O Brasil ocupa atualmente o quinto lugar mundial na produção de leite, com 35,1 bilhões de litros de leite produzidos em 2017. O País segue a tendência mundial de acréscimo de produção nas últimas décadas. As regiões Sul e Sudeste do Brasil são responsáveis pela maior produção dentro do território nacional. No Rio Grande do Sul, a atividade leiteira está presente na maioria dos municípios, sendo responsável pelo desenvolvimento econômico regional e contribui para inclusão social no campo e na cidade. A sanidade do rebanho é um dos fatores fundamentais que contribuiu para obtenção da maior lucratividade dos sistemas de produção de leite e para o fortalecimento da atividade dentro dos mercados nacionais e internacionais. Um rebanho sadio é a primeira etapa para a geração de um produto final de qualidade e seguro para o consumo. As medidas de biosseguridade são um conjunto de práticas de manejo adotadas na unidade de produção de leite, que visa reduzir as chances de transmissão de patógenos causadores de agravos à saúde única (animal e humana) e de comprometimento da segurança do alimento. Os sistemas de produção de leite envolvem atividades complexas, sendo altamente suscetíveis a esses agravos. As práticas de biosseguridade têm importância fundamental para assegurar a qualidade final do produto e, por extensão, a sustentabilidade da atividade nos diferentes sistemas de produção. A Embrapa Clima Temperado, consciente da importância dessa atividade e de seu papel frente à sociedade, apresenta neste livro os temas-chave da biosseguridade da bovinocultura leiteira, esperando contribuir para a formação e capacitação continuada dos técnicos e profissionais que se dedicam a essa atividade.
PEGORARO, Ligia Margareth Cantarelli, ed. téc. Biosseguridade na bovinocultura leiteira. Pelotas: Embrapa Clima Temperado, 2018. 43 p. Disponível em: embrapa Acesso em: 11 abr. 2026.
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