores, porém, a produção gaúcha permanece na casa dos 4 bilhões de litros por ano. O cenário indica um aumento da eficiência da atividade. Quem está deixando a atividade? A Emater/RS fez um retrato do perfil dos produtores que decidiram abandonar a produção de leite . Dos 55 mil que deixaram a atividade na última década, uma amostra de 571 famílias foi entrevistada. A maioria estava entre 20 e 40 anos na atividade. Entre os entrevistados, 40% pararam totalmente com a produção de leite. A saída também teve impacto sobre a mão de obra. Em média, 2,6 pessoas estavam envolvidas na atividade, sendo 93% de mão de obra familiar. O levantamento mostra ainda que 34% dos produtores tinham mais de 51 anos. Além disso, 37% trabalhavam em pequenas áreas, de até 10 hectares, e mantinham entre 11 e 15 vacas, com produtividade média de 18 litros por animal. Os dados mostram que os menores produtores ficaram mais vulneráveis às crises. Segundo Jaime Ries, assistente técnico regional da Emater/RS, se nada for feito para mudar esse cenário, o estado poderá ter menos de 3 mil produtores de leite daqui a 25 anos. O alerta preocupa também pelo peso da atividade na economia dos municípios, principalmente os menores e aqueles com forte presença da agricultura familiar. Campanha tenta valorizar produtor Como forma de chamar a atenção para o setor, a Associação de Criadores de Gado Holandês e a Associação das Pequenas e Médias Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul lançaram, durante a Expointer, a campanha “O Lado Bom de Ser Produtor de Leite” . A iniciativa busca levar informações sobre a importância econômica e social do produtor e da atividade. Segundo Jeferson Farias, assessor executivo da Apil, a campanha também pretende mostrar que a imagem do produtor de leite mudou e que a atividade está cada vez mais organizada e tecnificada. Para quem permanece no setor, entretanto, a decisão não envolve apenas produtividade ou rentabilidade. A continuidade da atividade também passa por uma relação de paixão com a produção. “Tem que ser apaixonado mesmo, porque, em termos de lucratividade, de repente tu ir para uma outra área, tu sofreria menos e ganharia mais. Mas o leite, as vacas, é o que corre no sangue da gente. Então é a paixão”, afirma Anderson Sipp, produtor de leite. O post ‘Se nada for feito’: RS pode ter menos de 3 mil produtores de leite em 25 anos apareceu primeiro em Canal Rural .

A Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) e a Texto Comunicação anunciam o lançamento do Anuário ASBIA 2026, relatório completo do mercado de inseminação artificial, com destaque para a publicação, na íntegra, do INDEX ASBIA 2025.

-small.webp&w=3840&q=75)
Potencialize seu rebanho leiteiro com nossas consultorias especializadas em IATF, FIV e Avaliação de Carcaça de Animal Vivo
-small.webp&w=3840&q=75)
Potencialize seu rebanho leiteiro com nossas consultorias especializadas em IATF, FIV e Avaliação de Carcaça de Animal Vivo


A Associação Brasileira de Inseminação Artificial (ASBIA) e a Texto Comunicação anunciam o lançamento do Anuário ASBIA 2026, relatório completo do mercado de inseminação artificial, com destaque para a publicação, na íntegra, do INDEX ASBIA 2025.

A avaliação genômica vem transformando o melhoramento genético nos rebanhos em todo o Brasil. Com a análise do DNA, podemos prever características genéticas fundamentais para a seleção dos animais jovens e melhoradores. Em mais de duas décadas de trabalho na área, acompanho de perto o crescimento da tecnologia no país, especialmente nas raças leiteiras. Neste artigo, conto um pouco das vantagens da técnica em quatro pontos principais: redução de tempo, economia nos custos, maior precisão e ganhos reais em produtividade.

A avaliação genômica vem transformando o melhoramento genético nos rebanhos em todo o Brasil. Com a análise do DNA, podemos prever características genéticas fundamentais para a seleção dos animais jovens e melhoradores. Em mais de duas décadas de trabalho na área, acompanho de perto o crescimento da tecnologia no país, especialmente nas raças leiteiras. Neste artigo, conto um pouco das vantagens da técnica em quatro pontos principais: redução de tempo, economia nos custos, maior precisão e ganhos reais em produtividade.