Abstract
The use of sexed semen in dairy and beef cattle production provides a number of benefits at both farm and industry levels. There is an increasing demand for dairy and beef products across the globe, which will necessitate a greater focus on improving production efficiency. In dairy farming, there is surplus production of unwanted male calves. Male dairy calves increase the risk of dystocia compared with heifer calves, and as an unwanted by-product of breeding with conventional semen, they have a low economic value. Incorporating sexed semen into the breeding programme can minimise the number of unwanted male dairy calves and reduce dystocia. Sexed semen can be used to generate herd replacements and additional heifers for herd expansion at a faster rate from within the herd, thereby minimising biosecurity risks associated with bringing in animals from different herds. Furthermore, the use of sexed semen can increase herd genetic gain compared with use of non-sorted semen. In dairy herds, a sustainable breeding strategy could combine usage of sexed semen to generate replacements only, and usage of beef semen on all dams that are not suitable for generating replacements. This results in increased genetic gain in dairy herd, increased value of beef output from the dairy herd, and reduced greenhouse gas emissions from beef. It is important to note, however, that even a small decrease in fertility of sexed semen relative to conventional semen can negate much of the economic benefit. A high fertility sexed semen product has the potential to accelerate herd expansion, minimise waste production, improve animal welfare and increase profitability compared with non-sorted conventional semen.
Keywords: sex-sorted semen; assisted reproductive technology; genetic gain; welfare; greenhouse gas emissions.
Resumo traduzido:
O uso de sêmen sexado na produção de bovinos de leite e de corte oferece uma série de benefícios, tanto no nível da propriedade quanto no setor como um todo. A demanda por produtos lácteos e carne bovina vem crescendo em todo o mundo, o que exigirá maior atenção à melhoria da eficiência produtiva. Na pecuária leiteira, há produção excedente de bezerros machos indesejados. Em comparação com bezerras, bezerros machos de origem leiteira aumentam o risco de distocia e, como subproduto indesejado do uso de sêmen convencional, apresentam baixo valor econômico. A incorporação do sêmen sexado ao programa de melhoramento pode minimizar o número de bezerros machos indesejados em rebanhos leiteiros e reduzir a ocorrência de distocia. O sêmen sexado pode ser utilizado para gerar reposição e produzir mais novilhas para expansão do rebanho de forma mais rápida dentro da própria fazenda, reduzindo, assim, os riscos de biosseguridade associados à introdução de animais oriundos de outros rebanhos. Além disso, o uso de sêmen sexado pode aumentar o ganho genético do rebanho em comparação com o uso de sêmen convencional não sexado. Em rebanhos leiteiros, uma estratégia de reprodução sustentável pode combinar o uso de sêmen sexado apenas para a produção de fêmeas de reposição e o uso de sêmen de corte em vacas que não sejam adequadas para gerar essas reposições. Isso resulta em maior ganho genético no rebanho leiteiro, aumento do valor da produção de carne oriunda do rebanho leiteiro e redução das emissões de gases de efeito estufa da bovinocultura de corte. No entanto, é importante destacar que mesmo uma pequena redução na fertilidade do sêmen sexado em relação ao sêmen convencional pode anular grande parte do benefício econômico. Um produto de sêmen sexado com alta fertilidade tem potencial para acelerar a expansão do rebanho, minimizar desperdícios, promover melhorias no bem-estar animal e aumentar a rentabilidade em comparação com o sêmen convencional não sexado.
Palavras-chave: sêmen sexado; biotecnologias reprodutivas assistidas; ganho genético; bem-estar animal; emissões de gases de efeito estufa.
S.A. Holden, S.T. Butler. Review: Applications and benefits of sexed semen in dairy and beef herds, Animal, Volume 12, Supplement 1, 2018, Pages s97-s103, ISSN 1751-7311. https://doi.org/10.1017/S1751731118000721.
(https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1751731118000721)
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