Resumo
A inseminação artificial (IA) em bovinos tem sido aplicada em todo o mundo com o intuito de melhorar o ganho genético e a eficiência reprodutiva dos rebanhos. Com o objetivo de facilitar a utilização da IA foram desenvolvidos protocolos de inseminação artificial em tempo fixo (IATF) que promovem o controle do crescimento folicular e da ovulação e permitem a aplicação da IA em dias predeterminados, sem a necessidade de detecção de estro e com elevadas taxas de prenhez. Nos últimos 20 anos, vários protocolos de sincronização para IATF foram estudados para atender diferentes realidades de manejo, raças e categorias de animais. Atualmente, 86% das inseminações no Brasil estão sendo realizadas por IATF (13,6 milhões de IATF de um total de 15,4 milhões de doses de sêmen comercializadas em 2018). Com a colaboração dessa tecnologia, verificou-se que o percentual de fêmeas em idade reprodutiva inseminadas artificialmente passou de 5,8% em 2002 para 13,1% em 2018. O aumento de uso da IATF representa considerável incremento de produtividade quando comparado com a monta natural, maximizando o retorno econômico para as fazendas de corte e de leite. Palavras-chave: IATF, reprodução, sincronização, eficiência reprodutiva, retorno econômico.
BARUSELLI, Pietro Sampaio et al. Evolução e perspectivas da inseminação artificial em bovinos. Revista Brasileira de Reprodução Animal. Belo Horizonte: Colégio Brasileiro de Reprodução Animal. Disponível em: http://cbra.org.br/portal/downloads/publicacoes/rbra/v43/n2/p308-314*(RB812).pdf. Acesso em: 12 abr. 2026. , 2019
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